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Oito novas exposições para ver em Lisboa e uma em Madrid


Via / Lina Santos

Imagem de uma das peças da exposição “Lightopia” | ORLANDO ALMEIDA/ GLOBAL IMAGENS

Museu do Dinheiro, MAAT e Galeria 111 inauguraram esta quinta-feira oito exposições. E há mais uma. Em Madrid no MAN, mostram-se achados arqueológicos da Lusitânia.

Galeria 111

1. Ver o que salta aos olhos.

Júlio Pomar e Vitor Pomar realizam uma exposição conjunta do seu trabalho, que foi inaugurada esta quinta-feira, às 21:00, na Galeria 111, em Lisboa, onde ficará até 09 de Setembro (o espaço encontra-se encerrado durante o mês de Agosto).

“Ver o que salta aos olhos” é o título desta exposição de dois pintores de gerações diferentes – Júlio Pomar, com 90 anos, e Vítor Pomar, com 67 anos – que pretende “desenhar convergências e divergências, paralelismos, oposições e complementaridades”, segundo a galeria.

Museu do Dinheiro

2. Ânforas imperiais.

As ânforas, usadas na Antiguidade Clássica para transportar alimentos quase sempre, fornecem boas pistas sobre as transacções e a produção na Bacia do Mediterrâneo. É de fragmentos destas peças, fabricadas em vários locais da Lusitânia, assim como das moedas usadas nestas trocas que se faz esta exposição no Museu do Dinheiro, que explica também a importância do porto de Olisipo na economia romana.

O arqueólogo Artur Rocha faz visitas guiadas nos dias 9 de Julho, 10 de Setembro e 1 de Outubro, às 15.00. A exposição pode ser vista até 31 de Dezembro.

3. Cada Dia.

O artista Pedro Valdez Cardoso apresenta, desde quinta-feira, dia 30, no Museu do Dinheiro, em Lisboa, uma instalação sobre as contradições da existência humana.

A escultura simula uma carroça de tração animal que transporta uma pilha de barras douradas feitas em pão e, ao lado, outra peça exibe um par de chinelos em folha de ouro.

Fica até 08 de Outubro.

4. Passagem para o Outro Lado.

Teresa Milheiro mostra um projecto de joalharia no qual recria a imagética medieval, dando corpo a esculturas-marionetas inspiradas na trilogia das Barcas, de Gil Vicente, encenado o imaginário associado à travessia, da vida para a morte, também no Museu do Dinheiro, desde esta quinta-feira (e até 08 de Outubro).

Passagem para o outro lado reúne treze delicadas figuras, feitas em ouro, prata ou bronze, e que remetem para a imperfeição da sociedade e dos seus valores.

MAAT

5. Lightopia.

Concebida em 2013 pelo Vitra Design Museum, Lightopia tem estado em itinerância pela Europa e apresenta-se agora na renovada Central Tejo, antecipando a programação do Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (MAAT), um projecto de dois edifícios – o antigo museu da Electricidade e o edifício ao lado, um projecto da arquitecta britânica Amanda Levete, que só abre portas no dia 5 de Outubro).

Neste exposição, mostram-se exemplares do design da luz, tanto numa perspectiva histórica como numa perspectiva criativa. Reúne mais de 300 obras e fica até 11 de Setembro.

6. Segunda Natureza.

A propósito da natureza que já não o é, após a intervenção do homem, este é um primeiro olhar sobre a colecção de obras de arte que, nos últimos dez anos, tem sido reunida pela Fundação EDP e que, com o novo museu, Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, terá lugar cativo. A curadoria é de Luísa Especial e do director da instituição, Pedro Gadanho. Foram seleccionadas cerca de 40 obras da autoria de artistas como Alberto Carneiro, Gabriela Albergaria, Vasco Araújo, Sandra Rocha, Pedro Vaz, Fernando Calhau, João Queiroz, entre outros, até 16 de Outubro.

7. Silóquios, Solilóquios sobre a Vida, a Morte e outros Interlúdios.

Um projecto com três anos da autoria do artista Edgar Martins, que, entre Londres e Lisboa, com passagem pelo Instituto de Medicina Legal, desenvolveu esta exposição em torno da morte violenta, até 16 de Outubro.

8. Artist’s Film Festival.

Nove filmes de vários autores espalham-se agora pela sala das Caldeiras da Central Tejo, misturadas com o percurso expositivo do museu enquanto exemplar de património industrial. Foram escolhidos por Inês Grosso, curadora da exposição, a partir de uma plataforma internacional de troca de conteúdos de que a Fundação EDP faz parte. Dos 16 instituições envolvidas, entre elas a galeria britânica Whitechappel, foram seleccionados nove cujo ideia combina arte e tecnologia, ou não estivéssemos nas caldeiras da antiga fábrica de electricidade.

MAN Madrid

Lusitânia Romana, origem de dois povos

A exposição Lusitânia Romana, origem de dois povos abriu ao público, na sexta-feira, no Museu Arqueológico Nacional (MAN) de Espanha, em Madrid, com mais de 200 peças pertencentes a 12 instituições portuguesas e três espanholas.

A exposição estará aberta ao público até 16 de Outubro próximo, depois de já ter passado por várias cidades portuguesas e por Mérida, em Espanha.

A Lusitânia romana, criada há mais de 2.000 anos, incluía todo o actual território português a sul do rio Douro, a Extremadura espanhola, e parte da província de Salamanca, também em Espanha.

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