P.A.M. – Património, Artes e Museus

Início » zzdatajulho

Category Archives: zzdatajulho

Orgão da Igreja da Lapa no Porto comemora 21 anos com Ciclo de Concertos

Via

No próximo dia 07 de Julho o Monumental Órgão de Tubos na Igreja de Nossa Senhora da Lapa, no Porto comemora 21 anos.

Para assinalar a data a Irmandade da Lapa indicou os organistas residentes Tiago Ferreira e Filipe Veríssimo que irão executar obras de Bach, Reger e Dupré.

Seguem-se concertos nos dias 08, 10, 13 e 16 de Julho com alguns organistas e músicos reconhecidos nacional e internacionalmente.

No dia 17 de Julho a Igreja da Lapa assinala também 260 anos de existência – 1.ª pedra da sua construção.

A Igreja da Lapa é detentora de um Monumental Órgão de Tubos com cerca de 32 toneladas, 15 metros de altura, 10,5 metros de largura e 5 metros de profundidade, dispondo de 64 registos, 256 combinações, 4 teclados e 4500 tubos e um carrilhão de 42 sinos. O maior tubo do órgão é de madeira e mede 10,12 metros de altura. O tubo mais pequeno é de metal e mede 9 milímetros.

Foi construído pelo organeiro alemão Georg Jann que o considerou a sua obra-prima e custou na altura 200 mil contos, um milhão de euros na moeda actual. Metade dessa verba foi angariada por donativos da comunidade.

Foi uma revolução há 20 anos atrás trazer este órgão para a cidade do Porto, financiado com o apoio de mecenas portuenses e a festa da sua inauguração contou com a oferta de vinho do Porto, servido directamente dos tubos, a todos os visitantes.

Desde então o panorama musical de música sacra nunca mais foi o mesmo e por lá passaram os melhores organistas do mundo. Até hoje a igreja da Lapa é frequentada pelos seus concertos, pela qualidade musical e pelo seu órgão de tubos.

Desde o início do ano a Irmandade da Lapa tem promovido visitas guiadas ao seu património: Igreja, Casa da Irmandade e Cemitério.

Prograna dos concertos comemorativos do 21º Aniversário do Órgão de Tubos da Lapa

Dia 07 de Julho pelas 21:30

Concerto comemorativo do 21º aniversário do Grande Órgão de Tubos da

Igreja da Lapa

Programa: Obras de Bach, Reger e Dupré

Organistas: Tiago Ferreira e Filipe Veríssimo

Dia 08 de Julho – 21:30

Transcrições para saxofone

Programa: Obras de Cage, Pärt, Vitali e Vivaldi

Saxofone: José Pedro Gonçalinho

Ciclo Gustav Mahler

Dia 10 de Julho – 21:30

5ª Sinfonia (Transcrição para órgão por David Briggs)

Organista: David Briggs

Dia 13 de Julho – 21:30

Kindertotenlieder (Transcrição para órgão por David Briggs)

David John Pike, barítono

David Briggs, órgão

Dia 16 de Julho – 21:30

2º Sinfonia “Ressurreição” (Transcrição para órgão por David Briggs)

Sara Braga Simões, soprano

Patrícia Quinta, contralto

Coro da Sé Catedral do Porto

Coro Polifónico da Lapa

Organista: David Briggs

Direcção: Filipe Veríssimo

Festival de Almada: Teatro nas duas margens do Tejo

Via / GABRIELA LOURENÇO

May B, coreografia de Maguy Marin estreada em 1981 e que passou em Portugal em 1992, estará na Escola D. António da Costa, a 6 de julho D. Grappe

1. Ricardo Pais, o mestre

Depois dos encenadores Luís Miguel Cintra e Peter Stein, é Ricardo Pais o homenageado na terceira edição de O Sentidos dos Mestres, trazendo ao festival o seu saber de teatro. Aprender a esquecer foi no nome dado a “três encontros terapêuticos com Ricardo Pais para gente mais ou menos do Teatro” (Casa da Cerca, 13-15 jul), a exposição Montra parte dos trabalhos do encenador (Escola D. António da Costa, 4-18 jul) e Ricardo Pais: entre camaradas juntará “o mestre” a algumas das pessoas com quem se tem cruzado em trabalho (Casa da Cerca, 9 jul).

2. A flor de Graça Morais

É de Graça Morais o cartaz desta 33.ª edição do Festival de Almada. Uma flor negra sobre fundo amarelo foi a proposta da pintora que terá duas exposições em Almada: Metamorfoses junta mais de 40 desenhos seus (Casa da Cerca, até 4 set) e Os Biombos mostra os três grandes painéis que criou para a peça com o mesmo nome, de Jean Genet e encenada por Carlos Avilez (Escola D. António da Costa, 4-18 jul). Em reposição estará ainda Graça – Suite Teatral em Três Movimentos, de Carlos J. Pessoa, do Teatro da Garagem, inspirada na pintora (Teatro Taborda, Lisboa, 15-17 jul).

3. O novíssimo teatro italiano

O festival já trouxe a Almada os emergentes do teatro argentino e espanhol. Este ano, é a vez do novíssimo teatro italiano, marcado pela crise económica europeia. “São jovens precários com vontade de fazer teatro e as histórias que nos contam têm muito a ver com o nosso contexto”, sublinha Rodrigo Francisco, diretor do festival. Teatro Sotterraneo, Illoco Teatro, Associazione Culturale Civilleri/Losicco, Dispensabarzotti e Carrozzeria Orfeo são as cinco companhias vindas de diferentes cidades de Itália.

4. As estreias portuguesas

O Teatro Meridional e o Teatro do Bairro regressam a Almada com duas estreias: A Lição, de Ionesco, com encenação de Miguel Seabra, sobe ao palco da Escola D. António da Costa a 8 de julho para depois seguir para o Meridional, em Lisboa (13-31 jul); Cimbelino, de tragicomédia Shakespeare, com encenação de António Pires, apresenta-se no mesmo lugar mas a 16 de Julho (e, depois de passar por Évora, estará no Museu Arqueológico do Carmo, de 3 a 13 de Agosto).

5. A Companhia de Teatro de Almada

Como já tem acontecidos nos últimos anos, a Companhia de Teatro de Almada convida encenadores estrangeiros para juntos fazerem uma nova criação. Este ano, numa coprodução com a companhia espanhola Nao d’amores estreia-se a peça de Gil Vicente com o mesmo nome, encenada por Ana Zamora (Nao d’amores, 5-6 jul, Teatro Municipal Joaquim Benite). Já em Feio, do alemão Marius von Mayenburg, o encenador franco-italiano Toni Cafiero dirige quatro actores portugueses (Teatro Municipal Joaquim Benite, 12-17 jul).

6. O mundo em Almada

Já vão sendo vários os criadores estrangeiros cúmplices do Festival de Almada. Nesta edição, regressam encenadores como a norueguesa Juni Dahr (Hedda Gabler, Casa da Cerca, 5-6 jul), o croata Ivica Buljan (Pílades, Incrível Almadense, 5 jul) ou o francês Joël Pommerat (Pinóquio, CCB, 15-16 jul). E há sempre espaço para primeiras vezes no festival: May B, coreografia de Maguy Marin estreada em 1981 e que passou em Portugal em 1992 (Escola D. António da Costa, 6 jul), Othello, Variação para Três Actores, de Nathalie Garraud (Incrível Almadense, 11-13 jul), O Terror e a Miséria (não só) no III Reich, de Jesús Garcia Salgado (Teatro da Trindade, 14 jul) são apenas três de muitos mais exemplos.

7. O teatro que vem da Alemanha

São dois dos nomes importantes do teatro europeu contemporâneo, ambos ligados à Schaubühne de Berlim, mas com visões bem diferentes daquilo que fazem em palco. Thomas Ostermeier regressa a Almada com dois espetáculos, uma versão do clássico A Gaivota, de Tchecov (Teatro Municipal Joaquim Benite, 10-11 jul) e a encenação de um texto contemporâneo (Susn, CCB, 14-15 jul). Já Falk Richter estreia-se no festival com Città del Vaticano, um olhar pós-dramático à identidade europeia e ao papel da Igreja (Teatro Nacional D. Maria II, 8-9 jul).

EDP Cool Jazz

Via

Cartaz

 

Ópera na Prisão

Via

Este espectáculo resulta da primeira fase do projeto PARTIS “Ópera na Prisão: Don Giovanni 1003, Leporello 2016”. O projecto iniciou-se em 2014 com uma troca de experiências musicais entre um grupo de reclusos da Prisão Escola de Leiria e uma equipa multidisciplinar de artistas, e termina no final de 2016 com o estabelecimento de pontes entre os reclusos e instituições artísticas das suas áreas de residência. Em 2015 realizou-se dentro da prisão um espectáculo de ópera que, inesperadamente para todos os envolvidos, sai agora para fora das grades.

 

Direção Artística
Paulo Lameiro

Quando

Qui, 30 Junho 2016
19:00 até 20:30

Onde

Sede – Grande Auditório
Av. de Berna, 45A, Lisboa
217 823 700
Google Maps »

Bilhetes

12€

Open House Lisboa 2016

Via

Em 2016, antecipamos a abertura das portas dos melhores espaços de Lisboa. Passamos do Outono para o Verão e, com isso, ganhamos dias mais luminosos e uma distribuição equilibrada da programação da Trienal de Lisboa ao longo do ano.

Assim, o Open House Lisboa passará a acontecer no primeiro fim-de-semana de Julho. A edição de 2016 terá lugar nos dias 2 e 3 de Julho.

Venha conhecer uma selecção da melhor arquitectura de Lisboa!

ORGANIZAÇÃO

A Trienal de Arquitectura de Lisboa é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é investigar, dinamizar e promover o pensamento e a prática em arquitectura. As edições que a cada três anos realizam um grande fórum de debate, reflexão e divulgação, são complementadas com uma actividade regular que inclui exposições, conferências e workshops, entre outros eventos.

Em co-produção com o Centro Cultural de Belém, realiza o ciclo Distância Crítica que apresenta 5 conferências de grandes nomes da arquitectura como Jacques Herzog (Herzog & De Meuron), Smiljan Radić, Kazuyo Sejima, entre outros.

Com sede no Campo de Santa Clara, tem desenvolvido a reabilitação do Palácio Sinel de Cordes que integra um pólo criativo com cinco residentes a par de uma programação de referência a nível nacional. Todos os anos, a Trienal promove o Open House Porto e o Open House Lisboa.

COMO FUNCIONA

O Open House é um evento internacional do qual fazem parte mais de 30 cidades em todo o mundo. Em 2012 a Trienal de Arquitectura de Lisboa implementou o conceito na capital de acordo com os seguintes objectivos e princípios base:

  • aproximar os cidadãos à arquitectura da cidade;
  • dar a conhecer espaços que habitualmente não estão abertos ao público;
  • organizar visitas gratuitas comentadas pelos autores ou especialistas convidados;

O sucesso da iniciativa prende-se com uma cuidadosa selecção dos edifícios que fazem parte do roteiro e por representar uma oportunidade única de dar a conhecer espaços icónicos da cidade, bem como as suas histórias e autores.

Durante o fim-de-semana do Open House Lisboa todos os espaços do roteiro são de acesso gratuito.

A maioria das visitas não exige reserva antecipada e é feita por ordem de chegada, com vista a facilitar a fluidez das entradas e permitir que um maior número de pessoas tenha acesso aos locais. Os casos excepcionais encontram-se devidamente assinalados no roteiro, com instruções de como proceder para fazer a reserva online da visita.

Seja a primeiro a conhecer o roteiro subscrevendo à nossa newsletter.

Existem três tipos de visita:

  • Visita Livre — visita ao espaço sem acompanhamento, dentro do horário estipulado;
  • Visita Acompanhada — visita ao espaço orientada pela equipa de voluntários Open House Lisboa;
  • Visita Comentada — visita ao espaço comentada pelo autor do projecto de arquitectura ou por um especialista convidado.

Para cada edição, contamos com uma entusiasta equipa de voluntários que acolhe os visitantes, fornece um olhar sobre o roteiro, dá sugestões ou faz recomendações adequadas a cada um.

#OPENHOUSELISBOA

Capture os momentos, ambientes e detalhes que mais despertaram a sua atenção e publique-os com o hashtag #openhouselisboa nas redes sociais.

Faça parte dos álbuns de memórias de cada edição. Contamos com uma participação crescente da comunidade OH Lisboa.

Site/Roteiros

Desenha-me um Fado / Draw me a Fado

Via

Mais de 20 artistas trazem a sua interpretação pessoal e inovadora do Fado em 2016.

Charivari Lab, com o apoio do Museu do Fado e da EGEAC, inaugura a 25 de Junho a sua nova exposição Draw Me a Fado, depois de lançar um ambicioso desafio à comunidade de artistas contemporâneos.

O que representa o Fado em 2016? Como interpretam os artistas este género musical? Que emoções lhes suscita? Estas foram algumas das questões que nortearam aqueles que aceitaram o desafio, com o objectivo de trazer uma interpretação inovadora e pessoal do Fado.

“Tivemos uma resposta muito positiva à nossa chamada de artistas, e acabámos por seleccionar mais de duas dezenas de grande qualidade, de dentro e fora de Portugal, que sem dúvida trarão uma nova forma de representar visualmente o Fado”, garante Rémi Gewin, fundador do Charivari Lab. A exposição conta não só com obras digitais, área em que se especializa a galeria do Charivari Lab, mas também criações em formatos mais tradicionais, apelando ao gosto de todos.

A inauguração da exposição Draw Me a Fado acontece no sábado, dia 25 de Junho, e contará com um momento musical de fados interpretados por Catarina Anacleto no violoncelo e Helena Mendes no acordeão. Às duas melhores obras, escolhidas por júri, serão ainda oferecidos prémios monetários a ser entregues no dia 2 de Julho.

Esta será uma exposição para escutar por linhas e cores o Fado que se interpreta no contemporâneo.

Aqui estão os artistas que farão parte da exposição Draw Me a Fado:

Ana Malheiro

Bárbara Moura

Butcher Billy

Carla Pinheiro

Claudia la Perna

Diana Barbu

Diyana Nikolova

Elsa Neves

Filipe Gomes

Francisco Ortigão

Helder Peleja

Hugo Lucas

Joaquim Chitas 

Luis Toledo

Lurdes Fonseca

Maísa Champalimaud

Marzia Grossi

Olivier Bonhomme

Pedro Batista

Pedro Rego

Petar Toskovic

Ricardo Inácio

Sean Loose

Tânia Ferrão

Festival ao Largo 2016

Via

festival_ao_largo_2016

08 a 30 de JULHO 2016

Lisboa, Largo de São Carlos.
Entrada livre.

Programação

Download Programação

08th July / 30th July, 2016

Lisbon, Largo de São Carlos.
Free entrance.

Programming

Festa Templária – Tomar

Via

Durante quatro dias, Tomar e as suas gentes fazem renascer, na cidade, a época medieval mas, mais que isso, a época dos Cavaleiros Templários e o legado que nos deixaram, até aos dias de hoje.

07 de Julho de 2016, quinta-feira
à
10 de Julho de 2016, domingo

A Ordem dos Templários, a mais rica e poderosa instituição do mundo medieval, envolta em lendas, segredos e misticismos representa para Tomar a sua génese, quando em 1159 Dom Afonso Henriques doa esta terra, como feudo, à Ordem. Dom Gualdim Pais, grão-mestre dos Templários, inicia um ano depois a construção do castelo que viria a ser a sede dos Templários em Portugal até 1314.

A edição de 2016 da Festa Templária pretende evocar o cerco de 1190, promovido pelas tropas do rei de Marrocos, Almançor, ao castelo de Tomar, que tem na data de 13 de julho a sua referência. Foi em Tomar que se travou o contra-ataque árabe de 1190, graças à valentia de Mestre Gualdim e dos seus cavaleiros. Na Mata dos Sete Montes, convidamo-lo a visitar o acampamento de Iacube Almançor, que cerca o Castelo Templário. Junto à Porta do sangue, assim conhecida pelas vidas aí perdidas durante o cerco de 1190, decorrerá o confronto das duas vontades: dos mouros de Almançor e dos cavaleiros Templários que lutam pela libertação. É este o mote da Festa Templária 2016.

Programa

Concert de l’Ensemble Eborensis

Via

L’Ensemble Eborensis est formé de 4 chanteurs, Inês Pinto, Patricia Hortinas (sopranos), Ana Lucia Carvalho (alto) et Luis Henriques (ténor et direction), qui se consacrent à l’interprétation des polyphonies vocales de l’école de la cathédrale d’Evora (ville jumelée avec Chartres) des 16ème et 17ème siècles.

Concert gratuit dans le cadre de Chartr’Estivales

Eglise St Aignan
le 30 Juin 2016 à 21:00

Luís Henriques e Ensemble Eborensis no festival “Chartrestivales”.

Via

Luís Henriques e Ensemble Eborensis interpretam obras Polifónicas  e de Cantochão Portuguesas dos séculos XVI e XVII na abertura do festival  “Chartrestivales”.

30 de Junho 21h00, Igreja de St.Aigan, Chartres

 

 

%d bloggers like this: