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Lazy Sessions regressam em Julho às Virtudes

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Durante o verão, as tardes de sábado no Porto voltam a ter muita música no magnífico cenário do Jardim das Virtudes.

Em 2016, as Jameson Lazy Sessions voltam a apresentar um conjunto de concertos e DJ sets com entrada livre livre. Este ano, o evento reinventou-se e convidou um curador diferente para cada uma das oito sessões programadas. Melómanos conhecidos, como Álvaro Costa, Adolfo Luxúria Canibal ou Paulo Furtado, escolheram assim as bandas e DJ que vão atuar nas Virtudes nos próximos três meses.

As Lazy Sessions estão integradas no programa municipal Verão é no Porto. Decorrem de 2 de julho até 3 de setembro, sempre entre as 15 e as 20 horas.

 

+Info: PROGRAMA

2 de julho

Curador: Álvaro Costa

Concertos: Corona e PZ

DJ: Álvaro Costa

 

9 de julho

Curador: Adolfo Luxúria Canibal

Concertos: Grandfather’s House e The White Knights

DJ: Adolfo Luxúria Canibal

 

16 de julho

Curador: Plano B

Concertos: Duquesa E Lasers

DJ: Phillips & Justamine + Pixel82

 

30 de julho

Curador: Salgado (Maus Hábitos)

Concertos: Birds Are Indie e Old Jerusalem

DJ: Bent

 

6 de agosto

Curador: Bezegol

Concertos: J-Ro + Afu-Ra

DJ: Rude Bwoy Sound + Slimcutz

 

13 de agosto

Curador: The Legendary Tigerman

Concertos: The Quartet of Woah! + Ghost Hunt

DJ: The Legendary Tigerman + A Boy Named Sue

 

27 de agosto

Curador: Lovers & Lollypops

Concertos: Glockenwise + Surma

DJ: Lovers & Lollypops Sound System

 

3 de setembro

Curador: Pedro Tenreiro Dinamyte Records

Concertos: Oliveira Trio + Nuno Riviera

DJ: Pedro Tenreiro

Quarta edição do Festival de Bandas e Música, da Banda de Música de Sabrosa

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Nos próximos dias 17, 18 e 19 de Junho de 2016, Sabrosa acolhe a quarta edição do Festival de Bandas e Música, da Banda de Música de Sabrosa. Serão três dias de música e festa, com entrada livre, compostos por um programa variado, de onde se destaca o I ENCONTRO DE TUNAS ACADÉMICAS, O III ENCONTRO DE GRUPOS ZÉS PEREIRAS, actuação do grupo IMPAKTO, da DJ DIANA FERREIRA e a realização do IV FESTIVAL DE BANDAS FILARMÓNICAS.

O festival inicia-se no dia 17, pelas 21h00, na sede da Associação Recreativa Cultural e Musical do Concelho de Sabrosa com o I ENCONTRO DE TUNAS ACADÉMICAS. Estarão presentes a Tuna Académica de Lamego, Transmontuna, Vibratuna e Tunamira.

No dia 18 realiza-se, pelas 20h30, o III Encontro de Grupos Zés Pereiras, que tem como grupos convidados os Grupos de Zés Pereiras de Celeirós, Os Pochas, Sabrosa e Os Trovões. Na mesma noite atuam ainda o grupo IMPAKTO e, no fim da noite, a DJ DIANA FERREIRA.

No dia 19, domingo, acontece o IV FESTIVAL DE BANDAS FILARMÓNICAS. Entre as 10h00 e as 20h00 estarão em Sabrosa cinco Bandas Filarmónicas, nomeadamente, Banda filarmónica da ACULMA – Lisboa, Banda Filarmónica Cidade de Castelo Branco, Banda de Música de Loureiro – Oliveria de Azeméis, Banda de Música de Sabrosa e Banda de Música de Sanguinhedo, que farão, da parte da manhã, um desfile pelas principais ruas da vila de Sabrosa, estando guardados para a parte da tarde os concertos das mesmas.

O IV FESTIVAL DE BANDAS E MÚSICA – BANDA DE MÚSICA DE SABROSA é organizado pela A.R.C.M.C.S. – Banda de Música de Sabrosa, tem o apoio da Fundação Inatel e da Câmara Municipal de Sabrosa e é patrocinado pelo Lagar da Sancha, Super Bock e Associação Sabrosa Douro XXI.

­­Contactos:

933 991 758 / 912 129 134

e-mail:

bandasabrosa@gmail.com

facebook:

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Junho volta a ser o mês da fotografia no Museu de Lamego

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O Ciclo de Fotografia regressa em Junho ao pátio do Museu de Lamego, no âmbito da programação de verão. Na quarta edição, será a “A Fotografia na Arquitectura” a estar em destaque, num projecto que, em 2016, conta com comissariado do arquitecto Alexandre Alves Costa. Depois do sucesso de ano passado, há ainda lugar para o regresso do projecto “10 Vidas. 10 Olhares”, onde dez participantes dão forma a dez olhares sobre o mundo. O tema? Só poderia ser a arquitectura.

A fotografia da arquitectura tem vindo a ganhar força em Portugal, a partir do momento em que a imagem abandona o mero registo do trabalho do arquitecto, para passar ela própria a ser uma obra de arte. O trabalho final será sempre uma releitura do fotógrafo que interpreta de acordo com a sua técnica, conhecimento, sensibilidade. Ao mesmo tempo, as paisagens urbanas são cada vez mais marcadas por edifícios que redefinem a própria identidade das cidades, tornando-se objectos de contemplação estética.

No pátio do Museu, Fernando Guerra, Inês d’Orey e Nelson Garrido são os fotógrafos convidados que vão dar forma a este tema, expressando a sua própria percepção da arquitectura.

Pelo segundo ano consecutivo, depois do sucesso de 2015, às exposições em formato de projecção multimédia volta a juntar-se o projecto “10 Vidas. 10 Olhares” que desafia fotógrafos amadores a partilharem a sua visão do mundo.

Cada participante foi convidado a utilizar a máquina fotográfica, que poderá ser a do seu telemóvel, para registar tudo o que lhe desperte a atenção no âmbito do tema do ciclo. No final, deverá escolher as que considera as suas 10 melhores fotografias que integrarão a 24 e 25 de Junho a última exposição do Ciclo de Fotografia.

Está lançado o mote para que a quarta edição do Ciclo de Fotografia do Museu de Lamego seja um sucesso. Entrada Livre.

FERNANDO GUERRA

Nasceu em 1970, em Lisboa. Licenciou-se em arquitectura em 1993 pela Universidade Lusíada de Lisboa, trabalhou durante cinco anos em Macau como arquitecto (1994-1999). Leccionou a cadeira de Projecto II no curso de Arquitectura da Arca-Euac (Escola Universitária das Artes de Coimbra), entre 1999 a 2005.

Certificado pela Epson Digigraphie® em 2007; desde 2008 agenciado por VIEW Pictures, Londres – Reino Unido; e também, desde 2006 agenciado por FAB PICS – International Architecture Photography, Colónia – Alemanha. O seu trabalho encontra-se representado em diversas colecções particulares e públicas. O Museu MoMa em Nova Iorque adquiriu em 2015 seis trabalhos de Fernando Guerra para a sua colecção permanente.

INÊS D’OREY

Inês d’Orey nasceu no Porto em 1977. Desenvolve projectos de autor e trabalha como fotógrafa independente para clientes privados e instituições públicas. Expõe e publica frequentemente o seu trabalho em Portugal e no estrangeiro. Estudou Fotografia na London College of Printing, em Londres, com bolsa do Centro Português de Fotografia. Foi vencedora do prémio Novo Talento Fotografia FNAC em 2007. Realizou residências artísticas na Fundação Inês de Castro e no Carpe Diem, Arte & Pesquisa. Publicou em 2010 o seu primeiro livro, ‘Mecanismo da troca’, e em 2011 ‘Porto Interior’. Inês d’Orey é representada pela Galeria Presença.

NELSON GARRIDO

Nelson Garrido nasce em Vila Nova de Gaia, Portugal em 1974. Em 1996 conclui o Bacharelato em Tecnologias da Comunicação Áudio Visual. No mesmo ano, frequenta uma formação avançada em fotografia na escola Karel de Grote-Hogescholl Antwerpen, na Bélgica, e faz um estágio em fotografia digital e de grande formato no Studio Brison, também na Bélgica. De regresso a Portugal, trabalha em regime de freelancer com várias revistas, na área da fotografia de reportagem e de arquitectura. De 1997 a 1999 colabora como assistente num estúdio de fotografia de Moda. Em 2000, conclui a licenciatura em Comunicação Social e em 2005 a Licenciatura em Fotografia. Em 2005, ganha 3 menções honrosas no concurso de fotojornalismo da revista Visão e vence a categoria de fotografia de arquitectura do Euro Press Photo Awards da Fuji Film. Desde 2006 dá aulas de fotografia de arquitetura no Instituto Português de Fotografia. Foi premiado no Prémio Estação Imagem|Mora em 2010  e 2011. Em Março de 2011 expõe no Palácio das Artes no Porto o trabalho “Do Deserto clandestinidade”, que trata da imigração clandestina na Mauritânia. Desde 2004 que fotografa arquitectura para alguns dos melhores gabinetes e revistas da especialidade. Expõe o trabalho “Home Less” na Bienal de Arquitectura de Veneza de 2016.

PIGS: a crítica económica em forma de arte

Via / Bárbara Baldaia

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A partir do acrónimo PIGS criado para identificar os países da Europa do Sul, um grupo de artistas plásticos de Portugal, Itália, Grécia e Espanha debruçou-se sobre o tema da crise económica.

A curadora Blanca de la Torre ainda está a acabar de montar a exposição na Galeria Municipal do Porto. PIGS: Portugal, Itália, Grécia e Espanha. O acrónimo incorporado no léxico noticioso pelo Finantial Times dá título à exposição que pega na crise e nos efeitos da austeridade: “É como se merecessemos essa austeridade por termos vivido em opulência, como se fosse um castigo merecido, mas… não sei… eu nunca vi essa opulência”.

Os países do sul que são olhados como os preguiçosos que só gostam de “apanhar sol” e “dormir a sesta”. Como se os povos merecessem o que estão a pagar, diz Blanca de la Torre. E no meio os responsáveis políticos.

Logo à entrada, a obra do italiano Danilo Correale. As palmas de seis mãos e uma descrição ao lado. São mãos de deputados. “Ele entrou no Congresso como se fosse jornalista”, explica Blanca de la Torre, “e pediu a seis deputados que mostrassem a palma da mão para ele fotografar. Depois, com essas fotos, ele foi a um quiromante indiano que lê a mão e adivinha o futuro, muito famoso em Itália, para que ele dissesse que tipo de pessoa eram esses deputados e nenhuma das descrições é boa”.

Logo a seguir, a portuguesa Carla Filipe reinventa capas de jornais do início do século, retomando a caricatura política: “O que ela faz é retomar a tradição da crítica do Zé Povinho e adaptá-la ao momento atual. Aqui o Zé Povinho relaciona-se com personagens atuais, como Angela Merkel e Cavaco Silva”.

Há também um vídeo do espanhol Carlos Aires, em que dois polícias bailam um tango no Museu Cerralbo em Madrid, ao som de uma versão de Sweet Dreams.

Guilherme Blanc, adjunto da cultura da Câmara do Porto, que participou na produção deste PIGS, sublinha que este projeto tem também um lado auto-crítico. “Há muito humor, algum espírito de compreensão, orgulho cultural e de crítica agressiva ao mesmo tempo. É interessante este jogo inconclusivo de uma relação de afeto e, ao mesmo tempo, de ódio dos artistas em relação ao país de origem”.

Amor-ódio, crítica política, económica, social. PIGS que não são porcos. A arte de autores portugueses, italianos, gregos e espanhóis, de olhos posto no centro da crise que começou por ser financeira.

Galeria Municipal do Porto

3 Junho – 21 Agosto 2016

Inauguração: 3 junho, 19 horas

Terça a sábado: 10 -18 horas

Domingo e segunda: 14 -18 horas

Entrada livre

 

ARTISTAS: Avelino Sala, Bill Balaskas, Carla Filipe, Carlos Aires, Danilo Correale, Federico Solmi, Grupo Artspirators , Juan Carlos Meana, Karmelo Bermejo, Nuno Cera, Nuria Güell, Paolo Cirio, Priscila Fernandes, Psjm e José Maria Durán, Rossella Biscotti, Stefano Cagol, Stefanos Tsivopoulos, Vasco Araújo, Zafos Zagoraris e Jenny Marketou

Dia Internacional dos Museus assinalado em Terras de Bouro

Via

A comunidade mundial de museus vai comemorar o próximo Dia Internacional dos Museus, a 18 de Maio, em torno do tema “Museus e paisagens culturais”.

No sentido de assinalar este importante evento anual que celebra a importância dos museus na sociedade contemporânea, o Município de Terras de Bouro promove a abertura do Núcleo Museológico de Campo do Gerês, no próximo dia 22 de maio, com uma iniciativa de “Portas Abertas”.

O Dia Internacional dos Museus, criado pelo ICOM – Conselho Internacional de Museus, pretende celebrar e dar voz aos museus e ao papel que desempenham na sociedade atual, através da escolha de um tema de reflexão a nível mundial que permita uma discussão alargada e sobre distintos pontos de vista. Este ano esse tema recai na interligação entre museus e paisagens culturais, um tema interessante que certamente será abordado de formas muito diversas pelos museus portugueses.

A celebração da data é feita desde o dia 18 de maio de 1977, por proposta do ICOM – Conselho Internacional de Museus (organismo da UNESCO).

Museu de Lamego mostra FACES de doadores e legatários

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São fisionomias, rostos, perfis, homens e mulheres, anónimos ou célebres, que marcam gestos e se ligam à cidade e ao Museu de Lamego. São doadores e legatários, são faces singulares que se unem na salvaguarda da memória individual e colectiva e que contribuem desde 1917 para o enriquecimento do acervo do Museu de Lamego. FACES é também o título da segunda exposição do centenário da Fundação do Museu (1917-2017). Patente a partir do dia 21 de maio. Entrada livre.

São diversas as procedências e vários os doadores e legatários que, desde a fundação do Museu, têm contribuído para o engrandecimento do seu espólio. É por isso objectivo desta exposição estabelecer, através da selecção de retratos individuais e colectivos, uma ligação entre a identificação, origem e razões da doação.

FACES é, desta forma, o resultado do somatório de proveniências e proprietários, a que se junta o percurso dos objectos, que exprimem a individualidade da oferta e ao mesmo tempo o desejo da posteridade, num museu que mais uma vez se abre à comunidade e a convida a (re)viver a sua própria história, assinalando a importância dos legados e das doações na formação e desenvolvimento das suas colecções.

CartazPatente até Março de 2017 e com curadoria de Nuno Resende, FACES é a segunda exposição que pretende assinalar o centenário da Fundação do Museu de Lamego, numa mostra que é ao mesmo tempo de homenagem e reconhecimento. Mais uma vez, a realização desta exposição apenas é possível graças ao envolvimento mecenático de várias entidades, que assim se associam às comemorações dos 100 anos do Museu: Óptica Parente, GeoDouro, Caixa de Crédito Agrícola – Beira Douro, Casa da Farmácia e Quinta da Pacheca.

Já em 2015, a exposição temporária dedicada à figura do primeiro Director do Museu de Lamego – “O gentilíssimo e talentoso João Amaral (1874-1955)” – marcou o arranque das comemorações.

É o povo que contará a história da aldeia que se uniu pelo seu padre

Via / SARA DIAS OLIVEIRA

In Memoriam – Cerco a Lourosa é uma peça multidisciplinar e comunitária que remexe memórias de 1964 no largo da igreja. Apresentação acontece dia 24.

Maria Bolena tinha 17 anos e lembra-se dos dias em que o povo de Lourosa, da então aldeia da Vila da Feira, tentou impedir a saída do padre Damião Bastos, jovem de 26 anos, natural de Gondomar. O Paço Episcopal tinha indicado outra paróquia para Damião, o pároco que entrava nas fábricas de cortiça, jogava sueca e bilhar nos cafés, não cobrava a quem não podia pagar. A aldeia juntou-se no largo da igreja, em vigília permanente, não arredou pé para garantir que ninguém levava o padre. O sino da igreja tocava a rebate ao mínimo sinal suspeito. “Os patrões abriam os portões das fábricas e diziam-nos: ‘ide para o arraial que vão levar o padre Damião’. Ele ia para as fábricas, ia ver a bola, falava com o povo”.

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Concertos na Avenida 2015 | 04 e 05 Set

Via

concertos_avenida

A Câmara Municipal do Porto e a Fundação Casa da Música oferecem à cidade, pelo terceiro ano consecutivo, dois grandes concertos na Avenida dos Aliados, de acesso livre, que marcam a rentrée da programação da Casa da Música.

Exposição: ”CONSERVAÇÃO E RESTAURO – UMA APOSTA NO FUTURO”


Exposição concebida para ser uma exposição temporária, com carácter rotativo. Tem o objectivo de ilustrar uma das mais importantes missões do Museu, a de assegurar a conservação
e restauro do acervo museológico. Constituem a mostra 16 pares de peças idênticas entre si. Destas, apenas uma em cada par foi limpa ou restaurada. Através da exposição se visualiza o “antes” e o “depois” do restauro. O intuito desta metodologia é ser uma exposição minimalista
em termos de informação escrita, já que a mensagem é transmitida pelas diferenças evidentes
do estado de conservação das próprias peças.

Horário: 10h00 às 19.00h
Bilheteira: gratuita
Informações | contactos: maveiro@drcc.pt | 234 423297

“Temos hoje a possibilidade de dar a conhecer uma fracção do trabalho, maioritariamente invisível, do museu, numa área absolutamente essencial, a da conservação e restauro, que nos permite cumprir uma parte fundamental da nossa missão e objectivos de salvaguarda patrimonial. Neste espaço, e com rotatividade de peças, tentaremos trazer ao conhecimento geral as intervenções que vão sendo feitas no laboratório de restauro do museu e, ao mesmo tempo, apresentar dados novos que, através destas intervenções, ajudam os conservadores e investigadores a muscular o seu conhecimento acerca do acervo do Museu de Aveiro.
Património é legado e memória essencial de uma sociedade e cultura que nos compete preservar e testar às gerações vindouras, apostando num futuro melhor porque mais informado e consciente – neste sentido um futuro que se nos apresenta também como instruído e fruto de uma opção livre.”

Famalicão: Museus municipais com entrada gratuita

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Os números são recentes e não enganam: entre os meses de Janeiro e Junho os museus e monumentos nacionais tiveram mais de 1,8 milhões de visitantes gerando mais de um milhão de euros por mês . O património cultural e a rica história do país têm atraído cada vez mais turistas nacionais e estrangeiros. O turismo cultural tem um potencial de crescimento muito grande e também neste capítulo Vila Nova de Famalicão tem muito que oferecer.

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