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25 de Abril de 2016 – Adriano Correia de Oliveira e Brigada Victor Jara

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Primeira música “Hino do M.F.A.” na verdade “A Life on the Ocean Wave” poema escrito em 1838 por Sargent, Epes (1813 – 1880) e transformado em canção por Henry Russell (1812 ou 1813 – 1900).

“A life on the ocean wave,
A home on the rolling deep;
Where the scattered waters rave,
And the winds their revels keep!
Like an eagle caged, I pine
On this dull, unchanging shore:
O! give me the flashing brine.
The spray and the tempest’s roar!
Once more on the deck I stand,
Of my own swift-gliding craft:
Set sail! farewell to the land!
The gale follows fair abaft.
We shoot through the sparkling foam
Like an ocean-bird set free; —
Like the ocean-bird, our home
We’ll find far out on the sea.
The land is no longer in view,
The clouds have begun to frown;
But with a stout vessel and crew,
We’ll say, Let the storm come down!
And the song of our hearts shall be,
While the winds and the waters rave,
A home on the rolling sea!
A life on the ocean wave!”

 

25 de Abril de 2016 – Comunicado M.F.A. As razões do Movimento

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25 de Abril de 2016 – Noticiário RTP 18h40m

25 de Abril de 2016 – Diário de Notícias

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25 de Abril de 2016 – Comunicado M.F.A. 07h30m

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25 de Abril de 2016 – 1º Comunicado M.F.A.

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25 de Abril de 2016 – Grândola Vila Morena

25 de Abril de 2016 – E depois do adeus

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Centro de Documentação 25 de Abril em Coimbra com novas instalações até Setembro

Via

O Centro de Documentação 25 de Abril (CD25A) terá novas instalações, em Coimbra, até setembro, dispondo então de condições para cada vez mais se assumir como o grande arquivo nacional da segunda metade do século XX.

Os trabalhos no antigo Convento da Graça, na Rua da Sofia, na Baixa da cidade classificada, em 2013, como Património Mundial da UNESCO, “estão praticamente terminados” e “a transferência de toda a documentação estará concluída, o mais tardar, até final de setembro”, disse à agência Lusa o diretor do CD25A, o historiador Rui Bebiano.

Além de ter de obedecer a condições próprias para um “arquivo desta natureza, com material muito sensível”, a sua transferência também será feita por etapas, para permitir que alguns núcleos possam continuar a ser consultados sem grandes interrupções, sobretudo por parte de alguns investigadores, envolvidos em estudos académicos, sublinhou o responsável pela instituição, fundada há 30 anos pela Universidade de Coimbra (UC).

A instalação do CD25A no antigo Colégio da Graça, onde ocupará dois dos quatro pisos do imóvel (os dois pisos superiores destinam-se ao Centro de Estudos Sociais da UC), vai, naturalmente, proporcionar “melhores condições de trabalho, de conforto e estéticas”, possibilitar mais e melhores serviços, para além dos já prestados, e, até, criar outros públicos, aos quais o Centro já era acessível, mas sem as condições desejáveis, sustenta.

A nova casa, que triplica a área útil de que atualmente o CD25A dispõe, na Alta de Coimbra, vai permitir manter ali todo o seu acervo, designadamente o espólio de Maria de Lurdes Pintasilgo, cerca de dois terços do qual estão num arquivo da UC, por falta de espaço no Centro.

Também vai ser possível incorporar parte dos arquivos da ex-Diamang (Companhia de Diamantes de Angola), exemplifica Rui Bebiano, sublinhando que, no entanto, o Centro continua a debater-se com falta de técnicos, designadamente para tratar e tornar acessível todo o acervo — “há sete anos tinha 14 funcionários (incluindo o diretor que não exerce o cargo a tempo inteiro), hoje tem apenas seis”.

Mas o CD25A vai continuar a assumir-se, cada vez mais, como “o grande arquivo nacional posterior à II Grande Guerra e “não é apenas como um arquivo da revolução e do período imediatamente anterior e posterior ao 25 de Abril de 1974”, salienta Rui Bebiano.

O Centro está a integrar muito material para além daquela época e a tornar-se num “grande arquivo da história política, diplomática e cultural da segunda metade do século XX”, sublinha o diretor, alertando para a importância deste “património comum dos últimos 50 anos”.

O CD25A possui mais de três milhões de documentos — e “não tardará muito a atingir quatro milhões”, prevê o responsável –, entre livros, jornais e revistas, panfletos e comunicados, arquivos, fotografias, cartazes e documentos áudio e vídeo, além de outras peças.

Entre esses documentos contam-se, por exemplo, o original do plano das operações militares do 25 de Abril e a coleção de panfletos produzida pelos movimentos dos Capitães e das Forças Armadas (MFA) ou o arquivo privado do antigo Presidente da República Costa Gomes.

Criado no âmbito da Reitoria da UC, em dezembro de 1984, o CD25A “visa recuperar, organizar e pôr à disposição da investigação científica o valioso material documental disperso pelo país e estrangeiro sobre a transição democrática portuguesa (o 25 de Abril de 1974, os acontecimentos preparatórios e as suas principais consequências), mas também sobre toda a segunda metade do século XX português”.

JEF // SSS

Lusa/Fim

Tanto mar

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