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Mosteiro de Alcobaça com a maior projeção numa única fachada em Portugal

XVII Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais – 19 a 22 de Novembro

O Mosteiro de Alcobaça acolhe uma vez mais a Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais, de 19 a 22 de Novembro. A celebrar a 17ª edição, o evento conta este ano com a maior projecção de vídeo mapping numa única fachada a nível nacional, percorrendo os 200 metros da fachada do Mosteiro de Alcobaça.

“A Mostra Internacional está devidamente implantada na agenda cultural nacional mas todos os anos procuramos introduzir algumas inovações. Estamos confiantes que este espectáculo audiovisual terá um grande impacto junto dos visitantes da mostra”, afirmou o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio, na conferência de imprensa de lançamento do certame.

O vídeo, produzido pelo atelier Ocubo.com, será o momento alto das comemorações dos 25 anos da classificação do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça como Património Mundial da UNESCO e dará destaque ao importante legado da Ordem de Cister e a sua importância no desenvolvimento social, cultural e económico em Alcobaça. A banda sonora inclui composições originais, concebidas especialmente para este espectáculo, e música dos alcobacenses The Gift.

Para o Presidente da Câmara, “esta será seguramente uma das mais ambiciosas edições desta mostra internacional. Estamos na expectativa de aumentar significativamente o número de visitantes gerando um impacto positivo na economia local. Queremos igualmente distribuir o elevado número de visitantes pelos 4 dias do certame em vez da habitual enchente de domingo”. As 4 projecções diárias durante os primeiros 3 dias do evento – de 19 a 21 de Novembro – reflectem esta nova estratégia por parte da organização.

O vídeo mapping “ALCOBAÇA – A LUZ DO AMOR” será exibido no seguinte horário:

  • Quinta, 19 nov: 20h00, 21h00, 22h00 e 23h15
  • Sexta, 20 nov: 20h00, 21h00, 22h00 e 23h15
  • Sábado, 21 nov.: 20h00, 21h00, 22h00 e 23h15

Bilhetes (Maiores de 12)

1 dia: 1€

4 dias (pulseira livre trânsito): 2,5€

Promovido pelo Município de Alcobaça, em parceria com o Turismo do Centro e com o apoio da Direção Geral do Património Cultural e do Mosteiro de Alcobaça, o vídeo mapping promete ser um inesquecível espectáculo de luz, som e imagem.

De 19 a 22 de Novembro, a XVII Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais é uma oportunidade única para degustar, em pleno Mosteiro de Alcobaça, Património da Humanidade e uma das Sete Maravilhas de Portugal, o melhor do receituário conventual não só de Alcobaça mas, também, de outros mosteiros, conventos e pastelarias, tanto nacionais como internacionais.

A Doçaria Conventual em Alcobaça é riquíssima e herdeira das tradições gastronómicas dos Monges e Monjas de Cister, senhores dos antigos Coutos de Alcobaça que, em mais de oito séculos de permanência na região, deixaram como marca de excelência a sua dedicação aos Doces Conventuais. São famosas as cornucópias, o Pão-de-Ló de Alfeizerão, as trouxas-de-ovos, a ginja de Alcobaça, entre muitas outras iguarias.

Em pleno Mosteiro de Alcobaça, eleito pela UNESCO património da Humanidade e uma das Sete Maravilhas de Portugal, poderá degustar o melhor do receituário conventual não só de Alcobaça mas, também, de outros mosteiros, conventos e pastelarias, tanto nacionais como internacionais.

PROGRAMA

Documentos para Download

Lançamento do livro – “A Capela de São João Batista da Igreja de São Roque. A encomenda, a obra e as coleções”

Via

 

“A Capela de São João Baptista da Igreja de São Roque – A encomenda, a obra, as colecções”

O Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Dr. Pedro Santana Lopes, e o Presidente do Conselho de Administração da Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Dr. Rui Carp, convidam V. Exa. para o lançamento do livro

A CAPELA DE SÃO JOÃO BAPTISTA DA IGREJA DE SÃO ROQUE – A ENCOMENDA, A OBRA, AS COLECÇÕES

que terá lugar na Igreja de São Roque no dia 18 de novembro, às 18h30.

O livro, cuja coordenação científica é da autoria da Professora Doutora Teresa Leonor M. Vale, será apresentado por S. Exa. o Secretário de Estado da Cultura, Doutor Nuno Vassallo e Silva.

Receba AQUI o convite.

Colóquio Internacional «Coleções de Arte em Portugal e Brasil nos séculos XIX e XX: Histórias e Conexões

23-25 NOV | Rio de Janeiro

Participação de investigadores do ARTIS no Colóquio Internacional «Coleções de Arte em Portugal e Brasil nos séculos XIX e XX: Histórias e Conexões»:

“Pinturas dos ‘Primitivos Portugueses’ nas antigas colecções reais do Rio de Janeiro e no actual Museu D. João VI”, por Vítor Serrão.

“Os modelos de gessos de estátuas antigas da Academia Real de Belas-Artes de Lisboa”, por Maria João Neto.

“O Leilão da coleção do Conde do Ameal: as aquisições do Estado Português para os Museus Nacionais”, por Clara Moura Soares.

Conferência – ” Do acto de arquivar o som ao Arquivo Nacional de Som. História de uma ainda-não-existência”

A próxima sessão do Entre Arquivos abordará o tema dos arquivos sonoros. Terá lugar na Biblioteca António Rosa Mendes, na Universidade do Algarve, em Faro, no dia 28 de Novembro, pelas 14h30.
Esta sessão contará com a parceria do Centro de Estudos Ataíde Oliveira.

Resumo da conferência
A frase, já tantas vezes repetida, ainda não produziu o efeito desejado: Portugal é um dos poucos países do mundo sem um arquivo nacional de som.
Ao mesmo tempo, nunca estivemos tão próximo de concretizar essa realidade.
Nesta comunicação procurarei traçar a história do tratamento do património sonoro em Portugal, com especial enfoque no processo conduzido pelo Museu do Fado visando a constituição do seu arquivo digital. Procurarei apresentar algumas das razões para a sua necessidade, colocar hipóteses para este sistemático esquecimento e sintetizar os projectos a curto e médio prazo — em fase de implementação ou a implementar — com vista à sua concretização.

Nota biográfica
Pedro Félix é investigador do Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança (FCSH-UNL) e colabora com o Museu do Fado, tendo realizado trabalhos sobre músicos e tecnologia, indústria da publicação e património sonoro. Co-coordenou a Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX onde publicou mais de 50 verbetes. Integrou a equipa responsável pela elaboração da candidatura do Fado a Património Cultural Imaterial da UNESCO, coordenando e desenvolvendo o trabalho de terreno e o projecto fonográfico.

Para mais informações: https://www.facebook.com/Entre-Arquivos-675331035821806/…

Congresso «A Batalha e o Mosteiro de Santa Maria da Vitória. História de uma Vila e Construção de um Mosteiro»

Via

CONGRESSO «A BATALHA E O MOSTEIRO DE SANTA MARIA DA VITÓRIA. HISTÓRIA DE UMA VILA E CONSTRUÇÃO DE UM MOSTEIRO»
Mosteiro da Batalha | 12 e 13 de novembro de 2015

pub: 21 de outubro de 2015
Apresentação

A construção do Mosteiro de Santa Maria da Vitória inicia-se no ano de 1385 sob a égide de D. João I e tendo como mestre das obras Afonso Domingues. A tão grandiosa obra de construção durou cerca de três séculos, e possibilitou que a Escola Artística Batalhina se tornasse uma referência nacional. Consequentemente desenvolveu-se a Vila da Batalha, que se tornaria um lugar com bastante importância nacional em termos artísticos, uma vez que lá residiam e para lá caminhavam e convergiam um grande número de artistas nacionais e europeus das mais variadas áreas de trabalho, desde a arquitectura, escultura e tumulária, vitral, entre outras. Assim sendo pode-se afirmar que a Vila da Batalha nasce com a construção do Mosteiro de Santa Maria da Vitória e conjuntamente uma escola artística, o que podemos constatar não só no Mosteiro, como também na Igreja Matriz, na Casa da Misericórdia e na Ponte de Boitaca.

É também a partir do século XIX que nasce no Mosteiro de Santa Maria da Vitória o primeiro Restauro Monumental, segundo os princípios de intervenção da época, levado a cabo inicialmente por Luiz da Silva Mouzinho de Albuquerque, originando a criação de um novo gosto e técnica, também estes seguidos a nível nacional em outros edifícios monumentais.

A partir destas premissas e dos estudos recentes acerca da edificação do mosteiro e da vila, bem como dos seus artistas, os Centros de Investigação ARTIS – Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras de Lisboa, CIDH – Cátedra Infante Dom Henrique da Universidade Aberta, CITCEM da Universidade do Porto e CLEPUL da Universidade de Lisboa, em parceria com o mosteiro da Batalha, consideram ser o contexto e momento ideal para a organização de um congresso subordinado ao tema «A Batalha e o Mosteiro de Santa Maria da Vitória. História de uma Vila e Construção de um Mosteiro», a realizar na Batalha, nos dias 12 e 13 de Novembro de 2015.

Instituições promotoras

ARTIS – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
CIDH – Universidade Aberta
CITCEM – Faculdade de Letras da Universidade do Porto
CLEPUL – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Instituições colaboradoras

Direção Geral do Património Cultural – Mosteiro da Batalha
Câmara Municipal da Batalha
Museu da Comunidade Concelhia da Batalha
Instituto Europeu de Ciências da Cultura Padre Manuel Antunes

Comissão Organizadora

Patrícia Alho (presidente)
Joana Pinho
Marta Dias
Patrícia Monteiro

Comissão Cientifica

Prof. Doutor Fernando Grilo (Artis – FLUL) (presidente)
Prof. Doutora Clara Moura Soares (Artis – FLUL)
Doutora Joana Balsa de Pinho (CIDH – UAb/CLEPUL – FLUL)
Prof. Doutora Joana Ramôa Melo (IHA – FCSH/UNL)
Prof. Doutora Leonor Botelho (CITCEM – FLUP)
Prof. Doutora Lúcia Rosas (CITCEM – FLUP)
Prof. Doutora Maria João Baptista Neto (Artis – FLUL)
Doutora Marta Dias (CITCEM – FLUP)
Doutora Patrícia Monteiro (CIDH – UAb/CLEPUL – FLUL)
Prof. Doutor Saúl Gomes (CHSC – UC)

Contactos

Email: congressobatalha@gmail.com
15 Euros: participante sem Comunicação
20 Euros: participante com Comunicação

Os naturais e moradores no concelho da Batalha terão um desconto de 10% no pagamento da inscrição.

Formas de pagamento das inscrições

Depósito ou transferência bancária
Conta Montepio: 071.10.009246-0
NIB: 0036.0071.99100092460.71
IBAN: PT50.0036.0071.9910.0092.4607.1
BIC/SWIFT: MPIOPTPL
Via paypal, mediante pedido através do email: ieccpma@gmail.com
Cartaz
[ver]

COLÓQUIO INTERNACIONAL «ARQUITETURA ASSISTENCIAL LUSO-BRASILEIRA DA IDADE MODERNA À CONTEMPORANEIDADE: ESPAÇOS, FUNÇÕES E PROTAGONISTAS»

Via

FLUL (Anfiteatro 3) e Universidade Lusíada | 09 e 10 de Novembro de 2015

O presente Colóquio, organizado por instituições parceiras na investigação do Património da saúde, pretende reunir comunicações que contemplem o entendimento da Arquitectura assistencial no mais alargado escopo cronológico possível, no contexto do espaço luso-brasileiro, provendo uma abordagem global e pluridisciplinar com a caracterização das várias tipologias arquitectónicas associadas a esta importante função.

A compreensão da arquitectura como resultado de uma funcionalidade concreta e do imaginário e repertório estético dos comendadores, mesclando instituições e personalidades, deve somar-se aos estudos dedicados a conservação e restauro destes espaços, reflectindo intersecções entre ideais e técnicas antigas e contemporâneas.

A organização deste evento é da responsabilidade científica do  ARTIS – Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, do Gabinete de Investigação “Misericórdias e Instituições similares: assistência, património e cultura” (CLEPUL), ambos da Universidade de Lisboa, do Grupo de pesquisa “Saúde e Cidade: arquitectura, urbanismo e património cultural”, registado no Conselho Nacional de Pesquisa – CNPq (Brasil), integrando investigadores da Universidade Federal do Pará e da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), assim como do CITAD (Centro de Investigação em Território, Arquitectura e Design) da Universidade Lusíada de Lisboa.

Programa [ver]

Inscrições

Participantes com comunicação: 20 euros
Alunos das Instituições organizadoras: 10 euros
Público: 30 eurosPara formalizar a inscrição, deverá enviar um e-mail para: arquitetura.assistencial@gmail.com.

Formas de pagamento das inscrições

Depósito ou transferência bancária
Conta Montepio: 071.10.009246-0
NIB: 0036.0071.99100092460.71
IBAN: PT50.0036.0071.9910.0092.4607.1
BIC/SWIFT: MPIOPTPL

Via paypal, mediante pedido através do email: ieccpma@gmail.com

Nota: Os participantes terão direito à publicação das actas do colóquio, em formato digital, assim como a um certificado de participação.

Ciclo de conferências II – Fotografia no Feminino. Cláudia Camacho, 03 Novembro (terça-feira)

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Brígida Mendes e Rita Magalhães | Do olhar difuso

Há quem defenda que a invenção da Fotografia não deve ser considerada um facto isolado, mas sim uma consequência e um culminar de uma tradição pictórica que teve início no Renascimento e que se encaminhou para uma representação fiel da realidade tendo como base a percepção visual humana. Assim sendo, poderíamos então falar já de uma “pintura fotográfica” antes da irrupção da Fotografia. Contudo, a percepção visual humana está cheia de irregularidades:
simulação, ficção, realidade, ilusão, manipulação passaram a ser noções de conceito que a fotografia herdou da prática pictórica, alimentando novas formas de ver, de interpretar e de assumir o, por si só, visível. Esta comunicação irá debruçar-se sobre os trabalhos fotográficos de Brígida Mendes (Tomar, 1977) e Rita Magalhães (Luanda, 1974).

Cláudia Camacho | Licenciada e Mestre em História da Arte. Doutoranda em História da Arte Contemporânea (Facultad de Bellas Artes, Universidad Complutense, Madrid). Curadora de diversas exposições em territórios nacional e internacional. Coordenadora do sector educativo no Festival PhotoEspaña|07. Em 2009 é-lhe atribuído o prémio/bolsa de curadora residente convidada pela Academy of Fine Arts and Design para o European Month of Photography, em Bratislava, Eslováquia. Coordenadora do Ciclo de Debates da ARTELISBOA 2011 e do Ciclo de Debates sobre Arte Contemporânea do Festival IN – Inovação e Criatividade 2013. Em 2014 é-lhe atribuída a bolsa para o programa Erasmus para Jovens Empreendedores, em Londres (University College London).
É directora da AntiFrame, empresa nacional especializada em consultoria artística e responsável pelo Alibi – Guia de Exposições e Eventos de Arte Contemporânea em Portugal.

Museu da Assembleia da República – Peça do Mês – Outubro 2015

assembleia_outubroMaqueta para a Estátua da República, personificada no feminino e em idade jovem, representada de corpo inteiro, de frente e em contraposto, com barrete frígio (acessório atribuído à Liberdade desde o século XVIII, por confusão com o barrete pileu), toga clássica, clâmide e a Bandeira Nacional envolvendo a cintura e as pernas. Apoia a mão esquerda sobre o Escudo de Armas português e ergue uma tocha acesa na mão direita (elemento que em 1836 foi adjudicado por Auguste Dumont ao Génio da Liberdade francesa, e em 1886 por Frédéric Auguste Bartholdi à alegoria da Liberdade franco-americana, funcionando como símbolo da Luz prometeica e dos sentidos herméticos nela expressos, com os quais o autor da maqueta portuguesa estaria familiarizado, em virtude da sua colaboração na empreitada decorativa do Restaurante Abadia, no Palácio Foz). A figura insere-se num nicho arquitectónico que recria o espaço a ocupar pela obra final.

Concebida por Costa Mota, sobrinho, esta maqueta ficou classificada em terceiro lugar na segunda edição do concurso para a Estátua da República destinada ao Hemiciclo, da qual saiu vencedora a proposta de Anjos Teixeira. A imagem referencia-se no modelo francês criado por Gustave Michel, no ano de 1890 (em Jonzac) e replicado em 1894 (em Châtellerault) e em 1904 (em Lorient), divergindo quase somente na lateralidade (sendo nisso mais próxima da última versão), na abolição da espada e na adaptação das insígnias. O posicionamento do corpo, a envolvência do drapeado e a elevação do braço já haviam inspirado o autor para a maqueta que submetera à primeira edição do concurso (da qual não houve vencedor e onde Costa Mota fora agraciado com o segundo prémio), deixando óbvia a confiança que a boa classificação lhe transmitira.

Esta obra marcará presença na exposição comemorativa do primeiro centenário do concurso aberto pela Comissão Administrativa do Congresso da República, a inaugurar em finais de outubro no Palácio de São Bento.

Imagens
Estátua comemorativa do centenário da Revolução Francesa, concebida por Gustave Michel e fundida em bronze por Louis Gasne, em 1890. Châtellerault, França. Fotografia de F. Moreau.

Maqueta para a estátua da República, António Augusto da Costa Mota (sobrinho), 1916, estafe, inv. n.º MAR 67.

Casa Museu Medeiros e Almeida. Exposição Temporária ‘TIME LAPSE’ RUEFFA


Exposição de NEO POP ART; a interacção da técnica
Personalidades que estão expostas face ao espectador em grande plano, criam um diálogo sem palavras. É uma nova realidade na pintura e, na escultura: um instantâneo monumental.

TIME LAPSE .pdf

Conheça a artista:

Patente até

2015-11-07 17:30:00 na Sala de Exposições Temporárias

Casa Museu Medeiros e Almeida. Peça do mês de Outubro, ‘Os Grotescos’, duas tapeçarias ‘O Camelo’ e ‘Oferta a Pã’

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