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Dia Internacional dos Museus assinalado em Terras de Bouro

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A comunidade mundial de museus vai comemorar o próximo Dia Internacional dos Museus, a 18 de Maio, em torno do tema “Museus e paisagens culturais”.

No sentido de assinalar este importante evento anual que celebra a importância dos museus na sociedade contemporânea, o Município de Terras de Bouro promove a abertura do Núcleo Museológico de Campo do Gerês, no próximo dia 22 de maio, com uma iniciativa de “Portas Abertas”.

O Dia Internacional dos Museus, criado pelo ICOM – Conselho Internacional de Museus, pretende celebrar e dar voz aos museus e ao papel que desempenham na sociedade atual, através da escolha de um tema de reflexão a nível mundial que permita uma discussão alargada e sobre distintos pontos de vista. Este ano esse tema recai na interligação entre museus e paisagens culturais, um tema interessante que certamente será abordado de formas muito diversas pelos museus portugueses.

A celebração da data é feita desde o dia 18 de maio de 1977, por proposta do ICOM – Conselho Internacional de Museus (organismo da UNESCO).

Shirley King Homenageia B.B. King com Concerto em Sabrosa

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No dia 28 de maio, o BB King Parque, na Vila de Sabrosa, é palco de uma homenagem ao Rei dos Blues, num concerto de entrada livre com Shirley King e com a participação especial de Rui Veloso. 

Um ano após a sua morte, a 14 de Maio de 2015, e seis anos após a sua última passagem por Portugal, o nome de BB King regressa a Sabrosa, desta vez numa homenagem levada a cabo pela filha do cantor. Shirley King actuará na companhia da banda portuguesa Budda Power Blues e terá como convidado especial Rui Veloso. 

Antes da actuação, em que promete vingar a sua veia blues, Shirley King vai proceder à inauguração da escultura de uma guitarra estilizada que remete para a forma da lendária Lucile. Para além deste momento e dos concertos, segue-se uma festa organizada pela M80, que contará com a presença de um DJ oficial.

Esta iniciativa da Câmara Municipal de Sabrosa pretende homenagear aquele que em maio de 2010 conseguiu juntar cerca de 24 mil pessoas e lotar Sabrosa. O evento uniu públicos de todas as idades e proveniências que não ficaram indiferentes à passagem do artista pelo Douro e não quiseram perder a oportunidade de ver esta “lenda viva”.

BB_KingNaquela que foi a abertura da sua última tour europeia, BB King subiu ao palco da antiga Quinta das Almeidas. Num concerto aberto ao público, o cantor aproveitou a ocasião para inaugurar o novo parque da vila, ao qual emprestou o seu nome. 

É no mesmo palco, o BB King Parque, que no próximo dia 28 de maio (sábado) pelas 22 horas se homenageia o Rei dos Blues. Um concerto de entrada livre que promete voltar a encher a região num fim-de-semana prolongado.

Ao mesmo tempo, este evento está integrado no Douro Vintage Music Fest 2016/2017. Uma iniciativa da Douro Generation Associação de Desenvolvimento.

O Douro Vintage Music Fest 2016/2017 é um festival itinerante e multicultural que inclui blues, jazz, músicas do mundo, música antiga, barroca e clássica.
Um festival que percorre os concelhos do Douro da Rede das Aldeias Vinhateiras que desenvolve e promove iniciativas no Douro atravessando todas as suas expressões culturais e sociais. Um festival que começa com o Douro Vintage Blues Fest.

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Shirley King e B.B. King

28 Maio 21h30
Concerto de Homenagem a BB KING com Shirley King
Local: Parque BB KING, Sabrosa

Vozes da Cidade – Ciclo de Conversas #4 – Évora e a música vocal

Fonte

Luís Henriques convida para uma conversa sobre música vocal na cidade de Évora. É a 4.ª sessão do ciclo de conversas Vozes da Cidade, dia 18 de Maio.

Luís Henriques
Antónia Fialho Conde
António Maria Louro Alves
Filipe Mesquita de Oliveira
José Rodrigues dos Santos

Música vocal em Évora
A música vocal está presente em Évora praticamente desde a sua origem, com particular importância a partir da ocupação cristã da cidade. Aqui, centramo-nos na prática vocal inserida num contexto sacro, primeiro através do cantochão (vulgo canto gregoriano) como música funcional ao ritual litúrgico, omnipresente na cidade até aos tempos modernos, e também a polifonia, cujas referências começam a aparecer no final do século XV, e o seu desenvolvimento em novas linguagens. Nestes campos, Évora constituiu-se ao longo dos séculos como um dos mais importantes centros musicais portugueses, sendo actualmente reconhecida como tal ao nível europeu como também mundial, estando associado à cidade um notável património musical. Não podemos esquecer também a presença do “cante”, recentemente reconhecido pela UNESCO como património imaterial da Humanidade, mas que está entranhado na vivência das gentes alentejanas, constituíndo-se como uma polifonia de cariz popular. Pretende esta conversa ser um momento de reflexão e discussão com um painel multidisciplinar, envolvendo a História, a Musicologia, a Antropologia e o Associativismo, sobre este património vocal, o que tem sido realizado no âmbito da sua organização e dinamização, assim como o que poderá vir a ser realizado para que se mantenha vivo o conhecimento construído ao longo dos últimos anos acerca da música vocal em Évora.

Luís Henriques
É Doutorando em Música e Musicologia na Universidade de Évora, sendo Mestre em Ciências Musicais pela FCSH da Universidade Nova de Lisboa e Licenciado em Musicologia pela Universidade de Évora. É colaborador do CESEM/UÉ, desenvolvendo também actividade com o MPMP nos domínios da edição musical e redacção da revista Glosas. Em 2011 realizou o catálogo do fundo musical do Arquivo Capitular da Sé de Angra e, em 2014, integrou a equipa do projecto ORFEUS enquanto bolseiro. Actualmente integra a equipa do projecto “Música Sacra em Évora no Século XVIII”. Os seus interesses de investigação centram-se na polifonia vocal sacra portuguesa, com especial destaque para a Sé de Évora, e a música no Arquipélago dos Açores desde o povoamento até final do século XIX. Tem desenvolvido actividade musical, paralelamente à investigação musicológica, sendo fundador do Ensemble da Sé de Angra, Ensemble Mensurable e Ensemble Eborensis, com quem gravou um CD no âmbito do projecto ORFEUS.

Antónia Fialho Conde
Antónia Fialho Conde é Professora Auxiliar do Departamento de História da Universidade de Évora, instituição em que se doutorou, em 2005, com a dissertação O mosteiro de S. Bento de Cástris e a Congregação Autónoma de Alcobaça (1567-1776). É investigadora integrada do CIDEHUS-UÉvora e investigadora colaboradora do CEHR e do Laboratório HERCULES. As suas áreas de docência e investigação são o Monaquismo Cisterciense Feminino, a História de Portugal no período moderno e o Património e Cultura Material, consumadas em diversas publicações. Lecciona nas formações graduadas e pós-graduadas do Departamento de História da Universidade de Évora, fazendo parte da equipa docente de 3ºs ciclos interuniversitários (PIUDHist e HERITAS). Participa em vários projectos de investigação financiados a nível nacional e internacional; foi a Investigadora Responsável do Projecto ORFEUS FCT EXPL/EPH-PAT/2253/2013 – A Reforma tridentina e a música no silêncio claustral: o mosteiro de S. Bento de Cástris. É directora do Mestrado em Gestão e Valorização do Património Histórico e Cultural e faz parte das Comissões de Acompanhamento do Master Erasmus Mundus TPTI (leccionado em parceria com as Universidades Sorbonne-Paris 1 e Pádua) e do 1º Ciclo em História e Arqueologia.

António Maria Louro Alves
Nascido há mais de seis dezenas de anos na Rua do Fradique. Eborense, portanto, Licenciado em Economia, Inspector do Ministério da Educação, professor que foi. Outros cargos desempenhou. Na Administração Pública, vários; Dirigente associativo, na Música – Coral Évora, no Desporto – Lusitano de Évora, nos Bombeiros Voluntários de Évora, no Sindicalismo – SPZS, nas Autarquias – Assembleia de Freguesia da Horta das Figueiras e na ANAFRE. Tem uma paixão especial pela Música: membro da Tuna Académica do Liceu Nacional de Évora (da qual foi vice-presidente), membro e fundador do Coro de Professores e Alunos do Liceu Nacional de Évora – 1970/71 e membro e Presidente da Direcção do Coral Évora.

Filipe Mesquita de Oliveira
Filipe Mesquita de Oliveira, Doutorado em Música e Musicologia pela Universidade de Évora, é actualmente Professor Auxiliar nessa instituição. O seu domínio de especialização é a música instrumental ibérica dos séculos XVI e XVII, em particular a de tecla. Tem vindo a desenvolver trabalho de investigação em torno da música instrumental portuguesa também noutros períodos históricos, nomeadamente, no período final do Antigo Regime. Como conferencista conta com diversas apresentações em eventos de carácter científico em Portugal e no Estrangeiro. Também tem publicado em revistas científicas portuguesas e estrangeiras. Actualmente coordena o projecto “Música Sacra em Évora no Século XVIII”, que estuda o arquivo musical da Sé de Évora.

José Rodigues dos Santos
Nasceu em Évora, Portugal, a 21/12/1943. Obteve sucessivamente a Licenciatura em Sociologia, Paris, Sorbonne, em 1966; o Mestrado em Sociologia Paris, École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS) em 1969, o Doutoramento em Antropologia Social e Etnologia, Paris, EHESS, em 1995. Obteve o Doutoramento Antropologia do Simbólico e da Cultura, pelo ISCTE, Lisboa, em 1996. Obteve a Agregação em Ciências Sociais, Universidade de Évora, em 2008. Depois de várias décadas de ensino e investigação em França, foi de 1996 a 2000, Professor Auxiliar, na Universidade de Évora, de 2000 a 2008, foi Professor Associado e de 2008 a 2014, Professor Associado com Agregação na Academia Militar, Lisboa, onde se jubilou. É autor de numerosas publicações científicas em Sociologia e em Antropologia. Investigador integrado desde 1998 no CIDEHUS – Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades – Universidade de Évora (de 2006 a 2012, Investigador responsável do projecto “Dinâmicas do Cante Alentejano”). Trabalha actualmente sobre uma antropologia das festas de touros, nomeadamente a corrida de touros de estirpe andaluza.

Luís Henriques site

Ensemble Eborensis

Ensemble Mensurable

Semana da cultura Coreana

Fonte

16 A 20 Maio Programa gratuito

Com um programa gratuito de workshops e um espectáculo, a Semana da Cultura Coreana dá a conhecer – e a experimentar – a língua, a escrita, técnicas artesanais e folclore popular, entre outras expressões da cultura tradicional deste país.
A Semana da Cultura Coreana é uma iniciativa da Embaixada da Coreia em Portugal, que se realiza no Museu do Oriente pelo quarto ano consecutivo.

 

Festa do Cinema disponibiliza 94.000 lugares a 2,5 euros em 500 salas

Fonte

A segunda edição da Festa do Cinema realiza-se de 16 a 18 de maio, disponibilizando 94.000 lugares a 2,5 euros, em 500 salas que aderiram à iniciativa, em todo o país, revelou hoje a organização.

A festa realizou-se pela primeira vez em maio de 2015, organizada pelos exibidores e distribuidores portugueses, estendeu-se a cerca de 500 salas de cinema de todo o país, também com bilhetes a custarem 2,5 euros, e contou com cerca de 200.000 espectadores.

Na altura, a organização afirmava que esta iniciativa pretendia “celebrar o ato cultural e social de ir ao cinema”, numa altura em que a exibição em sala enfrenta forte concorrência com outros modelos de exibição, nomeadamente através da Internet.

A Festa do Cinema é uma iniciativa da Associação Portuguesa de Empresas Cinematográficas, com o apoio do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) e dos distribuidores de conteúdos audiovisuais.

De acordo com dados estatísticos do ICA, em 2015, as salas de cinema registaram 14,5 milhões de espectadores e 74,9 milhões de euros de receita bruta de bilheteira, o que representou um aumento de cerca de vinte por cento em relação a 2014.

Durante a festa do Cinema, os bilhetes custam 2,5 euros para qualquer sessão (com excepção dos filmes com óculos 3D), em qualquer das 500 salas de cinema em actividade, num total de 94.000 lugares, universo que abrange todas as capitais de distrito.

Programação

Humor, cultura e momentos em família no Museu Municipal

Fonte / Débora Soares

Durante o mês de Maio, os penafidelenses vão ter exposições, yoga, teatro, e a apresentação do novo romance de Alberto Santos “Para lá de Bagdad”. Tudo isto, no Museu Municipal de Penafiel, em que o objecto do mês é o escudo do “Baile dos Turcos”, de origem muçulmana e usado no Corpo de Deus.

Tudo começa neste sábado, dia 7, com a inauguração da exposição de pintura “A minha arte é o meu coração” do pintor António Ribeirinho, que se estenderá até 5 de Junho.

Na sexta-feira, 13 de Maio, às 21h30, será a vez de Alberto Santos, autor de “A Escrava de Córdova”, “A Profecia de Istambul” e “O Segredo de Compostela”, apresentar o seu novo romance, “Para Lá de Bagdad”.

Já no dia 15, às 11h00, o museu dinamiza a actividade “aula aberta de yoga” que se vai prolongar pelos meses de Maio, Junho e Julho, no terceiro domingo de cada mês. Estas aulas “inspiradas na exposição permanente da sala da Arqueologia, oferecem aos participantes novas formas de ver o mundo e de se experimentarem a si mesmos”, explica nota de imprensa da Câmara Municipal de Penafiel.

No dia 18, “Dia Internacional dos Museus ”o museu penafidelense dinamizará, às 10h00 e às 14h30, o evento “Eu sou da paisagem”.

Passados três dias, na Noite Europeia dos Museus, chega a vez da peça “Óculos de Sol” subir ao palco, às 21h30. Esta peça de comédia, que retrata a história de uma governanta difícil e intolerante e de uma viúva negra autoritária, que bebe às escondidas, é aconselhável para maiores de seis anos, terá a duração de uma hora e a entrada é gratuita mas com capacidade limitada.

Quase a acabar o mês, no domingo, dia 29, entre as 15h00 e as 18h00, no âmbito do evento “Ao domingo no Museu”, o Museu dinamiza a actividade “Bailes da Festa” destinados a família e ao público em geral.

MNAA Agenda Digital Maio 2016

Museu Nacional de Arte Antiga mostra pela primeira vez mais de 300 peças das reservas

Terceira edição do Trampolim Gerador leva mais de 60 iniciativas culturais ao bairro lisboeta da Mouraria

Fonte

Francisco Seco / AP

O bairro lisboeta da Mouraria vai acolher a terceira edição do Trampolim Gerador, promovendo mais de 60 iniciativas culturais de acesso gratuito, no dia 14 de maio, das 15:00 às 24:00, com concertos, teatro, cinema, poesia, dança e gastronomia.

Sob o mote “Cultura portuguesa a dar o salto”, o evento pretende proporcionar “uma experiência de descoberta cultural e artística” na Mouraria, disse à agência Lusa o mentor do projeto, Miguel Bica.”A ideia é que as pessoas tenham uma experiência múltipla”, através de “um conjunto muito grande de iniciativas, de um leque muito ecléctico”, reforçou o responsável.

O Trampolim Gerador na Mouraria vai ter actividades a decorrerem em mais de 30 espaços diferentes deste bairro de Lisboa, desde o famoso Largo da Severa à Igreja da Nossa Senhora do Socorro, passando pelo Zé da Mouraria ou pelo Chinês Clandestino, até ao Edifício do Inatel.

O desafio da descoberta prende-se com a ideia de que “em cada esquina pode estar uma exposição interessante ou uma pessoa a fazer arte urbana, ou um ilustrador a fazer banda desenhada, ou um poeta a declamar poemas, ou um teatro numa varanda de um restaurante chinês ou numa garagem, ou um ciclo de cinema num ginásio”, explicou Miguel Bica.

O Trampolim Gerador visa “democratizar e descodificar aquilo que é cultural e trabalhar a cultura como identidade portuguesa”, afirmou o mentor do projecto, considerando que todos os cidadãos devem ter acesso à cultura, uma palavra que tem que perder o elitismo que lhe está associado.

De acordo com Miguel Bica, o bairro da Mouraria é a maior expressão da multiculturalidade na cidade de Lisboa, com “uma mistura cultural de muitos sítios do mundo”, apresentando-se com o “palco perfeito” para receber “mais de 150 artistas, da Mouraria e do país inteiro”.

Durante toda a tarde de 14 de maio, o Trampolim Gerador vai ter “música, performances ao vivo, teatro, fotografia, arte urbana, artes plásticas, oficinas, cinema, gastronomia, visitas guiadas e muito humor, pela mão de vários artistas convidados e com um amplo envolvimento da comunidade local”.

Entre os destaques na programação do evento encontram-se o concerto intimista de JP Simões na escadaria do Largo do João do Outeiro, o funaná dos Celeste/Mariposa, o espectáculo de teatro “Escuridão Bonita” às escuras numa garagem, assim como a poesia na Igreja Nossa Senhora do Socorro, com Carla Chambel, Vicente Alves do Ó e Filomena Cautela.

Miguel Bica disse que o objectivo “é que seja um evento para todos”, com actividades para crianças, jovens e adultos.

“O Trampolim Gerador está feito para se modificar e para se deixar absorver pelo espaço que o acolhe”, afirmou o mentor do evento, referindo que o projecto começou com uma edição zero no Largo de São Paulo, depois realizou a primeira edição na Praça das Flores, saltando depois para a segunda edição no Príncipe Real.

O objectivo é realizarem-se duas edições do Trampolim Gerador por ano, saltando de um sítio para o outro em cada edição. Está, por isso, a ser “cozinhada” a quarta edição, que será também este ano, após a visita pelo bairro da Mouraria.

A organização do evento cabe ao Gerador, plataforma de ação e comunicação para a cultura portuguesa que promove autores e entidades ligadas à arte, ao cinema, à literatura, à banda desenhada, aos costumes populares e aos ofícios nacionais.

Oitavo aniversário do Museu do Oriente. Actividades Gratuitas

Fonte

No dia 8 de Maio assinala-se o 8º aniversário do Museu do Oriente, que abriu as portas em 2008. Sendo o oito considerado um número de muita sorte na China, o Museu celebra esta data com um programa comemorativo gratuito, que compreende visitas temáticas, espectáculos, conferências, demonstrações e ateliês. O programa do 8º Aniversário pretende assim reflectir não apenas as diferentes áreas de actuação do Museu mas sobretudo a diversidade de culturas nele representadas e a pluralidade dos diálogos que promove.

Programação

Festival de Sintra 2016

Fonte

Realizar um Passeio Musical através do tempo e do espaço é a matriz do Festival de Sintra 2016.
Abrindo-se para um universo mais jovem, leva-nos desde o impacto do piano de Michael Nyman ao experimentalismo da música turca ou árabe, do piano solista aos dois pianos e ao piano a quatro mãos, da grande tradição romântica de um recital Chopin ao ecletismo da evolução histórica de Bach a Bartók, do exotismo de se apresentarem em piano Fados e Tangos por Olga Prats, uma referência incontornável do pianismo português, à abertura ao jovem Vasco Dantas, já muito mais do que uma promessa no panorama musical do nosso país.

Prof. Adriano Jordão

Diretor Artístico do 51º Festival de Sintra

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