P.A.M. – Património, Artes e Museus

Início » cultura » A globalização foi inventada pelos portugueses há 600 anos

A globalização foi inventada pelos portugueses há 600 anos


Via

A batalha pela conquista da cidade portuária de Ceuta, no reino de Fez (Marrocos), que dominava o estratégico Estreito de Gibraltar, faz hoje seis séculos Rui Duarte Silva

A 21 de agosto de 1415, uma armada portuguesa de 212 navios e 20 mil homens conquistou a cidade de Ceuta e marcou o início da expansão ultramarina portuguesa e europeia e o nascimento da globalização.

Portugal, um pequeno país da periferia da Europa, pobre e com uma população de apenas um milhão de habitantes, decidiu conquistar a 21 de agosto de 1415 a estratégica cidade portuária de Ceuta, situada no reino de Fez, no Magrebe. E iniciou um processo de expansão territorial, marítima, económica, política, militar e religiosa que o levou a afirmar-se como potência mundial e a controlar o comércio global durante mais de 100 anos, através da criação de um império marítimo em rede nos oceanos Atlântico, Índico e Pacífico.

D. João I / DR

Não há um consenso académico sobre a principal motivação que levou o rei D. João I a tomar a decisão de conquistar Ceuta há 600 anos. Os historiadores apontam uma lista infindável de causas: os três filhos mais velhos do rei – D. Pedro, D. Duarte e D. Henrique – queriam ser armados cavaleiros em teatro de guerra e não num torneio; era preciso acabar com os ataques permanentes de piratas muçulmanos à costa portuguesa, nomeadamente no Algarve; Ceuta era um entreposto comercial estratégico onde afluíam especiarias, tecidos e outras riquezas do Oriente, os cereais de Marrocos e o ouro do Sudão; era uma base naval que dominava o estreito de Gibraltar, porta do Mediterrâneo, e a sua posse representava a continuação natural da reconquista de território aos muçulmanos iniciada na Península Ibérica; a sua ocupação era a primeira etapa do “Plano das Índias” do infante D. Henrique; o domínio do estreito de Gibraltar abria o acesso a novas áreas de pesca e ao comércio de escravos; D. João I e a Casa de Avis precisavam de se afirmar a nível nacional e internacional perante as ameaças de invasão de Castela, e queriam ganhar simpatia e credibilidade junto do Papa e da Cristandade na sua luta contra o Islão; havia uma nobreza feudal desocupada, irrequieta, conflituosa e com ideais religiosos, que podia ser colocada ao serviço do rei com a promessa de cargos públicos, benesses, terras e enriquecimento em África.

O mais provável é que todas estas causas tenham contribuído de algum modo para a invasão da cidade marroquina, sem que nenhuma delas se destacasse. Mas ainda hoje se tiram lições geoestratégicas muito atuais da Expansão e dos Descobrimentos portugueses que inauguraram a Era Moderna, numa altura em que Portugal continua confrontado, tal como há 600 anos, com a mesma questão identitária: qual é o seu lugar na Europa e na globalização?

As lições dos Descobrimentos

No seu livro “As Lições dos Descobrimentos” (Centro Atlântico, 2013), Jorge Nascimento Rodrigues (jornalista do Expresso) e Tessaleno Devezas (professor da Universidade da Beira Interior) defendem precisamente que os portugueses dos século XXI podem basear-se nos dez pontos fortes e diferenciadores dessa época – a que chamam a Matriz das Descobertas – “para traçarem o seu caminho profissional e coletivo”.

Esses pontos, “uma espécie de ADN do ser português”, são: o intento estratégico, a vocação universalista, o comprometimento científico, a gestão do conhecimento, o olhar para “fora da caixa” (out of the box) de modo a ser original e a surpreender, o domínio da informação assimétrica (deter informação superior aos rivais), o incrementalismo (tentativa/erro e correção pragmática), o espírito crítico, a “manha” geoestratégica e o improviso organizacional, isto é, o famoso “desenrascanço”, que hoje pode ser uma vantagem comparativa perante uma economia global em permanente mudança.

 Os azulejos da histórica estação ferroviária de São Bento, no Porto, recordam a tomada de Ceuta pelos portugueses

Os azulejos da histórica estação ferroviária de São Bento, no Porto, recordam a tomada de Ceuta pelos portugueses Rui Duarte Silva

Hoje, tal como na época da conquista de Ceuta e das Descobertas, os portugueses têm de apostar naquilo em que são melhores e superar as suas contradições, para que o país possa encontrar um lugar na Europa e na globalização que inventou há 600 anos.

Comecemos pelas qualidades inscritas no nosso ADN, sintetizadas de forma bem esclarecedora pelo economista José Manuel Félix Ribeiro, no seu livro “Portugal, a Economia de uma Nação Rebelde” (Guerra e Paz Editores, 2014): somos uma nação que é um aliado leal, “capaz de lutar pela sua sobrevivência em situações de enorme desproporção de forças e com uma precoce compreensão da importância das alianças” e do relacionamento externo para a sua afirmação; somos também uma nação “que estiola no isolamento”, cujos momentos maiores “coincidiram com um intenso relacionamento com outras civilizações”, traduzindo uma grande capacidade “de fazer circular a informação entre elas”; e estamos abertos às inovações, disponíveis para aprender com o que é estrangeiro e capazes de o transformar no que é nacional.

Mas depois vêm as nossas contradições: somos uma nação marcada por um profundo individualismo e, ao mesmo tempo, “por uma aspiração nunca apagada a realizações coletivas que a engrandeçam perante o mundo”; temos uma grande reserva de gente com ambição, espírito de sacrifício e determinação individual de vencer, “coexistindo com outras matrizes socioculturais que produzem, periodicamente, um medo violento do risco e da diferença”, encontrando no pessimismo a ideologia que oculta esse medo.

História medieval ou História moderna?

Não deixa de ser curioso que alguns historiadores, como António Oliveira Marques ou Luís Filipe Thomaz, defendam a tese de que Ceuta não foi o arranque da Era Moderna da Expansão e das Descobertas portuguesas e europeias, mas antes a continuação da reconquista de território aos muçulmanos. No seu livro “De Ceuta a Timor” (Difel, 1994), Luís Filipe Thomaz conclui que “pelas suas motivações como pelo seu carácter, pela sua continuidade com a Reconquista (processo de expulsão dos muçulmanos da Península Ibérica) como pela ideologia que a informa, pelo espaço geográfico em que se desenrola, pela base social”, a expansão portuguesa em Marrocos “é muito mais um derradeiro episódio da História Medieval do que o primeiro episódio da História Moderna”.

A aventura marroquina ainda continuou com a conquista de outras cidades como Arzila, em 1471, mas os portugueses viraram-se definitivamente para a criação de um império marítimo global. O rei D. Afonso V quis que a tomada de Arzila ficasse registada em tapeçarias como esta, encomendadas às oficinas flamengas de Tournai (Bélgica)

A aventura marroquina ainda continuou com a conquista de outras cidades como Arzila, em 1471, mas os portugueses viraram-se definitivamente para a criação de um império marítimo global. O rei D. Afonso V quis que a tomada de Arzila ficasse registada em tapeçarias como esta, encomendadas às oficinas flamengas de Tournai (Bélgica) Rui Duarte Silva

O historiador argumenta que a aventura marroquina oferecia aos nobres cargos públicos, oportunidades de enriquecerem pela pilhagem ou de receberem do rei, devido às suas proezas, benesses variadas ou mesmo terras, se a conquista territorial se concretizasse. Assim, “é em geral a nobreza que se mostra entusiasta das conquistas em Marrocos, enquanto a classe mercadora se lhe mostra hostil”. Aliás, em certa medida, esta classe foi muito mais vítima do que autora moral da conquista de Ceuta, porque para custear este projeto o rei D. João I apoderou-se de todas as mercadorias e navios disponíveis em Portugal, “explorando durante dois anos por sua própria conta todo o comércio com a Inglaterra e Flandres”.

As motivações não foram, por isso, essencialmente económicas, e põem em causa a tese de que o móbil de conquista teria sido a obtenção de um entreposto comercial, “equiparando a sua função à que seria, volvido um século, a de Malaca ou de Ormuz, peças de uma rede marítima coerente”. De qualquer maneira, Filipe Thomaz reconhece que a posse de Ceuta conferia à navegação de comércio pelo estreito de Gibraltar e às pescas muito maior segurança. “Isso explica que os mercadores de Lisboa e Porto tenham cedido de bom grado os seus navios para transportar tropas para a conquista”.

Alexandra Pelúcia, investigadora da Universidade Nova de Lisboa, adianta mesmo, no seu livro “Corsários e Piratas Portugueses” (A Esfera dos Livros, 2010), que o arranque do processo expansionista português marcado pela conquista de Ceuta em 1415 “foi em parte moldado em função dos interesses ligados ao corso” (assalto autorizado pelos reinos locais a barcos estrangeiros) nos mares da região, porque o domínio da cidade “permitiu a automática substituição dos assaltantes muçulmanos, que costumavam operar a partir dela, por outros portugueses”.

Ceuta numa gravura da época / DR

Veja a descrição destes documentos:

PT-TT-CRN-9_m0009_derivada

  • Crónica da tomada de Ceuta por D. João I, terceira parte, por Gomes Eanes de Zurara. Portugal, Torre do Tombo, Crónicas n.º 9.

PT-TT-CRN-14_m0005_derivada

  • Crónica da tomada de Ceuta por D. João I, terceira parte, Gomes Eanes de Zurara. Portugal, Torre do Tombo, Crónicas n.º 14.

PT-TT-ARM-02-001-000002_c0001

  • Tomada de Ceuta (3.ª cerimónia), por Legrand, Gravura impressa a preto e branco. Portugal, Torre do Tombo, Espólio de António da Rocha Madahil, Gravuras, n.º 1.

PT-TT-CESP-72M08-00008_m0001_derivada

  • Carta de doação da Igreja de Santa Maria em Ceuta feita pelo Infante D. Henrique à Ordem de Cristo. 1460-09-19. Portugal, Torre do Tombo, Colecção Especial, cx. 72, mç. 8, n.º 8.

PT-TT-CHR-G-0005_m0190_pormenor

  • Carta de mandado de D. João I a todos os oficiais régios para entregarem ao Infante D. Henrique os dinheiros necessários para o provimento e a fortificação da cidade de Ceuta. 1416-02-18. Documento onde pela primeira vez D. João I surge com a intitulação de senhor da cidade de Ceuta. Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. João I, liv. 5, f. 91v.

Descubra mais na Torre do Tombo…

  • Ceuta, no século XV quando tomada por D. João I. 1924. Ceuta segundo Civitates orbis terrarum de Jorge Braun, de 1512, lib. I, p. 56. Portugal, Torre do Tombo, Empresa Pública Jornal “O Século”, ficheiro central, fichas ilustradas de Ceuta, n.º 1.
  • Carta de confirmação de D. Afonso V da ordenação do rei D. João I sobre os que foram na armada de Ceuta e ficaram lá por seu serviço, a providenciar sobre dívidas deles, demandas, vendas de bens, arrendamentos, prazos e ainda sobre a comutação das penas de morte e de mutilação, a que haviam sido condenados os homiziados que ficaram naquela cidade. [post. 1415-09-02]. Portugal, Torre do Tombo, Leis e ordenações, Núcleo Antigo 12, f. 147.
  • Bula do papa Martinho V “Ab eo qui humani” dirigida ao rei D. João I, a cuja instância, durante sete anos e nos termos que indica, o papa concede a todos os fiéis cristãos que por motivo da guerra contra dos infiéis, viverem em Ceuta ou ali permanecerem com demora possa escolher confessor que, em perigo de vida, por autoridade apostólica, lhes conceda plenária remissão dos pecados. 1419-03-26. Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. João I, Bulas, mç. 15, n.º 8
  • Sentença executória dos arcebispos de Braga e de Lisboa, D. Fernando e D. Diogo, juízes executores da bula do papa Martinho V “Romanus Pontifex”, pela qual elevam a vila de Ceuta a cidade e sua antiga mesquita a igreja catedral da nova diocese, a que marcam, como termos, todo o reino de Fez e os territórios do reino de Granada mais vizinhos do mar. 1420-09-06. Tem inclusa a bula do papa Martinho V “Romanus Pontifex”, de 4 de Abril de 1417, dirigida aos arcebispos de Braga e de Lisboa, a incumbi-los de se informarem sobre se o lugar de Ceuta merece ser elevado a cidade e a respectiva mesquita a igreja catedral, como lhe solicitara o rei D. João I e a ordenar-lhes que, em caso afirmativo, o façam. Portugal, Torre do Tombo, Bulas, mç. 11, n.º 13.
  • Bula “Romani Pontificis” do papa Martinho V, dirigida a D. frei Aimaro, bispo de Marrocos, a transferi-lo para a cidade e diocese de Ceuta. 1421-03-05. Portugal, Torre do Tombo, Bulas, mç. 26, n.º 12.
  • “Letras Gratie Divine Premium” do papa Martinho V dirigidas ao rei D. João I, a comunicar-lhe haver transferido D. frei Aimaro, bispo de Marrocos, para bispo da cidade de Ceuta e a recomendá-lo à protecção do monarca. 1421-03-05. Portugal, Torre do Tombo, Bulas, mç. 15, n.º 10.
  • Carta do rei D. João II de Castela a aprovar e ratificar o Tratado de Paz de 31 de Outubro de 1411 celebrada por seus tutores, a rainha D. catarina e o infante D. Fernando, mãe e tio do monarca, com o rei D. João I de Portugal, com validade até 6 de Março de 1434 e pelo mais tempo que o rei quiser, abrangida nele a cidade de Ceuta, a que não fará guerra e para a qual podem passar os portugueses por seu reinos, não tomando deles coisas defesas, e resolvidas ao Tratado por delegados de ambas as partes. 1423-04-30. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, gav. 18, mç. 11, n.º 4.
  • Portaria do guarda-mor do Arquivo da Torre do Tombo mandando entregar à Academia das Ciências a Crónica do Conde D. Pedro, governador de Ceuta. 1835-12-12. Portugal, Torre do Tombo, Arquivo do Arquivo, Livros de Registo, liv. 40, f. 226.
  • Bula “Cum ad nil magis” do papa Paulo III dirigida aos bispos de Coimbra, Lamego e Ceuta pela qual os constitui seus comissários e inquisidores no reino de Portugal. 1536-05-23. Portugal, Torre do Tombo, Bulas, mç. 9, n.º 15.
  • Carta do rei de Velez, Bou Hassoun, para D. Afonso de Noronha, capitão e governador da cidade de Ceuta, em que lhe dava conta de haver desbaratado o Xerife. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 877, n.º 30.
  • Carta do conde de Alcoutim, D. Pedro de Meneses para o rei D. Manuel I na qual lhe dava conta que D. Henrique de Noronha tinha ido servir a cidade de Ceuta com homens e cavalos, e se fazia credor de toda a mercê. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 877, n.º 311.
  • Carta de D. Estêvão da Gama, capitão-mor e governador de Ceuta, para o rei na qual lhe dava conta de que fora ao Estreito como lhe ordenara e que tendo chegado a Gadarramel fora a terra com 70 besteiros e espingardeiros e encontraram-na vazia. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 877, n.º 327.
  • Carta do alcaide Hay Arrais para João Álvares de Azevedo, capitão-mor e governador da cidade de Ceuta, sobre o resgate dos cativos. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 877, n.º 328.
  • Cópia do memorial de D. João de Mendonça no qual referia as coisas que eram necessárias prover nas fronteiras que o rei de Portugal tinha no Estreito, dizendo o que cada fronteira, Ceuta, Alcácer e Tânger, separadamente, necessitava, etc. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 877, n.º 338.
  • Carta de D. Nuno Álvares Pereira, capitão-mor de Ceuta, para o rei na qual lhe dava conta que tendo saído D. Estêvão de Alcácer para aquela cidade mandara André Salema por dentro da ilha de Pirixel numa caravela, onde se encontrou com três galeotas de turcos que o atacaram tão fortemente que esteve em risco de se perder se não tivessem ido em seu socorro. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 877, n.º 341.
  • Carta de Rui Barreto ao rei na qual lhe dava conta que Gomes da Silva, capitão em Ceuta, lhe escrevera duas cartas pedindo socorro e dizendo que em Alcácer se necessitava de pólvora, artilharia, dinheiro e mantimentos. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 877, n.º 365.
  • Minuta da carta do rei D. João III para Francisco Botelho em que lhe ordenava fosse para Ceuta e levasse quatrocentos homens de armas, por ter um lance de muro caído. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 877, n.º 9.
  • Relação dos recursos que a praça de Ceuta dispunha em artilharia, munições de boca para gente de cavalo e de pé e quantidade de água. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 878, n.º 158.
  • Carta do conde de Linhares a Lopo Soares de Meneses na qual lhe perguntava quando é que o capitão de Tânger tinha escrito ao rei pedindo-lhe mantimentos e pólvora, pois o dito senhor tinha recebido uma carta do tenente do adelantado em que lhe dava conta de ter metido em Tânger e Ceuta cinquenta quintais dos setecentos que trouxera nas galés para sustento das armadas. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 878, n.º 187.
  • Requerimento de Martim Afonso, cavaleiro da casa do rei, pedindo para ir servir a Tânger por um ano em lugar de Afonso Lourenço que tinha sido condenado para Ceuta pelo crime de barregueiro, o que lhe foi concedido. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 878, n.º 207.
  • Relação dada por Fernão de Alvarez, mestre das obras na cidade de Ceuta, das irregularidades que cometia António Carvalho, vedor das ditas obras, pelo que requeria a Pedro Arrais, escrivão das mesmas, que lhe passasse uma certidão. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 878, n.º 222.
  • Minuta do alvará do rei mandando aos mestres dos navios que fossem à cidade de Safim que carregassem e levassem ao seu destino todo o pão que Álvaro do Tojal, feitor naquela cidade, comprasse para prover Ceuta, Alcácer, Tânger e Arzila, sob as penas nele declaradas. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 878, n.º 260.
  • Carta de Jorge de Albuquerque ao rei enumerando os agravos que do dito senhor lhe parecia ter recebido e que, segundo lhe dissera o bispo de Ceuta, para descargo de consciência, desejava retratar-se. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 879, n.º 149.
  • Carta de Rui de Vasconcelos ao secretário de Estado lamentando não poder tomar parte na jornada de Ceuta e pedindo que lhe fosse enviado um regimento para organizá-la. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 879, n.º 27.
  • Carta de D. Fernando de Menezes governador de Ceuta agradecendo ao rei a providência com que socorreu a cidade de Ceuta, expondo ao mesmo senhor que o rei de Fez estava aparelhado para ir sobre Tetuão por Acém recolher nele sem sua licença navios Turcos. Que quatro navios destes saquearam Tangerola. 1557-09-17. Corpo Cronológico, Parte I, mç. 101, n.º 114.
  • Carta de Vasco da Cunha dando parte à rainha que estando no reparo da fortificação de Ceuta fora assaltada dos mouros até às tranqueiras, ao que ele e o capitão acudiram com a cavalaria e seu irmão com a infantaria da qual ação ficara ferido em uma perna. 1558-08-09. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 102, n.º 132.
  • Carta do provedor da Misericórdia de Ceuta dando parte ao rei das desordens da dita terra e que os governadores só cuidavam no divertimento e em usurpar o que podiam. 1559-10-29. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 103, n.º 127.
  • Carta do capitão de Ceuta dando conta ao rei D. Sebastião mandar pelo padre frei André a traça da Casa de Nossa Senhora de África da dita cidade, que desejavam reedificar, pedindo licença para fazerem a dita obra, como também alguma esmola. 1560-05-06. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 104, n.º 21.
  • Carta de D. Fernando Álvares de Noronha dando conta à rainha D. Catarina que chegando a Ceuta logo cuidara na descarga dos navios que ali achara, oferecendo-se à mesma senhora para pôr os mantimentos que estavam em Málaga, a que tendo notícia que a costa do Algarve estava ameaçada de mouros a determinava ir correr. 1562-07-04. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 105, n.º 134.
  • Carta que de Ceuta se escreveu por que consta que um cristão cativo dera uma carta, em que se dava por culpa não mandar logo uma barca com 5 homens, para irem a Tânger com aquele cristão cativo. 1562-07-10. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 104, n.º 137.
  • Carta que escreveu D. Afonso a Pêro de Alcáçova Carneiro estimando a muita soma que lhe fazia e nesta confiava todo o seu ser e lhe faz saber, como Sua Majestade manda ir D. Fernando e o dito D. Afonso que fique por capitão de Ceuta, o que ele recusa por ir D. Fernando com ele. 1561-08-28. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 104, n.º 25.
  • Carta do marquês de Vila Real agradecendo a D. Sebastião a mercê da capitania e governo de Ceuta, esperando do mesmo senhor lhe confirmasse a mercê que fizera a seu pai pelos seus serviços. 1567-02-10. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 108, n.º 32.
  • Carta de D. Pedro da Cunha dando parte a D. Sebastião receber a sua carta em que lhe ordenava se retirasse da Capitania de Ceuta, em que nomeara o marquês de Vila Real ficando na mesma D. Jorge de Meneses até sua chegada e que para o executar pedia ao mesmo senhor lhe mandasse embarcação, como era estilo.1567-04-16. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 108, n.º 46.
  • Carta de Fernando da Silva para um amigo sobre o cargo de tesoureiro da Casa de Ceuta, que diz ser escusado existir pelas razões nas mesmas declaradas. 1604-07-14. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 114, n.º 106.
  • Consulta sobre o bem que serviu D. Luís de Noronha, filho do duque de Vila Real, servindo de capitão-geral e governador de Ceuta. 1626-09-28. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 117, nº 111.
  • Cópias das cartas escritas ao rei em que se dá parecer sobre a falta de gente de guerra nas cidades de Ceuta e Tânger por se haverem dado muitas tenças e fangas de trigo a gente inútil. 1630-03-23. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 118, nº 18.
  • Carta de Jorge de Mendonça Pessanha a representar a D. Diogo de Castro, governador destes Reinos, a falta de trigo que havia na Praça de Ceuta, a que o duque de Medina não queria acudir dizendo ter ordem do rei para o mesmo, pedindo ao dito governador escrevesse ao duque para continuar no provimento da praça, entre outros. 1630-08-17. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 118, nº 72.
  • Carta de D. Francisco de Almeida, governador de Ceuta, expondo a Miguel de Vasconcelos de Brito, secretário de estado, a falta de guarnição em que ficara aquela praça, pelo embarque de 200 soldados que, por ordem de D. Filipe III, fez numas naus inglesas que municiara à sua custa, pedindo representasse à princesa para o socorrer com gente e munições. 1639-08-07. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 120, n.º 33.
  • Carta do conde de Alcoutim para o rei sobre a guerra de Ceuta. 1514-07-27. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 15, n.º 98.
  • Alvará de D. Manuel I para o almoxarife de Ceuta mandar socorrer os vassalos da dita cidade com o dinheiro que se remetia. 1514-10-03. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 16, n.º 26.
  • Carta que se escreveu de Ceuta ao rei, sobre a fuga de alguns cativos.1514-12-27. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 17, n.º 31.
  • Carta dos fidalgos e cavaleiros da cidade de Ceuta pedindo ao rei mais 50 lanças, para sua defesa. 1518-02-15. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 23, n.º 17.
  • Alvará para se concertar as casas de Ceuta para habitação dos infantes. 1520-11-29. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 26, n.º 99.
  • Alvará para se pagar ao guardião e frades do Convento de Ceuta o trigo que fosse devido. 1521-07-10. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 27, n.º 34.
  • Carta do rei D. João III a Sebastião Álvares em que lhe ordena que os 5.000 cruzados de Medina os receba Sebastião da Fonseca e que o trigo que Gibraltar deve à cidade de Ceuta, se satisfaça o gasto que fizerem os sessenta homens que o capitão despediu enquanto aí estiverem. 1524-10-12. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 31, n.º 72.
  • Carta de Gomes da Silva de Vasconcelos dando parte ao rei da ruína da Fortaleza de Ceuta, pedindo ao mesmo senhor lhe acudisse com a providência que julgasse conveniente. 1527-02-18. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 36, n.º 6.
  • Alvará do rei para o contador de Ceuta pagar a Mendo Barbosa todo o seu soldo e mantimento que se lhe devia atrasado. 1528-01-23. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 38, n.º 102.
  • Carta do bispo de Ceuta agradecendo ao rei D. João III ter mandado D. Nuno Álvares Pereira a Ceuta e pedindo ao mesmo senhor fizesse justiça nos que fossem culpados. 1528-03-05. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 39, n.º 67.
  • Minuta ou rol por onde se há-de pagar o trigo ao capitão e pessoas da Praça de Ceuta. 1528-12-15. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 41, n.º 135.
  • Ordem de D. Nuno Álvares Pereira, capitão de Ceuta, para se pagarem às pessoas do rol junto 4.326 alqueires de trigo. 1529-07-03. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 43, n.º 26.
  • Carta de D. Nuno Álvares Pereira, expondo ao rei a precisão de se reedificar a fortaleza de Ceuta e necessidade de socorro e munições de guerra. 1530-02-16. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 44, n.º 85.
  • Alvará para se dar ao Convento de S. Francisco de Ceuta 3.000 réis de esmola. 1531-01-30. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 46, n.º 52.
  • Alvará para se dar ao Convento de S. Francisco de Ceuta um moio de trigo de esmola. 1531-01-30. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 46, n.º 54.
  • Carta do rei para Francisco Lobo, feitor na Andaluzia, mandar para Ceuta o trigo que se carregou na Flandres e que, por causa da tempestade, foi ter ao Porto de Santa Maria. 1531-03-16. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 46, n.º 71.
  • Carta de D. Nuno Álvares Pereira, capitão e governador da cidade de Ceuta, avisando a Vasco de Figueiredo, feitor na Andaluzia, ter notícia de que o Barba Roxa se preparava para ir sobre Ceuta. 1532-03-16. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 48, n.º 72.
  • Alvará para se passar certidão em forma aos moradores de Ceuta para se lhe pagar o trigo vencido. 1532-08-12. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 49, n.º 66.
  • Rol do pagamento de trigo que na cidade de Ceuta se pagou por ordem de D. Nuno Álvares Pereira no mês de Novembro de 1532 à gente e eclesiásticos da mesma cidade e cavalos. 1532-12-31. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 50, n.º 62.
  • Relação da despesa feita com os moradores de Ceuta em lanças, espingardas, bestas e outros pelo governador D. Nuno Álvares Pereira em desconto dos soldos. 1533-08-25. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 51, n.º 82.
  • Alvará para se dar certos ornamentos de esmola para a igreja do Convento de S. Francisco de Ceuta. 1534-07-11. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 53, n.º 46.
  • Contrato de paz feito entre D. Rodrigo de Castro, capitão de Ceuta, e o xarife rei de Marrocos, por 3 anos. 1537-04-25. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 58, n.º 86.
  • Alvará de D. João III para se dar embarcação a D. Afonso de Noronha para levar 16 cavalos para Ceuta. 1538-07-06. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 62, n.º 17.
  • Carta de frei António de Benavente dando parte a D. João III que em observância da sua real determinação se juntou com o bispo e guardiães das casas mais conjuntas, para elegerem religiosos que fossem a Ceuta, dos quais remetia as obediências na forma da dita ordem. 1539-03-10. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 64, n.º 53.
  • Carta de D. João III para os oficiais dos Contos de Ceuta sobre a formalidade de passarem as certidões dos soldos e tempo de serviço dos soldados da dita praça. 1540-01-10. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 66, n.º 88.
  • Carta de D. Afonso dando parte ao rei D. João III que 17 navios de turcos de Argel passaram por aquela cidade de Ceuta e foram direitos a Gibraltar e que achando a porta aberta de noite saquearam esta cidade. 1540-09-13. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 68, n.º 33.
  • Carta de D. Afonso agradecendo a D. João III a mercê que fizera à cidade de Ceuta em lhe tornar a dar as rações por inteiro, pedindo ao mesmo senhor a socorresse de munições de guerra. 1541-05-06. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 69, n.º 103.
  • Carta de D. Afonso dando parte a D. João III da necessidade que havia em Ceuta de mantimentos e de se fortificar pela ruína em que estava, que os turcos mandavam uma armada em que ia por capitão-mor o filho do grão senhor sobre Tunes ou ao Estreito, de que já tinham passado 20 navios por aquelas partes. 1541-06-07. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 69, n.º 125.
  • Carta do conde de Vimioso dando conta ao rei do estado em que se achava a cidade de Ceuta que sempre mandara vigiar, sem embargo das pazes feitas com o rei de Fez.1541-03-13. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 69, n.º 64.
  • Carta que deu Gaspar de Andrade, contador de Ceuta, e outros a D. João III sobre o importe da obra de um muro que caiu em terra. 1541-03-30. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 69, n.º 83.
  • Carta de Sebastião de Vargas para D. Afonso de Noronha, senhor de Ceuta, em que lhe dá conta de vários sucessos passados na África. 1541-08-30. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 70, n.º 77.
  • Carta de D. Afonso dando parte a D. João III que Portugal, Torre do Tombo, chegando a Ceuta Luís Cabral, saíra em terra com cento e tantos soldados de socorro, pela notícia do Turco a querer atacar, no que despendera grande parte de sua fazenda, pedindo ao mesmo senhor lhe remunerasse este serviço.1541-09-26. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 70, n.º 97.
  • Carta de D. Afonso a D. João III sobre um soldado que servia em Ceuta que tinha sido resgatado por esmola do rei. 1542-02-08. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 71, n.º 82.
  • Carta de D. Afonso, governador de Ceuta, dando parte ao rei que os turcos mataram Rui Ledo, que fora ao reino Belez fazer o resgate e porque se esperava a armada dos Turcos. Pedia a Sua Alteza munições para aquela fortaleza. 1543-06-15. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 73, n.º 103.
  • Carta de D. Nuno Álvares Pereira dando parte a D. João III da necessidade que havia de socorrer Ceuta, antes que fosse cercada por mar. 1543-07-26. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 73, n.º 128.
  • Carta dando parte ao rei da necessidade que havia de prover Tânger, Ceuta, Arzila e Alcácer por se achar Barache no campo e o rei de Fez desejar quebrar a paz. 1543-02-08. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 73, n.º 52.
  • Carta do capitão de Ceuta D. Afonso para D. Manuel Mascarenhas sobre uns cativos que se cativaram na vila de Arzila e outros particulares. 1543-05-11. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 73, n.º 85.
  • Carta de D. Duarte eleito arcebispo primaz significando a D. João III o cuidado com que ficava por lhe mandar dizer o conde da Castanheira, que o Turco vinha com uma armada sobre Ceuta. 1543-08-24. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 74, n.º 6.
  • Carta de D. Afonso dando conta a D. João III chegar a armada a Ceuta, da necessidade que havia de mantimentos e dinheiro para pagamento da gente e da fortificação que se fazia. 1543-08-25. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 74, n.º 7.
  • Carta de D. João III para Francisco de Melo, comendador de Santa Marinha, passar no seu serviço a Ceuta pela notícia que tinha da Armada do Turco estar em Tulon. 1544-04-18. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 74, n.º 84.
  • Carta de D. Afonso pedindo a D. João III mandasse socorrer o Convento de S. Domingos de Ceuta e satisfazer o que na cidade lhe devia dos sermões, que era 1 vintém por cada um. 1544-04-28. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 74, n.º 92.
  • Carta de D. João III para Manuel Teles não partir com a gente que mandava a Ceuta por ter notícia que Barba Roxa se retirava com a sua armada para Constantinopla. 1544-06-12. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 75, n.º 6.
  • Carta de D. João III para Diogo Pereira não partir com a gente que mandava a Ceuta por ter notícia que Barba Roxa se retirava com a sua armada para Constantinopla. 1544-06-12. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 75, n.º 7.
  • Carta de D. João III para Luís Álvares não partir com a gente que mandava a Ceuta por ter notícia que Barba Roxa se retirava com a sua armada para Constantinopla. 1544-06-12. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 75, n.º 8.
  • Carta de Fernando Álvares Cabral, dando conta ao rei ter acabado o negócio a que o enviara a Ceuta, e que por andar inimigo na costa não mandava a artilharia quebrada para o armazém de Lisboa. 1546-05-25. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 78, n.º 16.
  • Carta de Jerónimo Dias Sanches dando parte ao governador de Ceuta dos capítulos das pazes entre o xarife e o rei de Fez. 1547-07-25. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 79, n.º 52.
  • Carta de Jerónimo Dias Sanches dando parte ao governador de Ceuta que Moley, segundo filho do xarife, casava com a filha do rei de Fez, pelo que lhe parecia o xarife se faria senhor de todo o reino. 1547-07-26. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 79, n.º 53.
  • Carta de Luís Álvares para D. Afonso de Noronha, capitão e governador de Ceuta. 1547-12-13. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 79, n.º 78.
  • Carta de D. Maria de Eça dando parte ao rei que um mouro, senhor do navio que fora a Ceuta pretendia baptizar-se, motivo porque pedia a Sua Alteza lhe fizesse alguma mercê. 1548-04-07. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 80, n.º 67.
  • Carta de um mouro de Tetuão para D. Afonso de Noronha, capitão e governador de Ceuta, em que lhe diz soubera tudo o que, por Jerónimo Dias, lhe mandara dizer e lhe agradeceu o cuidado que tinha nas suas coisas. 1548-09-10. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 81, n.º 39.
  • Carta de D. Afonso, capitão de Ceuta, representando ao rei os serviços que lhe fazia Diogo Vieira, escrivão da Matrícula e empreitada das obras de Ceuta, pedindo ao mesmo senhor a sua remuneração. 1549-01-28. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 82, n.º 37.
  • Carta de D. João de Abranches ao rei, em que lhe diz estar cumprindo o seu degredo na cidade de Ceuta. 1549-03-03. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 82, n.º 70.
  • Carta o rei, recomendando a D. Pedro da Cunha, capitão em Ceuta, a vigilância que devia ter no rio de Tetuão pela notícia que tinha de aparecerem ali oito navios de turcos e agradecendo ao dito Cunha os 3 que havia tomado. 1551-08-24. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 86, n.º 118.
  • Alvará da rainha para se pagar a António de Grada, criado de D. Nuno Álvares Pereira, 6.700 réis de despesas que fez na condução de 4 meninas que estavam cativas em Fez, de Ceuta até Almeirim, por sua ordem. 1552-01-18. Corpo Portugal, Torre do Tombo, Cronológico, Parte I, mç. 87, n.º 64
  • Carta de Martinho Correia da Silva dando parte ao rei virem a Ceuta, António da Arruda e Jorge de Mendonça, em nome dos cativos de Fez, solicitar seu resgate os quais eram por todo 200 e foram ajustados por 150 escudos cada um, pedindo ao mesmo senhor os quisesse resgatar. 1554-02-15. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 91, n.º 119.
  • Carta de Martinho Correia da Silva dando parte ao rei do estado das obras de Ceuta e que, Brás Salema, com a notícia da Armada de Argel, viera de Tanger servir naquela praça com 3 cavalos e 6 homens à sua custa. 1553-11-09. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 91, n.º 39
  • Carta de D. Afonso, agradecendo ao rei mandar socorrer de mantimentos a cidade de Ceuta que estava na última necessidade, referindo ao mesmo senhor todo o movimento dos turcos. 1554-09-28. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 93, n.º 119.
  • Carta de Martinho Correia da Silva expondo ao rei a necessidade em que estava a cidade de Ceuta por falta de mantimentos e que a Armada do turco, em que se dizia vinham algumas naus de França, tinha chegado a Argel para efeito de conquistar aquele reino. 1555-07-08. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 95, n.º 118.
  • Carta de D. Gil Eanes da Costa, governador de Ceuta, expondo ao rei a necessidade que tinha de artilharia e apetrechos de guerra e sobre o estado das obras da dita cidade. 1586-06-27. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 98, n.º 99.
  • Mandado do contador em Ceuta, António Arrais, para o almoxarife da mesma cidade, António da Costa, pagar a Tristão da Costa 280 réis de carne para mantimento dos falcões que levava a Sua Alteza. 1522-08-28. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç 103, nº 90.
  • Mandado de D. João capitão da cidade de Ceuta para o contador de el-rei na dita cidade, António Arrais, pagar a importância de certos trabalhos de carpintaria, constantes do rol junto. 1522-09-22. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 104, n.º 10.
  • Mandado de João governador de Ceuta para o contador António Arraes mandar correger a torre de Vasco Nabo e assim a da porta do muro novo de Gomes da Costa que estão para cair. 1523-01-17. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 106, n.º 16.
  • Mandado de D. João para o contador de Ceuta mandar pagar a um serralheiro 1.000 réis, de 4 cadeados grandes que fez para as portas da cidade. 1523-05-18. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 108, n.º 23.
  • Mandado de António de Arrais, contador em Ceuta, para o almoxarife na dita cidade pagar ao boticário Diogo Fernandes 1.491 réis, que lhe são devidos de papel, tinta e fio. 1524-02-11. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 113, n.º 82.
  • Certidão do capitão e governador da cidade de Ceuta, D. António de Noronha, em que atesta que o alcaide e capitão da cidade de Gibraltar, Sancho de Figueiredo, trouxe trinta e três homens para socorro da dita cidade de Ceuta. 1524-08-19. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 118, n.º 56.
  • Certidão mandada passar pelo capitão e governador da cidade de Ceuta, em que atesta terem vindo em socorro desta cidade 82 besteiros e lanceiros, enviados de Gibraltar pelo regedor desta cidade, Diogo de Nateira. 1524-08-20. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 118, n.º 64.
  • Mandado de D. João, capitão e governador da cidade de Ceuta, para o contador da dita cidade mandar dar ao almoxarife, António da Costa, as coisas necessárias para o concerto dos baluartes e muralhas da fortaleza. 1524-11-10. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 121, n.º 17.
  • Rol das pessoas da cidade de Ceuta que venceram mantimento do mês de Março e do trigo que se despendeu com as ditas pessoas e cavalos. 1526-03-31. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 132, n.º 108.
  • Informação que deu em Gibraltar Sancho de Sosunhiga Biscaínho, mestre da nau Madalena, sobre a perda que teve da fazenda que levava para Ceuta pela tormenta que teve no mar e o quer justificar pelo meio de justiça, na forma que nele se declara. 1528-01-16. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç.146, n.º 54.
  • Mandado de D. Nuno Álvares Pereira, capitão e governador da cidade de Ceuta para o contador António Arraes mandar dar ao condestável dos bombardeiros da dita cidade, 2 barris de pólvora. 1529-06-04. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 156, nº 14.
  • Mandado de D. Nuno Álvares Pereira, capitão e governador da cidade de Ceuta para o contador-mor António Arraes aumentar o mantimento aos escutas da dita cidade. 1529-06-05. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 156, nº 16.
  • Mandado de D. Nuno Álvares Pereira, capitão e governador da cidade de Ceuta para o contador António Arraes mandar dar 25 arráteis de pólvora aos espingardeiros. 1529-06-01. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 156, nº 3.
  • Mandado do governador de Ceuta por que ordena a António Arrais, contador do rei em a dita cidade dê a dois mouros 10 dobras. 1529-10-15. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 159, nº 45.
  • Mandado do governador de Ceuta por que ordena a António Arrais, contador do rei, dê a Corneles, condestável o conteúdo no dito mandado. 1529-10-01. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 159, nº 8.
  • Mandado de D. Nuno Álvares Pereira, capitão e governador de Ceuta, para o contador do rei dar a três mouros, que se fizeram cristãos, 1600 réis. 1530-05-06. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 163, nº 11.
  • Mandado do governador da cidade de Ceuta para o contador da dita cidade dar ao veador das obras do rei a madeira e ferragem necessária para o conserto de suas casas. 1530-12-29. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 166, nº 50.
  • Mandado do governador da cidade de Ceuta para o almoxarife mandar dar as coisas precisas para conserto dos poços do Castelo da mesma cidade. 1531-01-08. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 166, nº 69.
  • Mandado de D. Nuno Álvares Pereira, capitão e governador de Ceuta, para António da Costa, almoxarife da dita cidade, mandar dar ao vedor das obras cal para alargar a estância da artilharia, de São Brás. 1531-02-15. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç.167, n.º 17.
  • Rol em que consta mandar-se a Tânger, Ceuta, Arzila que enviassem relação do pão que tinham a gente de soldo que existia e o número das pessoas que eram providas em comendas e das mercearias de seis mil réis. 1510-08-01. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 23, n.º 5.
  • Róis e conhecimentos por que consta da despesa que se faz com as obras de Ceuta. 1512-05-17. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 32, n.º 140.
  • Ordem do conde de Alcoutim, governador da cidade de Ceuta, de mandar 11.000 réis a António Carvalho, vedor das obras da dita cidade, para concertar as casas do castelo. 1513-11-10. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 43, n.º 34.
  • Rol da despesa feita com as pessoas que andaram nas obras de Ceuta. 1514-03-14. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 45, n.º 148.
  • Mandado de D. João, governador em Ceuta, para o contador Diogo Coelho, mandar dar 1.000 réis a Pedro Mourisquo por se fazer cristão. 1521-03-18. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç 94, nº 200.
  • A Beatriz Vaz, solteira e moradora na vila de Abrantes, perdão do degredo para sempre, a que fora condenada, para Ceuta, por ter furtado prata e outras cousas a seu tio, Nuno Gonçalves, que a perfilhou, quando fugira de sua casa com Álvaro Fernandes, tendo já cumprido a pena de açoutes públicos. 1501-12-20. Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Manuel I, liv. 37, fl. 21
  • A Jorge Correa, escudeiro do rei, morador no lugar de Almofala, couto de Alcobaça, perdão do ano de degredo para Ceuta a que fora condenado (além dos 1). 1501-08-21. Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Manuel I, liv. 37, fl. 28v.
  • A Vasco Martins Mosqueira, lavrador, morador na vila de Albufeira do Algarve e a João Vaz, seu filho, solteiro, presos na cadeia dessa vila, perdão da pena de baraço e pregão pela vila, a que foram condenados com 2 anos de degredo para Ceuta e mais 10. 1501-08-23. Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Manuel I, liv. 37, fl. 29.
  • Ao bispo e cabido da cidade de Ceuta confirmação de todas as honras, privilégios, liberdades, graças e mercês, feitas pelos reis antecessores.1512-05-06. Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Manuel I, liv. 7, fl. 24v.
  • Carta de mercê do cargo de governador de Ceuta (África), concedida por D. Filipe II a D. Afonso de Noronha. 1598-09-13/1621-03-31. Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Filipe II, liv. 9, f. 241.
  • Minuta da carta dirigida ao doutor Baltasar de Faria acerca do falecimento do bispo de Ceuta, D. Diogo Ortiz. 1545. Portugal, Torre do Tombo, Colecção Moreira, cad. 13.
  • Minuta da carta de D. João III dirigida ao papa Paulo III, sobre a nomeação de D. Jaime, filho do mestre da Ordem de Santiago para bispo de Ceuta.1545-08-10. Portugal, Torre do Tombo, Colecção Moreira, cad. 3.
  • Os arautos, com que abriu o cortejo colonial, no Porto; os cavaleiros de Ceuta, levando à frente o infante dom Henrique, no cortejo colonial, no Porto. 1934-09-30. Portugal, Torre do Tombo, Empresa Pública Jornal O Século, Álbuns Gerais n.º 31, doc. 2140I
  • Aspecto da missa campal, comemorativa da tomada de Ceuta, no areal junto à Torre de Belém. 1938-08-25. Portugal, Torre do Tombo, Empresa Pública Jornal O Século, Álbuns Gerais n.º 59, doc. 3103M.
  • Informação sobre as diligências que os bispos de Ceuta e Funchal deveriam fazer por causa do mártir Gonçalo Vaz. 1480. Portugal, Torre do Tombo, Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 1, mç. 3, n.º 2.
  • Bula “Cum ad nihil magis” (traslado) do papa Paulo III nomeando, a pedido de D João III, inquisidores-mores de Portugal os bispos de Coimbra, Lamego e Ceuta. 1536-08-15. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 2, mç. 2, n.º 8.
  • Cópia do traslado da bula “Cum ad nihil magis” do papa Paulo III nomeando, a pedido de D João III, inquisidores-mores de Portugal os bispos de Coimbra, Lamego e Ceuta, mandada fazer por ordem do Guarda-Mor da Torre do Tombo para melhor inteligência do original. 1783-09-14. Gavetas, Gav. 2, mç. 2, n.º 8ª. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 2, mç. 2, n.º 8.
  • Bula “Etsi cuncti christiano nomine” do papa Calisto III, para D. Afonso V pela qual mandava que em Ceuta se fizessem quatro conventos das quatro Ordens Militares, à custa das rendas dos cavaleiros, os quais seriam obrigados, por turnos, a servir em Ceuta durante um ano. 1455-02-15. Gavetas, Gav. 7, mç. 7, n.º 23.
  • Sentença dada a favor de D. Filipe I pela qual se julgou que lhe pertencia prover os ofícios de tabeliães e outros na cidade de Ceuta. 1587-11-24. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 7, n.º 8.
  • Cópia da sentença dada a favor de D. Filipe I pela qual se julgou que lhe pertencia prover os ofícios de tabeliães e outros na cidade de Ceuta, mandada fazer por ordem do Guarda-Mor da Torre do Tombo para melhor inteligência do original. 1772-12-05. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 7, n.º 8ª.
  • Relação da primeira jornada que o rei D. Sebastião fez a Ceuta e a Tanger. [entre 1575 e 1700]. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria, n.º 381
  • “Terceira parte da crónica d’ el Rei D. João o 1.º deste nome: em a qual se contém a tomada de Ceuta”. Portugal, Torre do Tombo, Ordem de São Jerónimo, Mosteiro de Santa Maria de Belém, liv. 78.
  • Registo da passagem da certidão da carta de doação da Capitania de Ceuta, concedida por D. Afonso VI a Manuel de Melo. 1755-03-20. Portugal, Torre do Tombo, Registo Geral de Mercês, Registo de passagem de certidões, liv. 1 (n.º de ordem 424), f. 3v.

… e na Biblioteca da Torre do Tombo

  • ACADEMIA DAS CIÊNCIAS DE LISBOA. Comissão dos Centenários de Ceuta e Albuquerque – Relatório dos trabalhos da Comissão Académica dos centenários lido na sessão solene de 16 de Dezembro de 1915 / pelo secretário da mesma comissão António Baião. Lisboa. 1915. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 9443 (13).
  • Centenários de Ceuta e de Afonso de Albuquerque: sessão solene da Academia das Sciencias de Lisboa. Coimbra: Imprensa da Universidade, 1916. ANTT, SV 4327 (2).
  • CORREIA, Jorge- Implantação da cidade portuguesa no Norte de África: a tomada de Ceuta a meados do século XVI. Porto: FAUP, 2008. ISBN 978-972-9483-89-9. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 486/08.
  • Crónica da tomada de Ceuta por El Rei D. João I / composta por Gomes Eannes de Zurara. Lisboa: Academia das Sciências, 1915. Transcrição dos documentos do ANTT. Manuscrito da Livraria nºs 368 e 355. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1767.
  • DINIZ, António Joaquim Dias- Monumenta Henricina. Coimbra: Comissão Exec. Comem. do V Cent. da Morte do Infante D. Henrique, 1960. Transcrição de documentos do ANTT: Crónica da tomada de Ceuta. CNCDP. Vol. 1-15. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 4421 – SV 4422.
  • Documentos das Chancelarias Reais anteriores a 1531 relativos a Marrocos / dir. Pedro de Azevedo. Lisboa: Academia das Ciências de Lisboa, 1915-1934. 2 vols. Transcrição de documentos do ANTT. Documentos da Chancelarias relevantes para a história militar de Ceuta, da expedição de Tânger e da história administrativa da África do Norte. Contém Índices de Pessoas, Dignidades Empregos e Ofícios, Ceuta e Tânger, “Coisas e Terras”. Tom. I.: (1415-1450); Tom. II.: (1450-1456). Chancelaria de D. João I: Liv. 3,4,5. – Chancelaria de D. Duarte: Liv. 1,2,3. Chancelaria de D. Afonso V: 2,5,11,18,19,20,23,24,25,27,34,37. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca,SV 1768.
  • DORNELAS, Afonso de – Uma planta de Ceuta: a propósito do 5º centenário da tomada de Ceuta e do 4º da morte de Affonso d’Albuquerque. Lisboa: Livaria Ferin, 1913. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 565/07.
  • ESAGUY, José de – Libro de los veedores de Ceuta. Tanger: Editorial Tanger, 1939. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 8001.
  • GOZALBES CRAVIOTO, Carlos – Ceuta en los portulanos medievales: siglos XIII, XIV y XV. – Ceuta: Instituto de Estudios Ceuties, 1997. CNCDP. ISBN 84-920975-2-3. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1653/06.
  • LOBATO, Alexandre – Ainda em torno da conquista de Ceuta. Lisboa: Instituto de Investigação Científica Tropical, 1985. Sep. da “CLIO-Revista do Centro de História da Universidade de Lisboa”, Vol. 5 (1984-85). Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 9356 (43).
  • MANSO, Visconde de Paiva – Historia ecclesiastica ultramarina. Lisboa: Imp. Nacional, 1872. Transcrição de documentos do ANTT. 1º t.: Africa septentrional – Bispados de Ceuta, Tanger, Safim e Marrocos. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 3470.
  • MASCARENHAS, Jerónimo de – História de la ciudad de Ceuta: sus sucessos militares y politicos…; dir. de Afonso de Dornelas. Lisboa: Academia das Sciencias, imp. 1918. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SP 1657/06.
  • MASCARENHAS, Jerónimo, D. – História de la Ciudad de Ceuta… dir. Afonso de Dornelas.Lisboa: Academia das Ciências de Lisboa, 1918. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 948.
  • MATTHEUS, de Pisano- Livro da guerra de Ceuta; publicado e vertido em português por Roberto Corrêa Pinto. Lisboa: Academia das Sciências, 1915. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 2775 (7).
  • MIRCHANDANI, Sundardas Hardasmal – Evocaciones ceutíes. Prólogo Juan Jesús Vivas Lara. Ceuta: Archivo General, 2008. ISBN 84-87148-70-0., Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, 94(460).
  • OSÓRIO, Baltasar- Ceuta e a capitania de D. Pedro de Meneses (1415-1437). Lisboa: Academia das Ciências de Lisboa, [1933]. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 173.
  • RAMIRO DE LA MATA, Javier – Origen y dinámica del colonialismo español en Marruecos. Ciudad Autónoma de Ceuta: Archivo Central, 2001. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, 94(460).
  • RIBEIRO, Luciano – De Ceuta à Índia. Porto: [s.n.], 1969. Sep. Bol. Cultural Câmara Municipal Porto, 32. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1802/06.
  • RICARD, Rober – Un documento portugués de 1541 sobre las fortificaciones de Ceuta. [S.l: Instituto Miguel Asín, 1947. Transcrição de documentos do ANTT: Gaveta 15, maço 17, nº 9. – Separata da revista “Al-Andalus: Revista de las escuelas de estudios árabes de Madrid y Granada”, Vol. XII, Fasc. 1 (1947). Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 5105 (17).
  • SEPTENVILLE, Édouard de, Baräo- L’ expédition de Ceuta en 1415. Paris: Librairie Générale, 1879. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 59.
  • TOMÁS, Luís Filipe – De Ceuta a Timor. Lisboa: Difel, imp. 1994. ISBN 972-29-0308-X. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1583/06.
  • VALDEZ, José Joaquim de Ascensão – O sino de Ceuta: documentos do Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Lisboa: Tip. Casa Portuguesa, 1914. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 2777.
  • VILAR RAMÍREZ, Juan B.- Límites, fortificaciones y evolución urbana de Ceuta (siglos XV-XX) en su cartografía histórica y fuentes inéditas. María José Vilar. Ciudadad Autónoma de Ceuta: Consejería de Educación y Cultura. Archivos y Museos, 2002. ISBN 84-87148-38-7. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, 725.18.
  • ZURARA, Gomes Eanes de – Chronica del Rey D. Joam. I. de boa memoria e dos reis de Portugal o décimo: Terceira parte em que se contem a tomada de Ceuta… Lisboa: A custa de Antonio Alvarez, 1644: por Antonio Alvarez. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SP 354 C.F.
  • ZURARA, Gomes Eanes de – Crónica da Tomada de Ceuta. [introd. e notas Reis Brasil]. Mem Martins: Europa-América, cop. 1992. ISBN 972-1-03345-6. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 2110/06.
Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: