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Lançamento dos Cadernos do Arquivo Municipal n.º 5

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O Arquivo Municipal de Lisboa vai lançar o quinto número da 2.ª série dos
Cadernos do Arquivo Municipal, revista científica com arbitragem por pares que
conta nesta edição com a coordenação da Professora Doutora Raquel Henriques da Silva, professora na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade
NOVA de Lisboa e coordenadora científica do Mestrado em Museologia nesta
Universidade.

Este número dos Cadernos do Arquivo Municipal é dedicado ao tema Histórias
de casas e de quem lá vive(u). Os dez artigos aprovados para publicação
abrangem um leque variado de temas desde a sociologia histórica, arquitectura,
património, história da arte e história patrimonial.

Os textos publicados são:
Palácio dos Estaus de Hospedaria Real a Palácio da Inquisição e Tribunal
do Santo Ofício
Delminda Maria Miguéns Rijo

A “Herdade de São Roque” do Convento da Trindade de Lisboa. A sua
origem e urbanização em 1554-1555 integrada no Bairro Alto e análise de
um dos seus lotes, o do Palácio dos Condes de Tomar antiga Hemeroteca
Municipal
João Miguel Ferreira Antunes Simões

O Palácio dos Marqueses de Alegrete à Mouraria: do Palácio ausente à
memória do sítio
Maria Alexandra Trindade Gago da Câmara / Teresa Campos Coelho

Palácio do Machadinho – As múltiplas vidas de uma casa
Hélia Cristina Tirano Tomás Silva / Tiago Borges Lourenço

Os palácios dos barões e viscondes de Zambujal em Setúbal e Lisboa
Maria João Pereira Coutinho

O Palácio da Quinta das Águias na Junqueira – Histórias e memórias
Ana Cláudia Perez Coelho

O palácio do marquês de Angeja e o colapso do painel frontal do chafariz de el-Rei
António Augusto Salgado de Barros

Palacete Mendonça: ecletismo, internacionalismo e progresso
Júlia Zurbach Varela

Segue-se a secção da Documenta que divulga documentos à guarda do Arquivo Municipal de Lisboa.
A revista contempla ainda uma secção: a Varia onde se apresentam dois artigos sobre “A casa dos meus avós no bairro de Alvalade: considerações entre o projecto arquitectónica e a vida de uma família”, de Diana Lopes Pereira e “Da Representação do Mundo: as exposições internacionais e a Expo’98”, de Nuno Gomes Martins.

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Faustin Linyekula vai dançar no Carmo | JOSÉ FRADE

O bailarino e coreógrafo Faustin Linyekula actua amanhã, a partir das 19.00, nos renovados Terraços do Carmo. Uma noite musical dançante para entrar no fim de semana. 

 O espectáculo, entre a performance e o concerto, junta o congolês a músicos, DJs e bailarinos da cidade de Lisboa e está incluído na programação das Festas de Lisboa .

Faustin Linyekula é o convidado deste ano da bienal Artista na Cidade. Nesta performance nos Terraços do Carmo conta com os DJ Maboku e Lilocox, três bailarinos (para além dele, Papy Ebotani e Hélio Santos), uma actriz, Teresa Coutinho e dois músicos (João e Boris do grupo Duas Semicolcheias Invertidas).

É grátis.

Fernando Pessoa nasceu há 128 anos

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13 JUN
SEGUNDA
ENTRADA LIVRE

Em dia de aniversário, um programa alargado: um recital e uma oficina para os mais pequenos à tarde; o concerto de Sofia Vitória ao fim do dia.

 

PROGRAMA:

Às 15h20, Pessoa: uma sinfonia, um recital, para famílias, de Ana Sofia Paiva com Otto Pereira (violino) e Raquel Reis (violoncelo).

Às 16h30, Música… que sei eu de mim?, oficina de poesia, musicalidade e oralidade para famílias e crianças a partir dos 6 anos, com Ana Sofia Paiva.

Às 19h00, concerto de apresentação do projecto ECHOES de Sofia Vitória, um trabalho que parte dos textos em inglês de Fernando Pessoa.

Ao longo do dia a visita à CFP tem redução de 50%

 

Apresentação do livro”Era um Rio e Chorava – 80 poemas para 80 anos”

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Quarta edição do Festival de Bandas e Música, da Banda de Música de Sabrosa

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Nos próximos dias 17, 18 e 19 de Junho de 2016, Sabrosa acolhe a quarta edição do Festival de Bandas e Música, da Banda de Música de Sabrosa. Serão três dias de música e festa, com entrada livre, compostos por um programa variado, de onde se destaca o I ENCONTRO DE TUNAS ACADÉMICAS, O III ENCONTRO DE GRUPOS ZÉS PEREIRAS, actuação do grupo IMPAKTO, da DJ DIANA FERREIRA e a realização do IV FESTIVAL DE BANDAS FILARMÓNICAS.

O festival inicia-se no dia 17, pelas 21h00, na sede da Associação Recreativa Cultural e Musical do Concelho de Sabrosa com o I ENCONTRO DE TUNAS ACADÉMICAS. Estarão presentes a Tuna Académica de Lamego, Transmontuna, Vibratuna e Tunamira.

No dia 18 realiza-se, pelas 20h30, o III Encontro de Grupos Zés Pereiras, que tem como grupos convidados os Grupos de Zés Pereiras de Celeirós, Os Pochas, Sabrosa e Os Trovões. Na mesma noite atuam ainda o grupo IMPAKTO e, no fim da noite, a DJ DIANA FERREIRA.

No dia 19, domingo, acontece o IV FESTIVAL DE BANDAS FILARMÓNICAS. Entre as 10h00 e as 20h00 estarão em Sabrosa cinco Bandas Filarmónicas, nomeadamente, Banda filarmónica da ACULMA – Lisboa, Banda Filarmónica Cidade de Castelo Branco, Banda de Música de Loureiro – Oliveria de Azeméis, Banda de Música de Sabrosa e Banda de Música de Sanguinhedo, que farão, da parte da manhã, um desfile pelas principais ruas da vila de Sabrosa, estando guardados para a parte da tarde os concertos das mesmas.

O IV FESTIVAL DE BANDAS E MÚSICA – BANDA DE MÚSICA DE SABROSA é organizado pela A.R.C.M.C.S. – Banda de Música de Sabrosa, tem o apoio da Fundação Inatel e da Câmara Municipal de Sabrosa e é patrocinado pelo Lagar da Sancha, Super Bock e Associação Sabrosa Douro XXI.

­­Contactos:

933 991 758 / 912 129 134

e-mail:

bandasabrosa@gmail.com

facebook:

https://www.facebook.com/IV-Festival-De-Bandas-E-M%C3%BAsica-Banda-De-M%C3%BAsica-De-Sabrosa-1715043292098157/

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Junho volta a ser o mês da fotografia no Museu de Lamego

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O Ciclo de Fotografia regressa em Junho ao pátio do Museu de Lamego, no âmbito da programação de verão. Na quarta edição, será a “A Fotografia na Arquitectura” a estar em destaque, num projecto que, em 2016, conta com comissariado do arquitecto Alexandre Alves Costa. Depois do sucesso de ano passado, há ainda lugar para o regresso do projecto “10 Vidas. 10 Olhares”, onde dez participantes dão forma a dez olhares sobre o mundo. O tema? Só poderia ser a arquitectura.

A fotografia da arquitectura tem vindo a ganhar força em Portugal, a partir do momento em que a imagem abandona o mero registo do trabalho do arquitecto, para passar ela própria a ser uma obra de arte. O trabalho final será sempre uma releitura do fotógrafo que interpreta de acordo com a sua técnica, conhecimento, sensibilidade. Ao mesmo tempo, as paisagens urbanas são cada vez mais marcadas por edifícios que redefinem a própria identidade das cidades, tornando-se objectos de contemplação estética.

No pátio do Museu, Fernando Guerra, Inês d’Orey e Nelson Garrido são os fotógrafos convidados que vão dar forma a este tema, expressando a sua própria percepção da arquitectura.

Pelo segundo ano consecutivo, depois do sucesso de 2015, às exposições em formato de projecção multimédia volta a juntar-se o projecto “10 Vidas. 10 Olhares” que desafia fotógrafos amadores a partilharem a sua visão do mundo.

Cada participante foi convidado a utilizar a máquina fotográfica, que poderá ser a do seu telemóvel, para registar tudo o que lhe desperte a atenção no âmbito do tema do ciclo. No final, deverá escolher as que considera as suas 10 melhores fotografias que integrarão a 24 e 25 de Junho a última exposição do Ciclo de Fotografia.

Está lançado o mote para que a quarta edição do Ciclo de Fotografia do Museu de Lamego seja um sucesso. Entrada Livre.

FERNANDO GUERRA

Nasceu em 1970, em Lisboa. Licenciou-se em arquitectura em 1993 pela Universidade Lusíada de Lisboa, trabalhou durante cinco anos em Macau como arquitecto (1994-1999). Leccionou a cadeira de Projecto II no curso de Arquitectura da Arca-Euac (Escola Universitária das Artes de Coimbra), entre 1999 a 2005.

Certificado pela Epson Digigraphie® em 2007; desde 2008 agenciado por VIEW Pictures, Londres – Reino Unido; e também, desde 2006 agenciado por FAB PICS – International Architecture Photography, Colónia – Alemanha. O seu trabalho encontra-se representado em diversas colecções particulares e públicas. O Museu MoMa em Nova Iorque adquiriu em 2015 seis trabalhos de Fernando Guerra para a sua colecção permanente.

INÊS D’OREY

Inês d’Orey nasceu no Porto em 1977. Desenvolve projectos de autor e trabalha como fotógrafa independente para clientes privados e instituições públicas. Expõe e publica frequentemente o seu trabalho em Portugal e no estrangeiro. Estudou Fotografia na London College of Printing, em Londres, com bolsa do Centro Português de Fotografia. Foi vencedora do prémio Novo Talento Fotografia FNAC em 2007. Realizou residências artísticas na Fundação Inês de Castro e no Carpe Diem, Arte & Pesquisa. Publicou em 2010 o seu primeiro livro, ‘Mecanismo da troca’, e em 2011 ‘Porto Interior’. Inês d’Orey é representada pela Galeria Presença.

NELSON GARRIDO

Nelson Garrido nasce em Vila Nova de Gaia, Portugal em 1974. Em 1996 conclui o Bacharelato em Tecnologias da Comunicação Áudio Visual. No mesmo ano, frequenta uma formação avançada em fotografia na escola Karel de Grote-Hogescholl Antwerpen, na Bélgica, e faz um estágio em fotografia digital e de grande formato no Studio Brison, também na Bélgica. De regresso a Portugal, trabalha em regime de freelancer com várias revistas, na área da fotografia de reportagem e de arquitectura. De 1997 a 1999 colabora como assistente num estúdio de fotografia de Moda. Em 2000, conclui a licenciatura em Comunicação Social e em 2005 a Licenciatura em Fotografia. Em 2005, ganha 3 menções honrosas no concurso de fotojornalismo da revista Visão e vence a categoria de fotografia de arquitectura do Euro Press Photo Awards da Fuji Film. Desde 2006 dá aulas de fotografia de arquitetura no Instituto Português de Fotografia. Foi premiado no Prémio Estação Imagem|Mora em 2010  e 2011. Em Março de 2011 expõe no Palácio das Artes no Porto o trabalho “Do Deserto clandestinidade”, que trata da imigração clandestina na Mauritânia. Desde 2004 que fotografa arquitectura para alguns dos melhores gabinetes e revistas da especialidade. Expõe o trabalho “Home Less” na Bienal de Arquitectura de Veneza de 2016.

Faz música Lisboa 2016

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Fête de la Musique

O projecto Faz Música Lisboa está inserido na festividade internacional Fête de la Musique e consiste na organização de uma festa dedicada à música ao vivo, realizada num dia, no seio da cidade de Lisboa e de livre acesso para os participantes.

Os valores da Festa baseiam-se no envolvimento da sociedade civil à volta dos músicos amadores e profissionais da sua cidade, criando valor cultural e promovendo os espaços citadinos.

Seguindo a tradição da Fête de la Musique, celebrada internacionalmente no mês de Junho e presente em 116 países e 450 cidades, participam na Faz Música Lisboa! estilos musicais tão diversos como Rock, Bossa Nova, Fado, Folk e Música Clássica.

A organização do evento está a cargo da Associação Faz Música Lisboa, fundada em 2010 por João Cruz, Nuno Almeida e Diogo Santos e que actualmente conta com um total de 13 colaboradores.

A primeira edição da Faz Música Lisboa! ocorreu no dia 18 de Junho de 2011 com concertos a ocorrer em simultâneo em 6 palcos, no Jardim da Estrela (Música América Latina), Jardim das Amoreiras (Jazz/Blues), Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva (Música Clássica), Alto de S. Francisco (Fado), Jardim do Príncipe Real (Rock) e Miradouro de S. Pedro de Alcântara (Rock). Participaram mais de 30 grupos musicais e entidades dedicadas ao ensino e divulgação da música, como os serviços culturais da Embaixada de França, o Hot Clube de Portugal, a Academia de Amadores de Música, a Fábrica Braço de Prata, a Casa do Brasil e o Catacumbas Jazz Bar.

O trabalho prosseguiu nos anos seguintes, tendo a inserção nas Festas de Lisboa e o apoio do BNP Paribas contribuído para a sustentabilidade do evento de forma a atingir o objectivo, de criar um marco cultural diferenciado na cidade de Lisboa.

Na 6ª edição nos dias 17, 18 e 19 de Junho contamos com o seguinte programa:

6º feira 17 Junho:
17-23h Príncipe Real – Reggae: Hallelu’JAH; Chaparro & Rasnatura Band; Off The Lip; Kwantta; JahVai; URBANVIBSZ

Sábado 18 Junho (interrupção às 20h para transmissão do jogo de Portugal no Euro-16):
16-23h Largo Camões – Rock: Panteras Negras; Nooj; Punk Some Noise; Papaléguas
16-23h Avenida: Rock – The Electric Howl; Then They Flew; Sebenta; Lucky Lupe
16-23h Jardim da Torre de Belém – Rock: Ambar; Mero Acaso; Espaço em branco; The Cheers Leaders; Old Yellow Jack

Domingo 19 Junho:
18-20h Estufa Fria – Fado: Guitarras: Bernardo Romão e Pedro Saltão; Fadistas: Matilde Cid, Teresa Landeiro e outros a confirmar
16-21h Jardim das Amoreiras – Blues: Yara Cambinda; Grupo Gerajazz; Dog’s Bollocks; A Lady e Os Lobos Maus; Norton’s Project
16-23h Príncipe Real – Músicas do Mundo: KM Mostafa Anwar; José Braima Galissá; FFFFF; Buba Djabaté; Sabor tropical; Mistura Pura Duo – Funky Menestrellos
15-21h Jardim do Torel – Lusofonia: Banda Olim; Marília Schanuel; Pedro Limpo; Maria João Fura; Daniela Mendes; Balaco Black

Site / Programa download / Excertos de música

Exposição ” Santos ao pé da porta fazem Mil artes»

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A exposição ” Santos ao pé da porta fazem Mil artes» é a mais recente iniciativa da «3+ Arte – Cooperativa Artística e Cultural», que prevê levar ao seu espaço – situado no Largo Joaquim Magalhães, em Vila Nova de Gaia – uma série de obras relacionadas com a tradição dos santos populares.

Para 12 de Junho está agendada, não só, a inauguração da exposição, como também a entrega de prémios aos melhores artistas, cujos trabalhos apresentados ficarão – juntamente com os restantes – em exibição até ao dia 29 do mesmo mês.

O concurso – que pretendeu, sobretudo, promover, fomentar e estimular o interesse pelas artes plásticas a nível local e nacional – foi aberto a toda a comunidade e recebeu trabalhos de artistas das mais diversas idades. A criatividade era o limite, uma vez que as técnicas de execução e os materiais utilizados eram livres. Dessa forma, e porque os trabalhos são muito diferentes entre si, está a ser feita uma segmentação em duas categorias: os de cariz mais tradicional, por um lado; os de teor contemporâneo, por outro. Cada categoria terá obras eleitas com os 1.º, 2.º e 3.º lugares, estando os prémios assegurados pela Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e pela Niepoort Vinhos S.A..

Situada em pleno Centro Histórico, a «3+arte» assume-se como um projecto de âmbito cultural que visa a dinamização das artes plásticas no concelho de Vila Nova de Gaia, promovendo o intercâmbio artístico num espaço aberto à comunidade e direccionado para as artes plásticas, reutilização e reciclagem, onde coabite a trilogia exposição, formação e produção de peças de arte.

Quatro museus do Porto, Lisboa, Leiria e Pinhel disputam Museu Português 2016

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Museu de Pinhel

O Museu da Misericórdia do Porto, o Museu Teatro Romano de Lisboa, o Museu Municipal de Leiria e o Museu Municipal de Pinhel estão nomeados para o Prémio Museu Português 2016, organizado pela Associação Portuguesa de Museologia.

O Museu da Misericórdia do Porto, o Museu Teatro Romano de Lisboa, o Museu Municipal de Leiria e o Museu Municipal de Pinhel estão nomeados para o Prémio Museu Português 2016, organizado pela Associação Portuguesa de Museologia (APOM).

Contactado pela agência Lusa, João Neto, presidente da APOM, indicou que são estes os quatro finalistas apurados para o prémio de melhor museu, cujo vencedor vai ser anunciado na sexta-feira, numa sessão que se realiza a partir das 15:30, no Museu do Dinheiro, em Lisboa.

 Este é um dos principais galardões de um palmarés com cerca de 30 categorias que esta entidade dedicada à museologia atribui anualmente, desde 1997, a museus, projetos, profissionais e actividades desenvolvidas no sector. Os prémios são referentes ao ano anterior à atribuição.

O Museu da Misericórdia do Porto, inaugurado em 2015 pela Santa Casa da Misericórdia do Porto, no centro da cidade, revisita os 500 anos de história daquela instituição e apresenta uma mostra das suas colecções de arte.

O percurso museológico integra a Igreja da Misericórdia, construção do século XVI, que recebeu uma grande intervenção no século XVIII, protagonizada por Nicolau Nasoni, e a Galeria dos Benfeitores, exemplar da arquitectura do ferro e vidro da cidade.

Construído na época do Imperador Augusto, o Teatro Romano de Lisboa, ocupa a vertente sul da colina do Castelo e apresenta um percurso com uma área de exposição, um campo arqueológico e as ruínas do teatro.

Além da exposição de materiais e elementos recolhidos, o museu disponibiliza suportes multimédia com informação sobre o Teatro Romano e a sua história, actualizando os dados sobre a arqueologia, os planos de conservação e recuperação.

Abandonado no século IV d.C., permaneceu soterrado até 1798, ano em que as ruínas foram descobertas durante a reconstrução pós-terramoto.

Foi objecto de várias campanhas arqueológicas, desde 1967, que recuperaram parte das bancadas, da orquestra, da boca de cena e do palco e um conjunto de elementos decorativos.

 O Museu Municipal de Leiria – cuja origem remonta a 1917, com a criação do Museu Regional de Obras de Arte, Arqueologia e Numismática de Leiria – foi inaugurado em 2015, com um conteúdo que enquadra o acervo do antigo museu, as colecções artísticas municipais e a reserva arqueológica.

Possui dois espaços expositivos: o primeiro faz uma leitura geral da história do território, com objetos, acontecimentos e mitos, e, no segundo, são apresentadas exposições temporárias que aprofundam temáticas e colecções específicas.

O novo Museu Municipal de Pinhel, distrito da Guarda, inaugurado em 2015, acompanha a história do território, desde os materiais arqueológicos da pré-história, a ocupação romana, a época medieval, com objectos militares.

O período moderno é representado, entre outras peças, com esculturas provenientes de igrejas e capelas desaparecidas, exposição de bandeiras dos ofícios, tradicionalmente usadas em procissões.

O percurso do museu termina na actualidade, com testemunhos de pinhelenses, residentes no concelho, no país ou espalhados pelo mundo.

Os prémios são atribuídos pela APOM — fundada em 1965 -, para incentivar o espírito de preservação e divulgação do património dos museus, segundo a associação, e distinguem ainda, entre outros, a melhor intervenção e restauro, o melhor catálogo, mecenato e projecto museográfico.

Dia Internacional dos Arquivos

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