P.A.M. – Património, Artes e Museus

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Página Online da exposição “A Botica do Real Convento de Thomar”

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Click na Imagem para aceder

 

Museus DGPC – Férias de verão 2016

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Praia com guarda sol verde 100×180 Raquel Taraborelli – Impressionismo arte pinturas –

Durante as Férias de Verão, alguns Museus da DGPC organizam actividades relacionadas com o seu Património e Colecções, de forma a aproveitar o tempo livre dos mais jovens.

Visitas temáticas, jogos de descoberta, oficinas /ateliês de expressão plástica, teatro, música, dança …, constituem algumas das ofertas onde a diversão e aprendizagem prometem estar sempre presentes.

Inscrições abertas!

Conheça a programação disponível:

LISBOA

COIMBRA

 

 

Orgão da Igreja da Lapa no Porto comemora 21 anos com Ciclo de Concertos

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No próximo dia 07 de Julho o Monumental Órgão de Tubos na Igreja de Nossa Senhora da Lapa, no Porto comemora 21 anos.

Para assinalar a data a Irmandade da Lapa indicou os organistas residentes Tiago Ferreira e Filipe Veríssimo que irão executar obras de Bach, Reger e Dupré.

Seguem-se concertos nos dias 08, 10, 13 e 16 de Julho com alguns organistas e músicos reconhecidos nacional e internacionalmente.

No dia 17 de Julho a Igreja da Lapa assinala também 260 anos de existência – 1.ª pedra da sua construção.

A Igreja da Lapa é detentora de um Monumental Órgão de Tubos com cerca de 32 toneladas, 15 metros de altura, 10,5 metros de largura e 5 metros de profundidade, dispondo de 64 registos, 256 combinações, 4 teclados e 4500 tubos e um carrilhão de 42 sinos. O maior tubo do órgão é de madeira e mede 10,12 metros de altura. O tubo mais pequeno é de metal e mede 9 milímetros.

Foi construído pelo organeiro alemão Georg Jann que o considerou a sua obra-prima e custou na altura 200 mil contos, um milhão de euros na moeda actual. Metade dessa verba foi angariada por donativos da comunidade.

Foi uma revolução há 20 anos atrás trazer este órgão para a cidade do Porto, financiado com o apoio de mecenas portuenses e a festa da sua inauguração contou com a oferta de vinho do Porto, servido directamente dos tubos, a todos os visitantes.

Desde então o panorama musical de música sacra nunca mais foi o mesmo e por lá passaram os melhores organistas do mundo. Até hoje a igreja da Lapa é frequentada pelos seus concertos, pela qualidade musical e pelo seu órgão de tubos.

Desde o início do ano a Irmandade da Lapa tem promovido visitas guiadas ao seu património: Igreja, Casa da Irmandade e Cemitério.

Prograna dos concertos comemorativos do 21º Aniversário do Órgão de Tubos da Lapa

Dia 07 de Julho pelas 21:30

Concerto comemorativo do 21º aniversário do Grande Órgão de Tubos da

Igreja da Lapa

Programa: Obras de Bach, Reger e Dupré

Organistas: Tiago Ferreira e Filipe Veríssimo

Dia 08 de Julho – 21:30

Transcrições para saxofone

Programa: Obras de Cage, Pärt, Vitali e Vivaldi

Saxofone: José Pedro Gonçalinho

Ciclo Gustav Mahler

Dia 10 de Julho – 21:30

5ª Sinfonia (Transcrição para órgão por David Briggs)

Organista: David Briggs

Dia 13 de Julho – 21:30

Kindertotenlieder (Transcrição para órgão por David Briggs)

David John Pike, barítono

David Briggs, órgão

Dia 16 de Julho – 21:30

2º Sinfonia “Ressurreição” (Transcrição para órgão por David Briggs)

Sara Braga Simões, soprano

Patrícia Quinta, contralto

Coro da Sé Catedral do Porto

Coro Polifónico da Lapa

Organista: David Briggs

Direcção: Filipe Veríssimo

Festival de Almada: Teatro nas duas margens do Tejo

Via / GABRIELA LOURENÇO

May B, coreografia de Maguy Marin estreada em 1981 e que passou em Portugal em 1992, estará na Escola D. António da Costa, a 6 de julho D. Grappe

1. Ricardo Pais, o mestre

Depois dos encenadores Luís Miguel Cintra e Peter Stein, é Ricardo Pais o homenageado na terceira edição de O Sentidos dos Mestres, trazendo ao festival o seu saber de teatro. Aprender a esquecer foi no nome dado a “três encontros terapêuticos com Ricardo Pais para gente mais ou menos do Teatro” (Casa da Cerca, 13-15 jul), a exposição Montra parte dos trabalhos do encenador (Escola D. António da Costa, 4-18 jul) e Ricardo Pais: entre camaradas juntará “o mestre” a algumas das pessoas com quem se tem cruzado em trabalho (Casa da Cerca, 9 jul).

2. A flor de Graça Morais

É de Graça Morais o cartaz desta 33.ª edição do Festival de Almada. Uma flor negra sobre fundo amarelo foi a proposta da pintora que terá duas exposições em Almada: Metamorfoses junta mais de 40 desenhos seus (Casa da Cerca, até 4 set) e Os Biombos mostra os três grandes painéis que criou para a peça com o mesmo nome, de Jean Genet e encenada por Carlos Avilez (Escola D. António da Costa, 4-18 jul). Em reposição estará ainda Graça – Suite Teatral em Três Movimentos, de Carlos J. Pessoa, do Teatro da Garagem, inspirada na pintora (Teatro Taborda, Lisboa, 15-17 jul).

3. O novíssimo teatro italiano

O festival já trouxe a Almada os emergentes do teatro argentino e espanhol. Este ano, é a vez do novíssimo teatro italiano, marcado pela crise económica europeia. “São jovens precários com vontade de fazer teatro e as histórias que nos contam têm muito a ver com o nosso contexto”, sublinha Rodrigo Francisco, diretor do festival. Teatro Sotterraneo, Illoco Teatro, Associazione Culturale Civilleri/Losicco, Dispensabarzotti e Carrozzeria Orfeo são as cinco companhias vindas de diferentes cidades de Itália.

4. As estreias portuguesas

O Teatro Meridional e o Teatro do Bairro regressam a Almada com duas estreias: A Lição, de Ionesco, com encenação de Miguel Seabra, sobe ao palco da Escola D. António da Costa a 8 de julho para depois seguir para o Meridional, em Lisboa (13-31 jul); Cimbelino, de tragicomédia Shakespeare, com encenação de António Pires, apresenta-se no mesmo lugar mas a 16 de Julho (e, depois de passar por Évora, estará no Museu Arqueológico do Carmo, de 3 a 13 de Agosto).

5. A Companhia de Teatro de Almada

Como já tem acontecidos nos últimos anos, a Companhia de Teatro de Almada convida encenadores estrangeiros para juntos fazerem uma nova criação. Este ano, numa coprodução com a companhia espanhola Nao d’amores estreia-se a peça de Gil Vicente com o mesmo nome, encenada por Ana Zamora (Nao d’amores, 5-6 jul, Teatro Municipal Joaquim Benite). Já em Feio, do alemão Marius von Mayenburg, o encenador franco-italiano Toni Cafiero dirige quatro actores portugueses (Teatro Municipal Joaquim Benite, 12-17 jul).

6. O mundo em Almada

Já vão sendo vários os criadores estrangeiros cúmplices do Festival de Almada. Nesta edição, regressam encenadores como a norueguesa Juni Dahr (Hedda Gabler, Casa da Cerca, 5-6 jul), o croata Ivica Buljan (Pílades, Incrível Almadense, 5 jul) ou o francês Joël Pommerat (Pinóquio, CCB, 15-16 jul). E há sempre espaço para primeiras vezes no festival: May B, coreografia de Maguy Marin estreada em 1981 e que passou em Portugal em 1992 (Escola D. António da Costa, 6 jul), Othello, Variação para Três Actores, de Nathalie Garraud (Incrível Almadense, 11-13 jul), O Terror e a Miséria (não só) no III Reich, de Jesús Garcia Salgado (Teatro da Trindade, 14 jul) são apenas três de muitos mais exemplos.

7. O teatro que vem da Alemanha

São dois dos nomes importantes do teatro europeu contemporâneo, ambos ligados à Schaubühne de Berlim, mas com visões bem diferentes daquilo que fazem em palco. Thomas Ostermeier regressa a Almada com dois espetáculos, uma versão do clássico A Gaivota, de Tchecov (Teatro Municipal Joaquim Benite, 10-11 jul) e a encenação de um texto contemporâneo (Susn, CCB, 14-15 jul). Já Falk Richter estreia-se no festival com Città del Vaticano, um olhar pós-dramático à identidade europeia e ao papel da Igreja (Teatro Nacional D. Maria II, 8-9 jul).

Lusitania romana, origen de dos pueblos

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El Museo Arqueológico Nacional descubre por primera vez en Madrid la historia de Lusitania, la provincia romana creada hace más de 2000 años en el finis terrarum, el territorio del actual Portugal al sur del Duero y una zona de España, fundamentalmente Extremadura, Salamanca y el área más occidental de Andalucía. Su capital, la colonia Augusta Emerita, se convertiría en la población más importante de la fachada occidental del Imperio y en la primera capital efectiva de la península ibérica, tras la reforma administrativa de Diocleciano.

Estructurada en nueve áreas, la exposición recorre cinco siglos de historia de esta provincia, una de las menos conocidas del occidente romano pese a la importancia de su evolución, tanto por su localización, el extremo del mundo conocido, como por la diversidad de pueblos que la formaron y el significado político de su creación.

La sociedad, la cultura, la economía y la religión se reflejan en las más de 200 piezas exhibidas, procedentes de 12 instituciones portuguesas y tres españolas, que incluyen cuatro museos nacionales, cinco regionales y seis municipales.

Entre los fondos destacan 15 objetos de gran valor histórico y arqueológico, clasificados por el Estado portugués como “Tesoros Nacionales”, que han salido excepcionalmente del país con motivo de esta exposición, primero al Museo Romano de Mérida y ahora al MAN.

Lusitania Romana mostrará piezas tan significativas como el árula de Endovélico; la estela de Arronches, un ejemplar único de inscripción en lengua lusitana; los frescos de la Casa de Medusa, de Alter do Chão; el brazo de estatua de bronce monumental de Campo Maior; y dos entalles hallados en las excavaciones de Medellín.

Se exhiben también el sarcófago de las Estaciones del Museu Nacional Soares dos Reis, así como un variado conjunto de bronces provenientes de Torre de Palma, pertenecientes a la colección del Museu Nacional de Arqueologia de Lisboa, y la cabeza de Galieno, del Museu Municipal de Lagos Dr. José Formosinho.

Oito novas exposições para ver em Lisboa e uma em Madrid

Via / Lina Santos

Imagem de uma das peças da exposição “Lightopia” | ORLANDO ALMEIDA/ GLOBAL IMAGENS

Museu do Dinheiro, MAAT e Galeria 111 inauguraram esta quinta-feira oito exposições. E há mais uma. Em Madrid no MAN, mostram-se achados arqueológicos da Lusitânia.

Galeria 111

1. Ver o que salta aos olhos.

Júlio Pomar e Vitor Pomar realizam uma exposição conjunta do seu trabalho, que foi inaugurada esta quinta-feira, às 21:00, na Galeria 111, em Lisboa, onde ficará até 09 de Setembro (o espaço encontra-se encerrado durante o mês de Agosto).

“Ver o que salta aos olhos” é o título desta exposição de dois pintores de gerações diferentes – Júlio Pomar, com 90 anos, e Vítor Pomar, com 67 anos – que pretende “desenhar convergências e divergências, paralelismos, oposições e complementaridades”, segundo a galeria.

Museu do Dinheiro

2. Ânforas imperiais.

As ânforas, usadas na Antiguidade Clássica para transportar alimentos quase sempre, fornecem boas pistas sobre as transacções e a produção na Bacia do Mediterrâneo. É de fragmentos destas peças, fabricadas em vários locais da Lusitânia, assim como das moedas usadas nestas trocas que se faz esta exposição no Museu do Dinheiro, que explica também a importância do porto de Olisipo na economia romana.

O arqueólogo Artur Rocha faz visitas guiadas nos dias 9 de Julho, 10 de Setembro e 1 de Outubro, às 15.00. A exposição pode ser vista até 31 de Dezembro.

3. Cada Dia.

O artista Pedro Valdez Cardoso apresenta, desde quinta-feira, dia 30, no Museu do Dinheiro, em Lisboa, uma instalação sobre as contradições da existência humana.

A escultura simula uma carroça de tração animal que transporta uma pilha de barras douradas feitas em pão e, ao lado, outra peça exibe um par de chinelos em folha de ouro.

Fica até 08 de Outubro.

4. Passagem para o Outro Lado.

Teresa Milheiro mostra um projecto de joalharia no qual recria a imagética medieval, dando corpo a esculturas-marionetas inspiradas na trilogia das Barcas, de Gil Vicente, encenado o imaginário associado à travessia, da vida para a morte, também no Museu do Dinheiro, desde esta quinta-feira (e até 08 de Outubro).

Passagem para o outro lado reúne treze delicadas figuras, feitas em ouro, prata ou bronze, e que remetem para a imperfeição da sociedade e dos seus valores.

MAAT

5. Lightopia.

Concebida em 2013 pelo Vitra Design Museum, Lightopia tem estado em itinerância pela Europa e apresenta-se agora na renovada Central Tejo, antecipando a programação do Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (MAAT), um projecto de dois edifícios – o antigo museu da Electricidade e o edifício ao lado, um projecto da arquitecta britânica Amanda Levete, que só abre portas no dia 5 de Outubro).

Neste exposição, mostram-se exemplares do design da luz, tanto numa perspectiva histórica como numa perspectiva criativa. Reúne mais de 300 obras e fica até 11 de Setembro.

6. Segunda Natureza.

A propósito da natureza que já não o é, após a intervenção do homem, este é um primeiro olhar sobre a colecção de obras de arte que, nos últimos dez anos, tem sido reunida pela Fundação EDP e que, com o novo museu, Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, terá lugar cativo. A curadoria é de Luísa Especial e do director da instituição, Pedro Gadanho. Foram seleccionadas cerca de 40 obras da autoria de artistas como Alberto Carneiro, Gabriela Albergaria, Vasco Araújo, Sandra Rocha, Pedro Vaz, Fernando Calhau, João Queiroz, entre outros, até 16 de Outubro.

7. Silóquios, Solilóquios sobre a Vida, a Morte e outros Interlúdios.

Um projecto com três anos da autoria do artista Edgar Martins, que, entre Londres e Lisboa, com passagem pelo Instituto de Medicina Legal, desenvolveu esta exposição em torno da morte violenta, até 16 de Outubro.

8. Artist’s Film Festival.

Nove filmes de vários autores espalham-se agora pela sala das Caldeiras da Central Tejo, misturadas com o percurso expositivo do museu enquanto exemplar de património industrial. Foram escolhidos por Inês Grosso, curadora da exposição, a partir de uma plataforma internacional de troca de conteúdos de que a Fundação EDP faz parte. Dos 16 instituições envolvidas, entre elas a galeria britânica Whitechappel, foram seleccionados nove cujo ideia combina arte e tecnologia, ou não estivéssemos nas caldeiras da antiga fábrica de electricidade.

MAN Madrid

Lusitânia Romana, origem de dois povos

A exposição Lusitânia Romana, origem de dois povos abriu ao público, na sexta-feira, no Museu Arqueológico Nacional (MAN) de Espanha, em Madrid, com mais de 200 peças pertencentes a 12 instituições portuguesas e três espanholas.

A exposição estará aberta ao público até 16 de Outubro próximo, depois de já ter passado por várias cidades portuguesas e por Mérida, em Espanha.

A Lusitânia romana, criada há mais de 2.000 anos, incluía todo o actual território português a sul do rio Douro, a Extremadura espanhola, e parte da província de Salamanca, também em Espanha.

Arte rupestre sul-coreana no Museu do Côa até Outubro

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Especialistas assinalam que o sítio arqueológico do Bangudae mostra “as mais antigas” representações conhecidas “em todo mundo” da caça à baleia, com cerca de seis mil anos

O Museu do Côa, em Vila Nova de Foz Côa, mostra até Outubro outra arte rupestre, numa exposição “única” em toda a Europa sobre um centro de pesca à baleia da Coreia do Sul datado do Neolítico.

O Sítio Arqueológico de Bangudae, junto à cidade sul-coreana de Ulsan, é composto por gravuras de um período entre 6.000 e 1.000 antes de Cristo (aC), tendo sido descoberta a primeira rocha com gravuras do Neolítico, na década de 70 do século passado.

Em declarações à agência Lusa, o director do Parque Arqueológico do Vale do Côa, António Batista, disse que a exposição reflecte um tipo de arte rupestre diferente da existente no vale do Côa.

“Quem visitar o Museu do Côa (MC), tem agora um complemento para poder apreciar ou traçar uma linha paralela entre a arte rupestre do Côa e a do Vale do Bangudae, na Coreia do Sul”, frisou o também arqueólogo.

Especialistas assinalam que o sítio arqueológico do Bangudae mostra “as mais antigas” representações conhecidas “em todo mundo” da caça à baleia, com cerca de seis mil anos.

Apesar das diferenças, “o painel 1 do Bangudae mostra algumas particularidades que se podem comparar com as do Côa. É que ambos [os sítios] estavam ameaçados pela construção de barragens”, explicou o arqueólogo.

Segundo o técnico, os coreanos tiverem interesse em perceber como foi resolvido o problema das gravuras do Côa aquando da ameaça pela construção de uma hidroelétrica.

Aliás, foi o facto de a arte do Côa ter estado ameaçada pela construção de uma barragem, em meados da década de 90 do século passado, que os cativou para este “intercâmbio pré-histórico”.

No caso coreano, a mini-hídrica de Ulsan foi construída em 1965 e as gravuras só vieram a ser descobertas em 1971, sendo apenas visíveis, em alguns dos casos mediante as oscilações da subida ou descida das águas do rio Daegokcheon, um afluente do Taehwa que atravessa o centro da Ulsan.

Toda a mostra de arte rupestre agora patente no MC está montada para que visitante perceba melhor as diversas etapas do projecto arqueológico do Museu do Petróglifo do Bangudae, em Ulsan.

“A exposição também foi trabalhada e desenhada para as três salas de exposições do Museu do Côa, em que o visitante começa na arte rupestre e termina na Coreia do Sul actual”, enfatizou António Batista.

A exposição representa a segunda parte de um intercâmbio entre a Fundação Côa Parque e a entidade congénere asiática. Na primeira, em 2015, o Museu do Côa apresentou no Museu do Petróglifo de Bangudae, na cidade coreana de Ulsan, uma exposição da arte rupestre do vale do Côa, visitada por mais de 35 mil pessoas.

Inscrito na Lista da UNESCO como Património da Humanidade em 1998, o Vale do Côa é considerado pelos especialistas “o mais importante sítio com arte rupestre paleolítica de ar livre”.

EDP Cool Jazz

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Cartaz

 

Ópera na Prisão

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Este espectáculo resulta da primeira fase do projeto PARTIS “Ópera na Prisão: Don Giovanni 1003, Leporello 2016”. O projecto iniciou-se em 2014 com uma troca de experiências musicais entre um grupo de reclusos da Prisão Escola de Leiria e uma equipa multidisciplinar de artistas, e termina no final de 2016 com o estabelecimento de pontes entre os reclusos e instituições artísticas das suas áreas de residência. Em 2015 realizou-se dentro da prisão um espectáculo de ópera que, inesperadamente para todos os envolvidos, sai agora para fora das grades.

 

Direção Artística
Paulo Lameiro

Quando

Qui, 30 Junho 2016
19:00 até 20:30

Onde

Sede – Grande Auditório
Av. de Berna, 45A, Lisboa
217 823 700
Google Maps »

Bilhetes

12€

Open House Lisboa 2016

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Em 2016, antecipamos a abertura das portas dos melhores espaços de Lisboa. Passamos do Outono para o Verão e, com isso, ganhamos dias mais luminosos e uma distribuição equilibrada da programação da Trienal de Lisboa ao longo do ano.

Assim, o Open House Lisboa passará a acontecer no primeiro fim-de-semana de Julho. A edição de 2016 terá lugar nos dias 2 e 3 de Julho.

Venha conhecer uma selecção da melhor arquitectura de Lisboa!

ORGANIZAÇÃO

A Trienal de Arquitectura de Lisboa é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é investigar, dinamizar e promover o pensamento e a prática em arquitectura. As edições que a cada três anos realizam um grande fórum de debate, reflexão e divulgação, são complementadas com uma actividade regular que inclui exposições, conferências e workshops, entre outros eventos.

Em co-produção com o Centro Cultural de Belém, realiza o ciclo Distância Crítica que apresenta 5 conferências de grandes nomes da arquitectura como Jacques Herzog (Herzog & De Meuron), Smiljan Radić, Kazuyo Sejima, entre outros.

Com sede no Campo de Santa Clara, tem desenvolvido a reabilitação do Palácio Sinel de Cordes que integra um pólo criativo com cinco residentes a par de uma programação de referência a nível nacional. Todos os anos, a Trienal promove o Open House Porto e o Open House Lisboa.

COMO FUNCIONA

O Open House é um evento internacional do qual fazem parte mais de 30 cidades em todo o mundo. Em 2012 a Trienal de Arquitectura de Lisboa implementou o conceito na capital de acordo com os seguintes objectivos e princípios base:

  • aproximar os cidadãos à arquitectura da cidade;
  • dar a conhecer espaços que habitualmente não estão abertos ao público;
  • organizar visitas gratuitas comentadas pelos autores ou especialistas convidados;

O sucesso da iniciativa prende-se com uma cuidadosa selecção dos edifícios que fazem parte do roteiro e por representar uma oportunidade única de dar a conhecer espaços icónicos da cidade, bem como as suas histórias e autores.

Durante o fim-de-semana do Open House Lisboa todos os espaços do roteiro são de acesso gratuito.

A maioria das visitas não exige reserva antecipada e é feita por ordem de chegada, com vista a facilitar a fluidez das entradas e permitir que um maior número de pessoas tenha acesso aos locais. Os casos excepcionais encontram-se devidamente assinalados no roteiro, com instruções de como proceder para fazer a reserva online da visita.

Seja a primeiro a conhecer o roteiro subscrevendo à nossa newsletter.

Existem três tipos de visita:

  • Visita Livre — visita ao espaço sem acompanhamento, dentro do horário estipulado;
  • Visita Acompanhada — visita ao espaço orientada pela equipa de voluntários Open House Lisboa;
  • Visita Comentada — visita ao espaço comentada pelo autor do projecto de arquitectura ou por um especialista convidado.

Para cada edição, contamos com uma entusiasta equipa de voluntários que acolhe os visitantes, fornece um olhar sobre o roteiro, dá sugestões ou faz recomendações adequadas a cada um.

#OPENHOUSELISBOA

Capture os momentos, ambientes e detalhes que mais despertaram a sua atenção e publique-os com o hashtag #openhouselisboa nas redes sociais.

Faça parte dos álbuns de memórias de cada edição. Contamos com uma participação crescente da comunidade OH Lisboa.

Site/Roteiros

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