P.A.M. – Património, Artes e Museus

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Museus DGPC – Férias de verão 2016

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Praia com guarda sol verde 100×180 Raquel Taraborelli – Impressionismo arte pinturas –

Durante as Férias de Verão, alguns Museus da DGPC organizam actividades relacionadas com o seu Património e Colecções, de forma a aproveitar o tempo livre dos mais jovens.

Visitas temáticas, jogos de descoberta, oficinas /ateliês de expressão plástica, teatro, música, dança …, constituem algumas das ofertas onde a diversão e aprendizagem prometem estar sempre presentes.

Inscrições abertas!

Conheça a programação disponível:

LISBOA

COIMBRA

 

 

Lusitania romana, origen de dos pueblos

Via

El Museo Arqueológico Nacional descubre por primera vez en Madrid la historia de Lusitania, la provincia romana creada hace más de 2000 años en el finis terrarum, el territorio del actual Portugal al sur del Duero y una zona de España, fundamentalmente Extremadura, Salamanca y el área más occidental de Andalucía. Su capital, la colonia Augusta Emerita, se convertiría en la población más importante de la fachada occidental del Imperio y en la primera capital efectiva de la península ibérica, tras la reforma administrativa de Diocleciano.

Estructurada en nueve áreas, la exposición recorre cinco siglos de historia de esta provincia, una de las menos conocidas del occidente romano pese a la importancia de su evolución, tanto por su localización, el extremo del mundo conocido, como por la diversidad de pueblos que la formaron y el significado político de su creación.

La sociedad, la cultura, la economía y la religión se reflejan en las más de 200 piezas exhibidas, procedentes de 12 instituciones portuguesas y tres españolas, que incluyen cuatro museos nacionales, cinco regionales y seis municipales.

Entre los fondos destacan 15 objetos de gran valor histórico y arqueológico, clasificados por el Estado portugués como “Tesoros Nacionales”, que han salido excepcionalmente del país con motivo de esta exposición, primero al Museo Romano de Mérida y ahora al MAN.

Lusitania Romana mostrará piezas tan significativas como el árula de Endovélico; la estela de Arronches, un ejemplar único de inscripción en lengua lusitana; los frescos de la Casa de Medusa, de Alter do Chão; el brazo de estatua de bronce monumental de Campo Maior; y dos entalles hallados en las excavaciones de Medellín.

Se exhiben también el sarcófago de las Estaciones del Museu Nacional Soares dos Reis, así como un variado conjunto de bronces provenientes de Torre de Palma, pertenecientes a la colección del Museu Nacional de Arqueologia de Lisboa, y la cabeza de Galieno, del Museu Municipal de Lagos Dr. José Formosinho.

Oito novas exposições para ver em Lisboa e uma em Madrid

Via / Lina Santos

Imagem de uma das peças da exposição “Lightopia” | ORLANDO ALMEIDA/ GLOBAL IMAGENS

Museu do Dinheiro, MAAT e Galeria 111 inauguraram esta quinta-feira oito exposições. E há mais uma. Em Madrid no MAN, mostram-se achados arqueológicos da Lusitânia.

Galeria 111

1. Ver o que salta aos olhos.

Júlio Pomar e Vitor Pomar realizam uma exposição conjunta do seu trabalho, que foi inaugurada esta quinta-feira, às 21:00, na Galeria 111, em Lisboa, onde ficará até 09 de Setembro (o espaço encontra-se encerrado durante o mês de Agosto).

“Ver o que salta aos olhos” é o título desta exposição de dois pintores de gerações diferentes – Júlio Pomar, com 90 anos, e Vítor Pomar, com 67 anos – que pretende “desenhar convergências e divergências, paralelismos, oposições e complementaridades”, segundo a galeria.

Museu do Dinheiro

2. Ânforas imperiais.

As ânforas, usadas na Antiguidade Clássica para transportar alimentos quase sempre, fornecem boas pistas sobre as transacções e a produção na Bacia do Mediterrâneo. É de fragmentos destas peças, fabricadas em vários locais da Lusitânia, assim como das moedas usadas nestas trocas que se faz esta exposição no Museu do Dinheiro, que explica também a importância do porto de Olisipo na economia romana.

O arqueólogo Artur Rocha faz visitas guiadas nos dias 9 de Julho, 10 de Setembro e 1 de Outubro, às 15.00. A exposição pode ser vista até 31 de Dezembro.

3. Cada Dia.

O artista Pedro Valdez Cardoso apresenta, desde quinta-feira, dia 30, no Museu do Dinheiro, em Lisboa, uma instalação sobre as contradições da existência humana.

A escultura simula uma carroça de tração animal que transporta uma pilha de barras douradas feitas em pão e, ao lado, outra peça exibe um par de chinelos em folha de ouro.

Fica até 08 de Outubro.

4. Passagem para o Outro Lado.

Teresa Milheiro mostra um projecto de joalharia no qual recria a imagética medieval, dando corpo a esculturas-marionetas inspiradas na trilogia das Barcas, de Gil Vicente, encenado o imaginário associado à travessia, da vida para a morte, também no Museu do Dinheiro, desde esta quinta-feira (e até 08 de Outubro).

Passagem para o outro lado reúne treze delicadas figuras, feitas em ouro, prata ou bronze, e que remetem para a imperfeição da sociedade e dos seus valores.

MAAT

5. Lightopia.

Concebida em 2013 pelo Vitra Design Museum, Lightopia tem estado em itinerância pela Europa e apresenta-se agora na renovada Central Tejo, antecipando a programação do Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (MAAT), um projecto de dois edifícios – o antigo museu da Electricidade e o edifício ao lado, um projecto da arquitecta britânica Amanda Levete, que só abre portas no dia 5 de Outubro).

Neste exposição, mostram-se exemplares do design da luz, tanto numa perspectiva histórica como numa perspectiva criativa. Reúne mais de 300 obras e fica até 11 de Setembro.

6. Segunda Natureza.

A propósito da natureza que já não o é, após a intervenção do homem, este é um primeiro olhar sobre a colecção de obras de arte que, nos últimos dez anos, tem sido reunida pela Fundação EDP e que, com o novo museu, Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, terá lugar cativo. A curadoria é de Luísa Especial e do director da instituição, Pedro Gadanho. Foram seleccionadas cerca de 40 obras da autoria de artistas como Alberto Carneiro, Gabriela Albergaria, Vasco Araújo, Sandra Rocha, Pedro Vaz, Fernando Calhau, João Queiroz, entre outros, até 16 de Outubro.

7. Silóquios, Solilóquios sobre a Vida, a Morte e outros Interlúdios.

Um projecto com três anos da autoria do artista Edgar Martins, que, entre Londres e Lisboa, com passagem pelo Instituto de Medicina Legal, desenvolveu esta exposição em torno da morte violenta, até 16 de Outubro.

8. Artist’s Film Festival.

Nove filmes de vários autores espalham-se agora pela sala das Caldeiras da Central Tejo, misturadas com o percurso expositivo do museu enquanto exemplar de património industrial. Foram escolhidos por Inês Grosso, curadora da exposição, a partir de uma plataforma internacional de troca de conteúdos de que a Fundação EDP faz parte. Dos 16 instituições envolvidas, entre elas a galeria britânica Whitechappel, foram seleccionados nove cujo ideia combina arte e tecnologia, ou não estivéssemos nas caldeiras da antiga fábrica de electricidade.

MAN Madrid

Lusitânia Romana, origem de dois povos

A exposição Lusitânia Romana, origem de dois povos abriu ao público, na sexta-feira, no Museu Arqueológico Nacional (MAN) de Espanha, em Madrid, com mais de 200 peças pertencentes a 12 instituições portuguesas e três espanholas.

A exposição estará aberta ao público até 16 de Outubro próximo, depois de já ter passado por várias cidades portuguesas e por Mérida, em Espanha.

A Lusitânia romana, criada há mais de 2.000 anos, incluía todo o actual território português a sul do rio Douro, a Extremadura espanhola, e parte da província de Salamanca, também em Espanha.

Arte rupestre sul-coreana no Museu do Côa até Outubro

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Especialistas assinalam que o sítio arqueológico do Bangudae mostra “as mais antigas” representações conhecidas “em todo mundo” da caça à baleia, com cerca de seis mil anos

O Museu do Côa, em Vila Nova de Foz Côa, mostra até Outubro outra arte rupestre, numa exposição “única” em toda a Europa sobre um centro de pesca à baleia da Coreia do Sul datado do Neolítico.

O Sítio Arqueológico de Bangudae, junto à cidade sul-coreana de Ulsan, é composto por gravuras de um período entre 6.000 e 1.000 antes de Cristo (aC), tendo sido descoberta a primeira rocha com gravuras do Neolítico, na década de 70 do século passado.

Em declarações à agência Lusa, o director do Parque Arqueológico do Vale do Côa, António Batista, disse que a exposição reflecte um tipo de arte rupestre diferente da existente no vale do Côa.

“Quem visitar o Museu do Côa (MC), tem agora um complemento para poder apreciar ou traçar uma linha paralela entre a arte rupestre do Côa e a do Vale do Bangudae, na Coreia do Sul”, frisou o também arqueólogo.

Especialistas assinalam que o sítio arqueológico do Bangudae mostra “as mais antigas” representações conhecidas “em todo mundo” da caça à baleia, com cerca de seis mil anos.

Apesar das diferenças, “o painel 1 do Bangudae mostra algumas particularidades que se podem comparar com as do Côa. É que ambos [os sítios] estavam ameaçados pela construção de barragens”, explicou o arqueólogo.

Segundo o técnico, os coreanos tiverem interesse em perceber como foi resolvido o problema das gravuras do Côa aquando da ameaça pela construção de uma hidroelétrica.

Aliás, foi o facto de a arte do Côa ter estado ameaçada pela construção de uma barragem, em meados da década de 90 do século passado, que os cativou para este “intercâmbio pré-histórico”.

No caso coreano, a mini-hídrica de Ulsan foi construída em 1965 e as gravuras só vieram a ser descobertas em 1971, sendo apenas visíveis, em alguns dos casos mediante as oscilações da subida ou descida das águas do rio Daegokcheon, um afluente do Taehwa que atravessa o centro da Ulsan.

Toda a mostra de arte rupestre agora patente no MC está montada para que visitante perceba melhor as diversas etapas do projecto arqueológico do Museu do Petróglifo do Bangudae, em Ulsan.

“A exposição também foi trabalhada e desenhada para as três salas de exposições do Museu do Côa, em que o visitante começa na arte rupestre e termina na Coreia do Sul actual”, enfatizou António Batista.

A exposição representa a segunda parte de um intercâmbio entre a Fundação Côa Parque e a entidade congénere asiática. Na primeira, em 2015, o Museu do Côa apresentou no Museu do Petróglifo de Bangudae, na cidade coreana de Ulsan, uma exposição da arte rupestre do vale do Côa, visitada por mais de 35 mil pessoas.

Inscrito na Lista da UNESCO como Património da Humanidade em 1998, o Vale do Côa é considerado pelos especialistas “o mais importante sítio com arte rupestre paleolítica de ar livre”.

Fora do Padrão: Lembranças da Exposição de 1940

Via

Paulo Guedes

Ao longo de um ano, mais ou menos o tempo que levou a preparação da Exposição do Mundo Português inaugurada em 1940, uma equipa de antropólogas entrevistou mulheres e homens portugueses que na sua infância ou adolescência a visitaram.

Esta exposição constrói-se a partir das suas lembranças registadas em vídeo e materializadas em pequenos objectos e fotografias que evocam sentidos e emoções pessoais fora do padrão, fora do registo e memória institucional dos Arquivos oficiais, e para além do Padrão dos Descobrimentos e dos Monumentos que habitualmente balizam a memória de Belém e da nação. Pretende-se que a visita estimule outras lembranças e vistas do passado que a Memória tende a colocar à sombra dos Monumentos.

A equipa de investigação é do CRIA –  Centro em Rede de Investigação em Antropologia, coordenada por Maria Cardeira da Silva (CRIA / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas) e a concepção plástica é da responsabilidade do Pintor António Viana. De 25 de Junho a 30 de Outubro de 2016 no Padrão dos Descobrimentos, em Belém.

Capital da Cultura do Eixo Atlântico arranca na quinta-feira

FonteOlímpia Mairos

A Orquestra Gulbenkian, com Mário Laginha, vai na abertura da Capital da Cultura do Eixo Atlântico. Foto: Gulbenkian

Um concerto da Orquestra Gulbenkian e Mário Laginha, na quinta-feira, dá o arranque à iniciativa Vila Real – Capital da Cultura do Eixo Atlântico. No mesmo dia, é inaugurada a Bienal de Pintura do Eixo Atlântico e faz-se uma evocação do escritor Trindade Coelho.

A programação estende-se até Outubro, mas a autarquia de Vila Real revela apenas a agenda para os dois primeiros meses, Maio e Junho, que inclui a realização de 120 eventos de teatro, música, cinema ou literatura a decorrer em 19 locais da cidade e envolvendo mais de 30 entidades públicas e privadas.

Para a vereadora do pelouro da Cultura da Câmara de Vila Real, Eugénia Almeida, a Capital da Cultura do Eixo Atlântico é “uma oportunidade para a promoção da região, para atrair mais visitantes e divulgar a actividade cultural que já é feita neste território”.

“A Capital da Cultura que irá decorrer aqui não será um ano de excepção, não será um ano anormalmente rico em eventos culturais, não representará uma inflação artificial de vida cultural do concelho que esvaziaria no dia seguinte ao seu encerramento”, completa o presidente da autarquia, Rui Santos.

O autarca reitera que a “intenção é criar uma montra que permita aos agentes culturais levarem a sua oferta a mais de sete milhões de pessoas no Norte e na Galiza”.

Esta é a primeira vez que duas cidades, Vila Real e de Matosinhos, partilham o título de Capital da Cultura do Eixo Atlântico. Vila Nova de Gaia foi Capital da Cultura do Eixo Atlântico em 2009, Viana do Castelo em 2011 e Ourense em 2014.

A Capital da Cultura do Eixo Atlântico decorre a cada dois anos e foi criada em 2007 com o objectivo de “potenciar as expressões culturais das cidades do Norte de Portugal e da Galiza, consolidar os valores comuns e promover os artistas portugueses e galegos das mais diversas áreas”.

Cultura e a criação produzida em cidades galegas e portuguesas

Até Junho, passarão pela cidade de Vila Real os Deolinda, a Orquestra Sinfónica do Porto e a Orquestra Barroco e serão apresentadas as peças “O Misantropo” e “Ensaio sobre a cegueira”. decorrerá ainda o encontro euro regional e universitário de artes cénicas, que junta seis universidades portugueses e galegas, bem como o congresso internacional Infowine.forum.2016.

As Festas da Cidade e o Circuito Automóvel de Vila Real serão também mote para algumas manifestações culturais.

A programação da Capital da Cultura do Eixo Atlântico agrega vários eventos que já fazem parte da programação regular da cidade para os meses de verão, como o Rock Nordeste, os concertos de verão do teatro municipal ou o Festival Douro Jazz.

Para além dos equipamentos culturais como o teatro, os museus, a biblioteca ou o grémio, os eventos vão ainda espalhar-se por outras instituições como a universidade, a Casa de Mateus e até mesmo o centro histórico, que vai acolher exposições e um ciclo de artes de rua.

Produtores locais como a “Covilhete na Mão”, a “Shortcutz”, a “Transa” e várias associações do concelho dão também o seu contributo em áreas como a música, as exposições, o cinema, a música tradicional.

O programa integra protagonistas de ambos os lados da euro-região, cumprindo assim o objectivo principal de “celebrar a cultura e a criação produzida em diferentes cidades” galegas e portuguesas.

Programação Matosinhos .pdf

Programação Vila Real

É o povo que contará a história da aldeia que se uniu pelo seu padre

Via / SARA DIAS OLIVEIRA

In Memoriam – Cerco a Lourosa é uma peça multidisciplinar e comunitária que remexe memórias de 1964 no largo da igreja. Apresentação acontece dia 24.

Maria Bolena tinha 17 anos e lembra-se dos dias em que o povo de Lourosa, da então aldeia da Vila da Feira, tentou impedir a saída do padre Damião Bastos, jovem de 26 anos, natural de Gondomar. O Paço Episcopal tinha indicado outra paróquia para Damião, o pároco que entrava nas fábricas de cortiça, jogava sueca e bilhar nos cafés, não cobrava a quem não podia pagar. A aldeia juntou-se no largo da igreja, em vigília permanente, não arredou pé para garantir que ninguém levava o padre. O sino da igreja tocava a rebate ao mínimo sinal suspeito. “Os patrões abriam os portões das fábricas e diziam-nos: ‘ide para o arraial que vão levar o padre Damião’. Ele ia para as fábricas, ia ver a bola, falava com o povo”.

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Centenário da morte de Ramalho Ortigão.

Dia 14, às 19H, realiza-se a segunda conferência no âmbito do centenário da morte de Ramalho Ortigão.

“Cebolas feias, lindas mãozinhas. O pensamento estético em Ramalho Ortigão.” , Professora Maria João Ortigão.

Marcações prévias, inscrições gratuitas – Inscrições/ Informações: 21 770 11 35
Local: Grémio Literário, R. Ivens n.º 37
Organização: DMC/ DPC-Gabinete de Estudos Olisiponenses
Apoio: Grémio Literário

GRUPO DE LEITURA “CYRANO DE BERGERAC” de Edmond Rostand

Via

13 e 20 de Outubro de 2015

(2 sessões – 19h00 – Palácio Fronteira)

Informações e Inscrições gratuitas – fcfa-cultura@netcabo.pt / 217784599.

Cyrano de Bergerac numa gravura do século XVII

A peça Cyrano de Bergerac tem interpelado os leitores desde a sua criação por Edmond de Rostand em 1897. Em vida do autor foi representada mais de 400 vezes e conhecem-se, até ao presente, mais de duas dezenas de adaptações ao cinema, em várias línguas.

Podemos perguntar-nos acerca das razões desta longa preferência do público por este texto. O que tem, a peça, de tão especial?

Um dos seus encantos é, certamente, o facto de encenar algumas das inquietações humanas mais profundas: pode um de um corpo desajeitado albergar uma alma bela? Pode o amor generoso e total passar despercebido ao ser amado?

A estas inquietações junta-se, nesta peça, uma outra reflexão, cara a quem escreve, perturbante para quem lê: a afirmação do poder encantatório da escrita e a ideia de que é possível, através da palavra, não só convencer, mas seduzir.

PROGRAMA / PROPOSTA DE LEITURAS

13.10.2015 – Grupo de Leitura sobre a obra “Cyrano de Bergerac” de Edmond Rostand, coordenado por Vanda Anastácio.

20.10.2015 – Visionamento  comentado  do  filme  “Cyrano  de  Bergerac”,  do  realizador Jean-Paul Rappeneau, com  Gérard  Depardieu, Anne  Brochet e  Vincent    Perez. Comentários  e discussão por Nuno Júdice tradutor da peça para português. (Haverá um curto intervalo de 20 minutos).

Apoio: Institut Français du Portugal e Antena 2

Local: Palácio Fronteira, Largo São Domingos de Benfica, 1 – Lisboa

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Festival 6 Continentes leva cultura e entretenimento a Buarcos

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Buarcos, Figueira da Foz, acolhe o Festival internacional 6 Continentes  nos próximos dias 17 e 18 de Outubro.

O  Festival 6 Continentes  tem como objectivos promover a Língua Portuguesa, incentivar o desenvolvimento de laços sociais, culturais, comerciais entre os povos e uma maior união dos vários Países e Comunidades de Língua Portuguesa, combinando da melhor forma o lado cultural com o do entretenimento.

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