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O Convento da Graça esconde tesouros que em breve serão revelados

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O claustro que o vereador diz ser “um dos mais bonitos” de LisboaDR

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“Isto é um passeio único dentro de Lisboa, que ninguém conhece”, diz o vereador Sá Fernandes, enquanto percorre os espaços do convento que vão ser restaurados para abrirem ao público no início de 2017.

Por esta Lisboa fora há tesouros escondidos que só alguns têm o privilégio de poder apreciar. Em Março de 2017, por ocasião da Procissão do Senhor Jesus dos Passos da Graça, alguns deles vão ser revelados: a partir daí vai ser possível percorrer alguns dos espaços no interior do Convento da Graça e descobrir, por exemplo, aquele que o vereador José Sá Fernandes acredita ser “um dos mais bonitos claustros” da cidade.

A ideia (que na última reunião da Câmara de Lisboa recebeu o necessário aval dos vereadores) é criar “um novo percurso público” na Graça, com “valor patrimonial, arquitectónico e cultural”, dentro do antigo convento que está classificado como Monumento Nacional. A entrada será feita pelo Miradouro Sophia de Mello Breyner, por uma porta que hoje em dia está fechada, ao lado da entrada da Igreja de Nossa Senhora da Graça.

Entrados aí, os visitantes poderão visitar a “antiga Portaria/Capela” e, depois disso, a “antiga Sala do Capítulo/Refeitório”. Neste percurso seguem-se o jardim e o claustro, o tal que o vereador das Estruturas Verdes se atreve a dizer que “é provavelmente o claustro mais bonito de Lisboa tirando o dos Jerónimos”. O último ponto de interesse é a “Portaria de acesso à Sacristia”, que funciona actualmente como capela mortuária da paróquia.

“Isto é um passeio único dentro de Lisboa, que ninguém conhece”, observa Sá Fernandes ao PÚBLICO, durante uma visita ao local. “É um sítio absolutamente extraordinário”, acrescenta, com um tão grande entusiasmo que, nem que tentasse, conseguiria esconder.

E não é de estranhar: em 2000, anos antes de ser eleito pela primeira vez vereador da Câmara de Lisboa, Sá Fernandes já lutava para que o Convento da Graça fosse devolvido à cidade e aos cidadãos. Nessa altura, o advogado avançou com uma acção popular contra o Estado português e o Ministério da Defesa, na qual defendia que os espaços que na altura estavam sem uso deviam ser cedidos à autarquia.

Por não ter sido bem-sucedida essa sua iniciativa como “homem de Lisboa”, Sá Fernandes voltou à carga cinco anos depois. O Convento da Graça foi aliás o local escolhido pelo então candidato à presidência da autarquia para aquela que foi a sua primeira acção de rua, em Junho de 2005.

“O que nós desejamos é uma cidade ecológica, reabilitada, transparente e de proximidade. O Convento da Graça é um caso típico onde não existe essa Lisboa”, afirmou na ocasião, criticando o “estado de degradação” a que o Monumento Nacional estava votado. “Não permitir que os cidadãos usufruam é inconcebível”, observou, sugerindo a instalação de um centro cultural com ateliers artísticos e espaços para a realização de ensaios.

Foi no entanto preciso esperar até 2015 para que parte da velha ambição de Sá Fernandes se concretizasse: em Junho desse ano o município inaugurou o Jardim da Cerca da Graça, num terreno que desce até à Mouraria e que antes estava nas mãos do Ministério da Defesa. Agora, com a criação do “percurso público” no interior do antigo convento masculino, há mais uma batalha que o autarca pode considerar ganha.

Na última reunião camarária foi aprovada a celebração de um protocolo, com a Fábrica Paroquial da Freguesia de Santo André – Graça e com a Real Irmandade de Santa Cruz e Passos da Graça, no qual se estipula que antes de aquele percurso abrir ao público serão feiras obras de “reabilitação e restauro” dos diferentes espaços e de “restauro e conservação” dos azulejos da Sala do Capítulo. Estão em causa obras no valor de 360 mil euros, que a autarquia suportará e que deverão prolongar-se por cinco meses.

Quando esses trabalhos estiverem concluídos, passará a ser possível visitar a “antiga Portaria/Capela”, na qual se destaca o chão em mármore trabalhado. Daí avança-se para a Sala do Capítulo, com namoradeiras em pedra junto às janelas e paredes forradas com painéis de azulejos azuis e brancos.

“Há aqui notabilíssimos azulejos do século XVII – painéis de várias dimensões nos quais se historiam e glorificam feitos de ermitas agostinianos, que se notabilizaram, sobretudo, nas Índias Orientais e Ocidentais”, descreveu Mário Sampaio Ribeiro em 1939. Na obra “A Igreja e o Convento de Nossa Senhora da Graça”, citada na proposta camarária, o autor acrescenta que “neles estão representados os martírios ou triunfos de Veneráveis e de Beatos da Ordem”.

A partir dessa sala, que no passado foi refeitório e também infantário, acede-se ao claustro. A ele Mário Sampaio Ribeiro, que pergunta se “corta ou não corta o coração o estado em que está” e se “é ou não uma obra de caridade a sua reintegração”, refere-se como “verdadeiramente monumental, por suas grandiosas proporções”.

Na proposta assinada por Sá Fernandes cita-se ainda uma publicação da Junta Distrital de Lisboa, que do claustro destaca a “soberba quadra maneirista de mármores policromos, com cinco arcos de volta plena por lado, sobre pilares toscanos, separados por vãos de verga recta”.

“Vai ser tudo restaurado”, garante Sá Fernandes, antecipando que o claustro e o jardim no seu interior (que hoje está cheio de ervas e que esconde uma cisterna cheia de entulho) se vão tornar num espaço privilegiado “de sombra, de descanso, de usufruto, de meditação”.

“Isto é top”, exclama depois, quando chega àquele que é o último ponto do percurso: um átrio no qual sobressai a “portaria de acesso à Sacristia”, que está rodeada de painéis de azulejos e cuja beleza o vereador não se cansa de elogiar. “É uma portaria lindíssima, absolutamente extraordinária. Só isto já vale a visita”, constata.

Na visita ao local, Fernando Antunes, que é um dos representantes da Igreja da Graça neste processo, explica que a intenção é que todas as obras estejam finalizadas a tempo da Procissão do Senhor Jesus dos Passos da Graça, que se vai realizar em Março de 2017, unindo as igrejas de São Roque e da Graça. A partir daí, o percurso agora anunciado será “de acesso livre e gratuito do público”, podendo ser visitado (de acordo com o que se lê no protocolo) durante o horário de funcionamento da igreja, “que actualmente é entre as 9 e as 18 horas”.

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Descobertos vestígios com mais de 200 mil anos em pesquisa arqueológica junto ao Rio Minho

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No concelho de Monção, no Lugar da Bemposta, Valadares, uma pesquisa arqueológica junto ao Rio Minho pôs a descoberto vestígios com mais de 200 mil anos. Uma equipa de investigadores portugueses e espanhóis, coordenada por João Pedro Cunha Ribeiro, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, acredita estar perante uma das mais relevantes estações do paleolítico a norte do rio Douro. Os utensílios descobertos, entre machados de mão, bifaces e lascas, serão objecto de inventariação e divulgação, sendo que os resultados destes trabalhos arqueológicos serão publicados em revistas nacionais e internacionais.

Esta quinta-feira, o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, acompanhou a equipa envolvida nos trabalhos no primeiro balanço e foram apresentados diversos utensílios arqueológicos com mais de 200 mil anos descobertos no decorrer da prospecção. Estes utensílios, que constituem testemunhos interessantes e inéditos sobre a ocupação primitiva do baixo Minho, são entendidos pelos especialistas como emblemáticos e representativos da presença do homem do paleolítico inferior nesta região.

Estas descobertas arqueológicas fazem parte do projecto transfronteiriço “Os primeiros habitantes do baixo Minho. Estudo das ocupações pleistocénicas da região”, tendo o estudo começado no dia 27 de Junho, no Lugar da Bemposta, em Valadares, com a presença de investigadores portugueses e espanhóis e oito estudantes do curso de arqueologia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Augusto Domingues, realçou a importância desta pesquisa arqueológica, afirmando-se surpreendido e orgulhoso com o resultado: “Estou impressionado com o que vejo e extremamente satisfeito por saber que a nossa comunidade existe há mais de 200 mil anos”, vaticinou o edil, revelando também que gostaria muito de ver as peças no futuro museu municipal. “Em tempos, apresentamos uma candidatura que não foi aprovada. Voltaremos a tentar. Porque estamos apostados em garantir a preservação da nossa história”, indicou o autarca.

Refira-se que o presente projecto, que decorrerá nos vários municípios portugueses e espanhóis do troço internacional do rio Minho, focaliza-se no estudo da presença do homem paleolítico no curso final do rio Minho, entre a confluência com o rio Trancoso, na sua margem esquerda, e a foz, 75 quilómetros a jusante.

Órgão histórico da igreja de Torre de Moncorvo salvo de «abandono e degradação»

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Peça renovada vai ser mostrada ao público no dia 15 de julho depois de uma intervenção orçada em 80 mil euros

Bragança, 06 jul 2016 (Ecclesia) – O órgão de tubos da igreja matriz de Torre de Moncorvo vai ser inaugurado no dia 15 de Julho, depois de uma intervenção de restauro orçada em mais de 80 mil euros.

De acordo com um comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA, o projecto teve início em 2013 devido à situação de “abandono e degradação daquele órgão histórico”.

Foi posto em marcha através do apoio de um programa operacional da Direcção Regional de Cultura do Norte, e da candidatura intitulada “Património Religioso do Leste Transmontano”.

Os trabalhos incluíram a “conservação e restauro da caixa” do órgão, o “reforço estrutural” do mesmo, também “acções de desinfestação e limpeza” e “reconstituições em zonas de lacuna, quer na talha quer na pintura”.

Em 2015 começaram as obras de “restauro da componente funcional do órgão”, com a “recuperação de toda a sua mecânica e material sonoro histórico, bem como na reconstituição de peças em falta, dentro dos limites impostos pelas características da sua construção de origem”.

“Foram substituídos apenas os acrescentos posteriores inadequados. O restauro culminou com os trabalhos de montagem, harmonização e afinação final, por forma a reencontrar o carácter sonoro particular do instrumento”, pode ler-se.

Com esta intervenção, espera-se agora que “o órgão histórico da igreja de Nossa Senhora da Assunção, da Vila de Torre de Moncorvo”, possa agora “resgatar o seu protagonismo como instrumento da Igreja por excelência”.

Os impulsionadores do projecto – Direcção Regional da Cultura do Norte, Câmara Municipal de Torre de Moncorvo – esperam ainda que o órgão, cuja origem deverá remontar ao século XVII, se assuma também “como um meio de dinamização cultural e valorização turística da região”.

A inauguração do renovado órgão de tubos está marcada para dia 15 de Julho, com uma Missa na igreja Matriz de Torre de Moncorvo, a partir das 18h30.

Mistérios das primeiras cartas náuticas revelados em Lisboa

ViaVIRGÍLIO AZEVEDO

‘Carta Pisana’ (século XIII),
o mais antigo portulano conhecido, feito num pergaminho. Os portulanos eram cartas náuticas baseadas nas direcções dadas pelas bússolas e nas distâncias estimadas pelos pilotos no mar BIBLIOTECA NACIONAL DE FRANÇA

Emergiram de repente no final do século XIII na região do Mediterrâneo e mostram uma precisão sem precedentes, quando comparados com os mapas actuais. Chamam-se portulanos, termo que tem origem no adjectivo italiano portolano, que significa “relativo a portos” ou “colecção de direcções de navegação”. São as primeiras cartas náuticas objectivas, baseadas nas direcções dadas pelas bússolas e nas distâncias estimadas observadas pelos pilotos e marinheiros, e não na imaginação e no simbolismo dos eruditos medievais.

Mas há um mistério que continua por resolver: a sua origem. Foi este o tema que juntou recentemente no Museu da Marinha, em Lisboa, pela primeira vez no mundo, quase todos os maiores especialistas internacionais em cartografia medieval. Joaquim Alves Gaspar, investigador da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) e um dos organizadores do encontro (ver entrevista), sublinha que “o advento dos portulanos tem sido considerado um ponto de viragem maior, não só na História da Cartografia mas também na História da Civilização em geral”. Contudo, “pouco se sabe sobre a génese destes espantosos documentos, que têm sido objecto de centenas de estudos desde o século XIX”.

No encontro em Lisboa, Ramon Pujades, diretor de investigação do Museu de História de Barcelona, defendeu que a cartografia náutica medieval nasceu na cidade de Génova (Itália). E que foi a partir deste porto mediterrânico “que se difundiram os padrões cartográficos dos portulanos e a técnica de reprodução destas cartas náuticas, desenvolvida por artesãos profissionais em ateliês especializados não apenas na sua reprodução como no seu marketing”. Foi por isso “que os portulanos se tornaram relativamente baratos, muito difundidos por várias camadas sociais e tecnicamente homogéneos no século XIV”. E surgiram certamente para apoiar o comércio marítimo.

A famosa ‘Carta Pisana’ do Mediterrâneo (na foto) é considerada o portulano conhecido mais antigo, mas não se sabe ao certo a data em que foi desenhada nem o seu autor. Encontrada na cidade de Pisa (Itália), está guardada na Biblioteca Nacional de França (BNF), em Paris, e foi recentemente analisada por uma equipa liderada por Catherine Hofmann, investigadora do Departamento de Mapas da BNF, que também esteve no Museu da Marinha em Lisboa.

DATAÇÃO POR CARBONO-14

Pela primeira vez foi feita a datação por Carbono-14 da carta náutica, porque está desenhada num pergaminho, material orgânico feito de pele de ovino (cabra, carneiro ou ovelha). A datação por Carbono-14 é um método radiométrico de determinação da idade de objectos que contenham carbono, como o pergaminho. Por outro lado, as tintas de cor verde e vermelha da ‘Carta Pisana’ foram estudadas por microscópio electrónico de varrimento e por raios-X fluorescentes. As conclusões destas análises são paradoxais. O ovino de onde foi extraída a pele terá morrido por volta de 1245, “mas por razões historiográficas não pode ser este ano, porque há uma cidade assinalada na carta, Palamós (Espanha), que não existia nessa altura”, argumenta Joaquim Alves Gaspar. E existem outras contradições na toponímia, tanto em Espanha como nas repúblicas italianas, que não batem certo com a datação por Carbono-14. Ramon Pujades admite, por isso, que a ‘Carta Pisana’ tenha sido desenhada sobre um velho pergaminho já usado, o que quer dizer “que as datações do pergaminho e do mapa não podem ser identificadas”.

Dois estudos dominam o debate. O primeiro foi feito em 1987 pelo historiador inglês Tony Campbell, investigador e director do Imago Mundi — Jornal Internacional de História da Cartografia. O segundo foi realizado em 2007 por Ramon Pujades. “Há diferenças de opinião entre os cientistas que usam a análise matemática para tentarem identificar a metodologia que está na base da construção destas cartas”, explica Tony Campbell.

“E entre os historiadores há igualmente diferentes teorias”, acrescenta Campbell. A sua teoria “é baseada na análise comparativa pormenorizada das cartas mais antigas, combinada com a lógica e a analogia”. Por exemplo, “comparando um possível mapa mental do Mediterrâneo com o que hoje sabem de cor os taxistas de Londres” sobre o mapa desta grande metrópole. Os portulanos eram, assim, cartas primitivas “que certamente introduziram inovações na cartografia, mas não são matematicamente precisas ou desenhadas com base em princípios científicos”. Enfim, são antepassados longínquos da cartografia moderna.

LUÍS TEIXEIRA: A DESCOBERTA DO MAGNETISMO DA TERRA

Cerca de 300 anos depois, com a descoberta do magnetismo terrestre pelos portugueses, tudo mudou na navegação no Mediterrâneo e nos oceanos Atlântico, Índico e Pacífico. Poucos dias antes do encontro do Museu da Marinha, Joaquim Gaspar e Henrique Leitão revelavam num simpósio internacional na Biblioteca Nacional que a carta náutica mais antiga conhecida com linhas isogónicas — formadas por pontos na superfície da Terra com a mesma declinação magnética (diferença em graus entre o norte magnético e o norte geográfico) — teria sido feita pelo cartógrafo português Luís Teixeira, entre 1572 e 1594.

A carta, guardada no Museu da Marinha, representa a margem oriental do Pacífico (Filipinas, Nova Guiné, Ilhas Salomão) e segundo os dois historiadores de ciência da FCUL, “a comparação com os modelos geomagnéticos modernos revela uma significativa aproximação à distribuição espacial da declinação magnética naquela região nas últimas décadas do século XVI”, o que significa que “os valores observados pelos pilotos no mar eram usados para calcular as linhas isogónicas”. No simpósio, defenderam que este tipo de representação cartográfica “era um sinal da sistemática acumulação de dados feita pelos pilotos portugueses no século XVI, com o objectivo de melhorar a eficácia das técnicas de navegação”, ou seja, “de encontrar um método alternativo para determinar a posição de um navio no mar”.

New Mexico scientist builds carbon dating machine that does not damage artifacts

ViaT. S. Last / Journal Staff Writer

Scientists at the New Mexico Office of Archaeological Studies use a Low Energy Plasma Radiocarbon Sampling device on a sample of gelatin at its lab near Santa Fe. The machine is used to date artifacts by doing minimal damage to the sample. (Eddie Moore/Albuquerque Journal)

The contraption he built looks a little like something you might see from “The Nutty Professor.”

But Marvin Rowe is no nut. That machine he built, and what it’s used for, helped Rowe win the prestigious Fryxell Award for Interdisciplinary Research from the Society of American Archeology two years ago.

Marvin Rowe, a scientist at the New Mexico Office of Archaeological Studies, adjusts the Low Energy Plasma Radiocarbon Sampling device he built to date artifacts with minimal damage. (Eddie Moore/Albuquerque Journal)

“We call the process Low Energy Plasma Radiocarbon Sampling,” said New Mexico’s state archeologist Eric Blinman, who credits Rowe with inventing the process. “But a lot of people just refer to this as ‘Marvin’s Machine.’”

The process is important because, unlike other methods of radiocarbon dating that destroy the sample being tested, LEPRS preserves it. It also works on tiny samples – even a flake of ink or paint – and is considered a more accurate means of dating.

“With standard radiocarbon dating, there’s a risk of contamination of carbonates. They have to use acids and, within that process, you lose a large part of your sample and you destroy it,” Blinman explained. “But we now have the ability to date incredibly small amounts of carbon – 40-100 millionths of a gram – and that is the real revolutionary aspect of this. And the ancillary part of that is it’s non-destructive.”

That’s important to Nancy Akins, a research associate with the Office of Archaeological Studies, who in February was having a bison tooth and sheep bone tested by “Marvin’s Machine.” The items were excavated from the site of a rock shelter in Coyote Canyon north of Mora.

“It could be 500 years old or it could be 5,000 years old,” she said of the bison tooth, the result allowing her to complete her report of the site that she’s determined to have been used by humans as a hunting outpost starting 1,700 years ago.

“I’m just waiting on the dates, because it’ll change everything if we get dates where I can actually say, ‘OK, that’s what the sheep bones date to and that’s what the bison dates to.’ It tells us an awful lot about how they were using the land on the east side of the Sangre de Cristos.”

Because a lot of that part of New Mexico is private property or under land grants, such finds as the one in Coyote Canyon are rare, she said.

“Unless there’s a road or something, we don’t have any information at all. This is one of the very, very few sites in Mora County that have been excavated,” she said of the site reported by the state Department of Transportation.

And when she gets her answers and completes her report, she’ll still have the bison tooth and sheep bone.

A buffalo tooth rests in a tube of the Low Energy Plasma Radiocarbon Sampling machine located in the New Mexico Office of Archaeological Studies lab. The tooth was found at a site near Coyote Creek north of Mora. The machine is used to date artifacts without damaging to the sample. (Eddie Moore/Albuquerque Journal)

One of a kind

Rowe won his Fryxell Award “based in his prominent role in developing methods for rock art dating and minimally-destructive dating of fragile organic artifacts,” as well as his scientific analysis, scholarship and student training, according to the SAA website.

The achievement has been decades in the making. Rowe and two colleagues at Texas A&M’s Department of Chemistry built the first plasma dating machine in 1990 while exploring ways to extract organic carbon from pictograph samples.

“Other people have been successful dating charcoal paintings,” Rowe explained. “But, in the United States at least, most of the paintings are not charcoal. Most of them that I’ve encountered are inorganic pigments and that’s where the importance of the small sample comes in.”

Blinman adds that, under the best of circumstances, standard radiocarbon dating requires 30 milligrams of carbon. Rock art pigments don’t have that much carbon in them. But “Marvin’s Machine” can date material 100 millionths of a gram or less.

Blinman said the process’s capability to date very small samples would allow, for instance, determination of the age of the ink on a Chinese text written on bamboo. “The people who will fake texts can get their hands on old bamboo,” he said. Normal carbon-dating can’t date the ink because it requires too large a sample. “We can flake off a piece” and date it, Blinman said. “If the ink is old, then it’s real.”

Rowe is probably the world’s foremost authority on radiocarbon rock art dating. He says much of what he learned was by trial and error. In fact, the first machine he and his Texas A&M colleagues built caught fire and was destroyed.

Currently, there are only three LEPRS machines in existence – one in Michigan and one in Arkansas, both procured by former students of Rowe – but the one at the lab located at the New Mexico Office of Archeological Studies off N.M. 599 in south Santa Fe is the most sophisticated.

“Marvin has learned so much from the previous two (machines) about their construction and their use that when we offered him space and the opportunity to build one here, it was sort of like he was able to do all the things he sort of wanted to do, but couldn’t under the circumstances of the research at Texas A&M,” said Blinman.

Using plasma to scrub artifacts

Traditional carbon dating estimates age based on content of carbon-14 (C-14), a naturally occurring, radioactive form of carbon, and requires destruction of an object. A piece of an organic object – a bone fragment or weaving, for example – is washed with acid at high temperature to remove impurities and then burned in a chamber.

The carbon dioxide gas produced is run through an accelerator mass spectrometer, which measures the decay of radioactive carbon 14 – the more the carbon 14 has decayed, the older the object is. Comparisons are also made with the amounts of C-14 expected to have existed in the atmosphere in the past.

Blinman explained that Rowe’s alternative process is based on plasmas – ionized gas made up of groups of positively and negatively charged particles, and one of the four fundamental states of matter, alongside solid, liquid and gas. Plasmas are used in television displays and in florescent lights, which use electricity to excite gas and create glowing plasma.

In Rowe’s non-destructive method, an entire artifact goes into in a vacuum chamber with a plasma. The gas gently scrubs or oxidizes the surface of the object to produce carbon dioxide – CO2 – for the C-14 analysis, without damaging the artifact.

“We can energize the plasmas so that they are really hot, but we can also tune them down so they are extremely gentle,” Blinman said as Rowe and his crew fired up their machine to test the bison tooth and sheep bone.

He showed a picture of a turkey feather that had been tested and hardly looks ruffled. “The experience of the artifact is no different than your body temperature or, worst case, Phoenix on a summer day,” he said.

The plasmas in Rowe’s machine are generated with radio frequencies, rather than electricity, and work like a cleaning agent to scrub off the CO2.

“We have to use the ultra pure gases because any contamination from modern, atmospheric CO2 is going to screw up the data. So he has bled off high-purity oxygen into a reservoir that we will then tap as we generate plasmas,” Blinman said.

And what’s unique about “Marvin’s Machine” is that it has five chambers, so multiple samples can be tested at once. “That helps our efficiency somewhat,” Rowe said. “To my knowledge, nobody has gotten more than one plasma running at one time.”

The Archaeology Institute of America’s Archaeology magazine named Rowe’s non-destructive dating method one of the Top 10 discoveries of 2010. It noted that he has refined the method to work on objects coated in sticky hydrocarbons, such as the resins that cover Egyptian mummy gauze.

“Archaeologists, meanwhile, are hailing the discovery as one of the most important in decades, particularly for issues surrounding the repatriation of human remains from Native American burials, which modern tribes don’t want to see harmed,” said the magazine.

Marvin Rowe, left, and Jeffery Cox, both scientists at the New Mexico Office of Archaeological Studies, adjust the Low Energy Plasma Radiocarbon Sampling device they built at their lab in Santa Fe. (Eddie Moore/Albuquerque Journal)

Answers raise other questions

Fast forward a few months from Rowe’s demonstration for the Journal and the results are in. Blinman explains that, after the samples went through “Marvin’s Machine,” the results were sent to a lab in Zurich, Switzerland, for analysis.

“There are very few radiocarbon labs that will direct date carbon dioxide gas,” he said. “Other labs would turn it into graphite and that could add potential error to the system.”

The bottom line is that the bison tooth is most likely from between 530 and 685 AD, with 650 AD considered the mean average.

“It’s one of the earlier dates we have from that site,” said Akins, who now has most of the answers she needs to complete her report on the Coyote Canyon rock shelter. But it doesn’t answer all the questions.

What’s curious, she said, was that there’s bison tooth found there at all. The location is not a spot where buffalo would roam, so it was most likely brought there.

But why? If it were carried in as food supply, why weren’t there more buffalo bones found there? And why bring the head, from which little meat can be extracted?

“Ceremonialism is a pretty strong thing,” she said, purely speculating it could have been used for ceremonial purposes. She noted that deer heads have been found in kivas that date to later times.

And who brought it there in the first place?

“That’s a good question,” Akins said. “Back that early, we just don’t know.”

It could have been early Tewa people or nomadic groups coming in from the plains to escape the heat, she said, “but there’s no way of knowing. That early, we don’t put a label on it.”

The date returned on the sheep bone was a disappointment. It most likely is from the 1930s.

“What we were looking for there was something from the late 1800s or early 1900s,” she said.

The results suggest that people were still herding sheep in the area in the 1930s, “but sheep herders probably didn’t eat their own sheep,” she said.

“Marvin’s Machine” and the Low Energy Plasma Radiocarbon Sampling process doesn’t answer every question and sometimes raises more questions. But it can bring us closer to understanding our past.

“If you don’t really care about ordering history, you don’t care about dating,” Blinman said. “But if you want to order history, or you want to establish big-picture views about climate change and the extinction of Ice Age mammals and fauna, then this is one of the best tools we have available to us.”

 

Lusitania romana, origen de dos pueblos

Via

El Museo Arqueológico Nacional descubre por primera vez en Madrid la historia de Lusitania, la provincia romana creada hace más de 2000 años en el finis terrarum, el territorio del actual Portugal al sur del Duero y una zona de España, fundamentalmente Extremadura, Salamanca y el área más occidental de Andalucía. Su capital, la colonia Augusta Emerita, se convertiría en la población más importante de la fachada occidental del Imperio y en la primera capital efectiva de la península ibérica, tras la reforma administrativa de Diocleciano.

Estructurada en nueve áreas, la exposición recorre cinco siglos de historia de esta provincia, una de las menos conocidas del occidente romano pese a la importancia de su evolución, tanto por su localización, el extremo del mundo conocido, como por la diversidad de pueblos que la formaron y el significado político de su creación.

La sociedad, la cultura, la economía y la religión se reflejan en las más de 200 piezas exhibidas, procedentes de 12 instituciones portuguesas y tres españolas, que incluyen cuatro museos nacionales, cinco regionales y seis municipales.

Entre los fondos destacan 15 objetos de gran valor histórico y arqueológico, clasificados por el Estado portugués como “Tesoros Nacionales”, que han salido excepcionalmente del país con motivo de esta exposición, primero al Museo Romano de Mérida y ahora al MAN.

Lusitania Romana mostrará piezas tan significativas como el árula de Endovélico; la estela de Arronches, un ejemplar único de inscripción en lengua lusitana; los frescos de la Casa de Medusa, de Alter do Chão; el brazo de estatua de bronce monumental de Campo Maior; y dos entalles hallados en las excavaciones de Medellín.

Se exhiben también el sarcófago de las Estaciones del Museu Nacional Soares dos Reis, así como un variado conjunto de bronces provenientes de Torre de Palma, pertenecientes a la colección del Museu Nacional de Arqueologia de Lisboa, y la cabeza de Galieno, del Museu Municipal de Lagos Dr. José Formosinho.

Oito novas exposições para ver em Lisboa e uma em Madrid

Via / Lina Santos

Imagem de uma das peças da exposição “Lightopia” | ORLANDO ALMEIDA/ GLOBAL IMAGENS

Museu do Dinheiro, MAAT e Galeria 111 inauguraram esta quinta-feira oito exposições. E há mais uma. Em Madrid no MAN, mostram-se achados arqueológicos da Lusitânia.

Galeria 111

1. Ver o que salta aos olhos.

Júlio Pomar e Vitor Pomar realizam uma exposição conjunta do seu trabalho, que foi inaugurada esta quinta-feira, às 21:00, na Galeria 111, em Lisboa, onde ficará até 09 de Setembro (o espaço encontra-se encerrado durante o mês de Agosto).

“Ver o que salta aos olhos” é o título desta exposição de dois pintores de gerações diferentes – Júlio Pomar, com 90 anos, e Vítor Pomar, com 67 anos – que pretende “desenhar convergências e divergências, paralelismos, oposições e complementaridades”, segundo a galeria.

Museu do Dinheiro

2. Ânforas imperiais.

As ânforas, usadas na Antiguidade Clássica para transportar alimentos quase sempre, fornecem boas pistas sobre as transacções e a produção na Bacia do Mediterrâneo. É de fragmentos destas peças, fabricadas em vários locais da Lusitânia, assim como das moedas usadas nestas trocas que se faz esta exposição no Museu do Dinheiro, que explica também a importância do porto de Olisipo na economia romana.

O arqueólogo Artur Rocha faz visitas guiadas nos dias 9 de Julho, 10 de Setembro e 1 de Outubro, às 15.00. A exposição pode ser vista até 31 de Dezembro.

3. Cada Dia.

O artista Pedro Valdez Cardoso apresenta, desde quinta-feira, dia 30, no Museu do Dinheiro, em Lisboa, uma instalação sobre as contradições da existência humana.

A escultura simula uma carroça de tração animal que transporta uma pilha de barras douradas feitas em pão e, ao lado, outra peça exibe um par de chinelos em folha de ouro.

Fica até 08 de Outubro.

4. Passagem para o Outro Lado.

Teresa Milheiro mostra um projecto de joalharia no qual recria a imagética medieval, dando corpo a esculturas-marionetas inspiradas na trilogia das Barcas, de Gil Vicente, encenado o imaginário associado à travessia, da vida para a morte, também no Museu do Dinheiro, desde esta quinta-feira (e até 08 de Outubro).

Passagem para o outro lado reúne treze delicadas figuras, feitas em ouro, prata ou bronze, e que remetem para a imperfeição da sociedade e dos seus valores.

MAAT

5. Lightopia.

Concebida em 2013 pelo Vitra Design Museum, Lightopia tem estado em itinerância pela Europa e apresenta-se agora na renovada Central Tejo, antecipando a programação do Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (MAAT), um projecto de dois edifícios – o antigo museu da Electricidade e o edifício ao lado, um projecto da arquitecta britânica Amanda Levete, que só abre portas no dia 5 de Outubro).

Neste exposição, mostram-se exemplares do design da luz, tanto numa perspectiva histórica como numa perspectiva criativa. Reúne mais de 300 obras e fica até 11 de Setembro.

6. Segunda Natureza.

A propósito da natureza que já não o é, após a intervenção do homem, este é um primeiro olhar sobre a colecção de obras de arte que, nos últimos dez anos, tem sido reunida pela Fundação EDP e que, com o novo museu, Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, terá lugar cativo. A curadoria é de Luísa Especial e do director da instituição, Pedro Gadanho. Foram seleccionadas cerca de 40 obras da autoria de artistas como Alberto Carneiro, Gabriela Albergaria, Vasco Araújo, Sandra Rocha, Pedro Vaz, Fernando Calhau, João Queiroz, entre outros, até 16 de Outubro.

7. Silóquios, Solilóquios sobre a Vida, a Morte e outros Interlúdios.

Um projecto com três anos da autoria do artista Edgar Martins, que, entre Londres e Lisboa, com passagem pelo Instituto de Medicina Legal, desenvolveu esta exposição em torno da morte violenta, até 16 de Outubro.

8. Artist’s Film Festival.

Nove filmes de vários autores espalham-se agora pela sala das Caldeiras da Central Tejo, misturadas com o percurso expositivo do museu enquanto exemplar de património industrial. Foram escolhidos por Inês Grosso, curadora da exposição, a partir de uma plataforma internacional de troca de conteúdos de que a Fundação EDP faz parte. Dos 16 instituições envolvidas, entre elas a galeria britânica Whitechappel, foram seleccionados nove cujo ideia combina arte e tecnologia, ou não estivéssemos nas caldeiras da antiga fábrica de electricidade.

MAN Madrid

Lusitânia Romana, origem de dois povos

A exposição Lusitânia Romana, origem de dois povos abriu ao público, na sexta-feira, no Museu Arqueológico Nacional (MAN) de Espanha, em Madrid, com mais de 200 peças pertencentes a 12 instituições portuguesas e três espanholas.

A exposição estará aberta ao público até 16 de Outubro próximo, depois de já ter passado por várias cidades portuguesas e por Mérida, em Espanha.

A Lusitânia romana, criada há mais de 2.000 anos, incluía todo o actual território português a sul do rio Douro, a Extremadura espanhola, e parte da província de Salamanca, também em Espanha.

Maior telescópio português restaurado pela Universidade do Porto

Via

telescopio_manuel_barros

O grande telescópio do Observatório Astronómico Prof. Manuel de Barros, Vila Nova de Gaia, considerado o maior equipamento português do género, foi restaurado pela Faculdade de Ciências.

O instrumento, adquirido na década de 70, acabou por ficar “desactualizado perante as novas tecnologias de observação astronómica e a sua inactividade criou espaço para a sua deterioração”, pode ler-se num comunicado do estabelecimento de ensino superior.

A Faculdade de Ciências, responsável pela gestão do observatório, reabilitou “por completo” o equipamento, estando este agora em condições para ser utilizado em projectos de investigação científica de âmbito internacional.

Em 2013, a instituição renovou também o Círculo Meridiano de Espelhos, um instrumento adquirido em 1957, capaz de determinar a hora através de técnicas astronómicas.

De acordo com o comunicado, o objectivo destas iniciativas é devolver ao observatório, lançado nos anos 40, “o seu propósito de ensino e investigação nas áreas da Astronomia e da Engenharia Geográfica”.

Pretende-se ainda que este seja um espaço de divulgação científica, dirigido a todos os públicos, em particular aos mais jovens.

O equipamento volta a funcionar no sábado, a partir das 18:30, numa cerimónia para a qual foi convidada a secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Maria Fernanda Rollo.

Um conjunto e actividades de animação e observação astronómica vão estar disponíveis para o público, na altura da inauguração, sábado 2 de Julho.

 

Open House Lisboa 2016

Via

Em 2016, antecipamos a abertura das portas dos melhores espaços de Lisboa. Passamos do Outono para o Verão e, com isso, ganhamos dias mais luminosos e uma distribuição equilibrada da programação da Trienal de Lisboa ao longo do ano.

Assim, o Open House Lisboa passará a acontecer no primeiro fim-de-semana de Julho. A edição de 2016 terá lugar nos dias 2 e 3 de Julho.

Venha conhecer uma selecção da melhor arquitectura de Lisboa!

ORGANIZAÇÃO

A Trienal de Arquitectura de Lisboa é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é investigar, dinamizar e promover o pensamento e a prática em arquitectura. As edições que a cada três anos realizam um grande fórum de debate, reflexão e divulgação, são complementadas com uma actividade regular que inclui exposições, conferências e workshops, entre outros eventos.

Em co-produção com o Centro Cultural de Belém, realiza o ciclo Distância Crítica que apresenta 5 conferências de grandes nomes da arquitectura como Jacques Herzog (Herzog & De Meuron), Smiljan Radić, Kazuyo Sejima, entre outros.

Com sede no Campo de Santa Clara, tem desenvolvido a reabilitação do Palácio Sinel de Cordes que integra um pólo criativo com cinco residentes a par de uma programação de referência a nível nacional. Todos os anos, a Trienal promove o Open House Porto e o Open House Lisboa.

COMO FUNCIONA

O Open House é um evento internacional do qual fazem parte mais de 30 cidades em todo o mundo. Em 2012 a Trienal de Arquitectura de Lisboa implementou o conceito na capital de acordo com os seguintes objectivos e princípios base:

  • aproximar os cidadãos à arquitectura da cidade;
  • dar a conhecer espaços que habitualmente não estão abertos ao público;
  • organizar visitas gratuitas comentadas pelos autores ou especialistas convidados;

O sucesso da iniciativa prende-se com uma cuidadosa selecção dos edifícios que fazem parte do roteiro e por representar uma oportunidade única de dar a conhecer espaços icónicos da cidade, bem como as suas histórias e autores.

Durante o fim-de-semana do Open House Lisboa todos os espaços do roteiro são de acesso gratuito.

A maioria das visitas não exige reserva antecipada e é feita por ordem de chegada, com vista a facilitar a fluidez das entradas e permitir que um maior número de pessoas tenha acesso aos locais. Os casos excepcionais encontram-se devidamente assinalados no roteiro, com instruções de como proceder para fazer a reserva online da visita.

Seja a primeiro a conhecer o roteiro subscrevendo à nossa newsletter.

Existem três tipos de visita:

  • Visita Livre — visita ao espaço sem acompanhamento, dentro do horário estipulado;
  • Visita Acompanhada — visita ao espaço orientada pela equipa de voluntários Open House Lisboa;
  • Visita Comentada — visita ao espaço comentada pelo autor do projecto de arquitectura ou por um especialista convidado.

Para cada edição, contamos com uma entusiasta equipa de voluntários que acolhe os visitantes, fornece um olhar sobre o roteiro, dá sugestões ou faz recomendações adequadas a cada um.

#OPENHOUSELISBOA

Capture os momentos, ambientes e detalhes que mais despertaram a sua atenção e publique-os com o hashtag #openhouselisboa nas redes sociais.

Faça parte dos álbuns de memórias de cada edição. Contamos com uma participação crescente da comunidade OH Lisboa.

Site/Roteiros

Covilhã recupera janela manuelina

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Casa da Hera

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